Sensitiva prevê situação delicada de Lula com Trump, invasão e prisão assim como com Nicolas Maduro

Entenda a previsão de sensitiva sobre Lula e Trump e veja quais são os reais conflitos econômicos e diplomáticos entre Brasil e EUA.

18/06/2026 às 11:45 · Tempo de leitura: 7 minutos

Previsão de sensitiva envolve Lula e Trump e situação similar ao da Venezuela (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/GMN/Agência Brasil)

Vó Bahiana faz previsão preocupante e delicada envolvendo a relação de Trump e Lula e como isso pode impactar o Brasil

O cenário diplomático entre Brasil e Estados Unidos tornou-se o centro de uma polêmica que mistura política internacional e esoterismo.

Em um vídeo exclusivo, a sensitiva conhecida como “Vó Bahiana”, que se destaca por suas leituras voltadas ao universo dos famosos, trouxe ao debate público uma interpretação baseada no tarô sobre o destino do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo ela, em um relato enviado de forma exclusiva ao TV Foco, as cartas apontam para um cenário de “situação complicada” e ruptura total com o presidente Donald Trump, sugerindo, com base na leitura das cartas, um desfecho alarmante de intervenção externa e crise institucional para o mandatário brasileiro.

Sensitiva Vó Bahiana (Foto: Reprodução/ Instagram)

O que dizem as cartas sobre o desfecho de Lula?

A leitura da Vó Baiana é incisiva ao descrever o que ela chama de “terrorizante”.

Utilizando o arcano “O Diabo”, a vidente associa o momento a uma fase de ganância e caos materialista, que estaria degenerando a relação entre os dois líderes.

O ponto mais crítico da previsão reside na sugestão de uma ação direta das forças armadas norte-americanas em solo brasileiro.

De acordo com a sensitiva, a carta da “Morte” foi interpretada como o encerramento do atual governo sob circunstâncias traumáticas.

Ilustração de Lula e Trump/Previsão (Foto: Reprodução / Gov / Instagram / Canva / Montagem TV Foco)

Além disso, a vidente afirmou que Donald Trump estaria, pelas palavras dela, “de saco cheio” de Lula e que, a qualquer momento, o Brasil poderia sofrer uma invasão orquestrada pelos EUA, resultando na retirada forçada do presidente brasileiro de Brasília, um paralelo direto à forma como o governo dos EUA lidou com a crise política na Venezuela envolvendo Nicolás Maduro.

MAS ATENÇÃO!

É imperativo destacar que, embora o conteúdo apresente uma narrativa envolvente e dramática, não há qualquer evidência, prova cabal ou sustentação factual para tais alegações.

Previsões sensitivas fazem parte do campo da crença e da subjetividade, não guardando qualquer relação com a realidade política, o planejamento estratégico das nações ou as normas de direito internacional.

Além disso, é preciso levar em consideração a soberania das nações e a complexidade das reais relações diplomáticas contemporâneas.

Qual é a real situação da relação de Trump com Lula?

De fato, a realidade entre Brasil e EUA é pautada por atritos diplomáticos e econômicos que possuem causas e consequências mensuráveis:

De acordo com as informações do portal BBC, o governo Lula e a atual administração norte-americana vivem um momento de esfriamento nas relações.

O que antes era um diálogo formal deu lugar a um distanciamento perceptível, agravado pela ausência de reuniões bilaterais significativas durante a cúpula do G7.

O principal ponto de conflito hoje é comercial. O governo de Donald Trump propôs sobretaxas de 25% para produtos brasileiros.

Em Brasília, a medida é vista como um movimento protecionista claro, utilizado para impor desgaste político e econômico à gestão de Lula, punindo o Brasil por posições divergentes em fóruns internacionais.

Além disso, o alinhamento de Trump com figuras da oposição brasileira, especialmente a família Bolsonaro, adiciona uma camada de tensão política.

Trump tem criticado a situação jurídica do Brasil e o tratamento dado a apoiadores do ex-presidente, enquanto Lula, em contrapartida, subiu o tom ao declarar publicamente que o líder americano deveria focar na política do seu próprio país, tratando o comportamento de Trump como uma tentativa de ingerência “imperialista” nos assuntos internos do país.

Portanto, o que ocorre hoje em toda essa “situação delicada” não se manifesta ainda na forma de uma intervenção militar, mas sim por meio de uma pressão econômica e diplomática constante, que coloca o Brasil em uma posição defensiva perante o protecionismo e a influência política dos Estados Unidos.

O que nos resta é aguardar os próximos movimentos e ver as reais consequências.

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