Sem Sabrina Sato, “Pânico na Band” tem mais anunciantes e menos graça

04/03/2014 às 12:00 · Tempo de leitura: 2 minutos
“Pânico na Band” ganha anunciantes e perde a graça

Comercialmente, Sabrina Sato não está fazendo falta “Pânico na Band”. As primeiras edições inéditas do humorístico, após as férias da equipe e a ida da japa para a Record, mostraram que os anunciantes da atração não foram embora, como alguns esperavam. Aconteceu o inverso: o “Pânico” apresentou um número de propaganda maior nas três primeiras edições inéditas de 2014 em relação a 2013.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, no primeiro programa do ano, no dia 16 de fevereiro, a atração exibiu oito ações de merchandising, ante sete em 17 de fevereiro de 2013, quando eles também retornaram ao ar com edições inéditas. Nas semanas seguintes, nos dias 23 de fevereiro e 2 de março, novamente a atração voltou a ter mais merchandisings que as edições do ano anterior.

Sabrina Sato era uma das principais responsáveis pelas campanhas de merchandising da atração na Band antes de deixar o programa, em dezembro do ano passado. Cada ação dessas custa em média R$ 500 mil. A ex-integrante protagonizava cerca de 45% dos merchandisings no “Pânico”, e havia um temor na emissora de que a saída dela afugentasse os anunciantes.

Também é visível, a cada ano que passa, a falta de graça do humorístico. O  “Pânico na Band” atual de nada lembra o antigo  e bem-sucedido “Pânico”.

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