Serasa explica o que ocorre com as contas de quem deixa de declarar o imposto de Renda em 2026

O Imposto de Renda de Pessoa Física referente ao ano/calendário de 2025, com declaração prevista em 2026, mantém a atenção de milhões de brasileiros. Desde já, órgãos de crédito alertaram sobre riscos de ignorar essa obrigação.

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A Serasa reforçou que a ampliação da faixa de isenção não eliminou deveres formais. A Receita Federal continuou exigindo a entrega do documento para quem se enquadrou nos critérios legais. Portanto, deixar de declarar gerou consequências que vão além do pagamento de imposto.

Imposto de Renda (Foto: Reprodução / Internet)
Imposto de Renda (Foto: Reprodução / Internet)

A legislação ampliou a isenção para rendimentos mensais de até R$ 5.000. Além disso, o governo criou descontos progressivos para quem recebeu entre R$ 5.001 e R$ 7.350 por mês. Contudo, essa mudança não dispensou automaticamente o envio da declaração anual.

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A Receita Federal utiliza o documento para mapear rendimentos, bens e movimentações financeiras. Por isso, mesmo sem imposto a pagar, muitos contribuintes precisam declarar.

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O que acontece se não declarar o Imposto de Renda?

Quando a pessoa obrigada não entrega a declaração dentro do prazo, o CPF passa a constar como pendente de regularização. Nesse cenário, bancos e instituições passam a impor barreiras. O contribuinte enfrenta dificuldades para abrir contas, contratar crédito ou financiar imóveis.

Além disso, alguns serviços públicos também exigem CPF regular. Assim, a omissão afeta a vida financeira e administrativa.

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A Serasa explicou que a pendência não cancela o CPF. Entretanto, a irregularidade gera restrições práticas. Instituições financeiras consultam a situação fiscal antes de aprovar operações. Como resultado, pedidos de empréstimos sofrem recusa. Em muitos casos, cartões de crédito também ficam indisponíveis. Portanto, o impacto ultrapassa o ambiente tributário.

Além das restrições, a legislação prever multa para quem não declara. A Receita Federal aplica multa mínima de R$ 165,74. Esse valor aumenta conforme o imposto devido. A penalidade chega a até 20% do imposto, com juros pela taxa Selic. Quanto maior o atraso, maior fica o valor final.

  • Multa mínima aplicada automaticamente.
  • Percentual de até 20% sobre o imposto devido.
  • Juros calculados com base na Selic acumulada.

Outro ponto relevante envolve erros ou omissões na declaração. Quando o contribuinte omite rendimentos, a Receita aplica multa mais elevada. Em alguns casos, o percentual chega a 75% do imposto não declarado.

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Por fim, declarar o Imposto de Renda continua sendo mais que uma obrigação legal. A entrega correta protege a saúde financeira do contribuinte. Além disso, garante direitos como restituição e comprovação de renda. Portanto, ignorar a declaração traz riscos concretos e evitáveis.