R$300M: Sérgio Reis é dono de empresa de bebida que você certamente já consumiu
Sérgio Reis construiu fortuna de R$ 300 milhões com empresa de bebida que milhões de brasileiros já consumiram
Sérgio Reis (Foto: Reprodução/ Internet)
Sérgio Reis construiu fortuna de R$ 300 milhões com empresa de bebida que milhões de brasileiros já consumiram
O cantor sertanejo Sérgio Reis construiu uma carreira de décadas na música brasileira, mas o que muita gente não sabia é que ele também consolidou um verdadeiro império empresarial fora dos palcos. Além do sucesso como intérprete de clássicos sertanejos, o artista passou anos investindo em agronegócio, pecuária e no setor de bebidas artesanais.
Nos últimos anos, o nome dele voltou a chamar atenção por dois motivos que surpreenderam até os fãs mais antigos: a descoberta de ouro em uma de suas propriedades rurais no Mato Grosso e o crescimento da marca de cachaça Pinga Ni Mim, empresa que virou uma das apostas mais conhecidas do cantor no ramo de bebidas.
Estimativas publicadas pelo site radio104, apontaram que o patrimônio de Sérgio Reis gira em torno de R$ 300 milhões, valor ligado aos investimentos acumulados ao longo da carreira artística e empresarial.
A trajetória empresarial de Sérgio Reis ganhou ainda mais repercussão depois da revelação envolvendo a fazenda São Bento, localizada em Cuiabá, no Mato Grosso. Segundo relatos publicados por diferentes veículos, o cantor encontrou sinais de ouro durante obras para a construção de uma barragem no terreno.
A descoberta aconteceu enquanto máquinas escavavam a área para a criação de um lago artificial. O próprio artista afirmou que a equipe encontrou depósitos do metal precioso durante o trabalho no local. A situação mudou completamente os planos do cantor para os negócios rurais. Até então, as propriedades eram voltadas principalmente para criação de gado Nelore e para plantações de soja e milho, duas atividades muito fortes no agronegócio brasileiro. O gado Nelore, por exemplo, é uma raça bastante valorizada no Brasil por causa da resistência ao calor e da boa adaptação ao clima tropical.
Antes da descoberta envolvendo a mineração, Sérgio Reis já acumulava anos de experiência no setor agropecuário. O cantor chegou a manter rebanhos com mais de três mil cabeças de gado e construiu uma atuação forte no interior do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul.
A produção agrícola também ajudava a ampliar os lucros das fazendas. Soja e milho, por exemplo, são dois dos produtos mais importantes do agronegócio brasileiro e movimentam bilhões todos os anos com exportações e abastecimento do mercado interno. Essa diversificação permitiu ao cantor criar diferentes fontes de renda ao mesmo tempo.
Marca de bebida
Mesmo com o sucesso no campo, Sérgio Reis decidiu ampliar ainda mais os investimentos. Foi nesse cenário que surgiu a marca de cachaça Pinga Ni Mim, empresa ligada diretamente ao cantor desde 2020. A bebida passou a ser produzida na tradicional Destilaria Meia Lua, localizada em Salinas, no estado de Minas Gerais.
A cidade mineira é considerada uma das maiores referências nacionais quando o assunto é cachaça artesanal. A região ficou conhecida justamente pela produção de bebidas envelhecidas com técnicas tradicionais que valorizam aroma, sabor e qualidade do destilado.
A marca criada por Sérgio Reis investiu em diferentes versões da bebida para atingir públicos variados. Uma das mais conhecidas é a versão Amburana, armazenada em barris feitos com madeira brasileira de amburana. Esse processo altera o sabor da bebida e adiciona notas mais adocicadas, lembrando baunilha e canela. Já a versão Prata passa por envelhecimento em tonéis de jequitibá, madeira que preserva características mais leves da cachaça e costuma agradar consumidores que preferem usar a bebida em drinks, como a tradicional caipirinha.
Por falar em cachaça artesanal, muita gente ainda confunde esse tipo de produto com bebidas industrializadas comuns. A principal diferença está justamente no processo de fabricação. A produção artesanal costuma acontecer em menor escala e utiliza métodos mais controlados de fermentação e envelhecimento. Isso influencia diretamente o sabor final da bebida.
Em cidades como Salinas, várias marcas ganharam fama nacional exatamente por manterem processos tradicionais durante décadas.
Além do mercado de bebidas e da música, Sérgio Reis também passou a investir em florestas de pinus. O pinus é um tipo de árvore muito utilizado pela indústria madeireira e pela fabricação de móveis, papel e materiais de construção.
O cultivo costuma ser visto como uma estratégia de longo prazo porque a madeira pode ser comercializada anos depois do plantio, gerando retorno financeiro no futuro. Segundo reportagens publicadas recentemente, o cantor enxergou nesse setor uma oportunidade de investimento sustentável e rentável.
A descoberta da mina de ouro acabou acelerando mudanças importantes nos negócios do artista. Sérgio Reis decidiu iniciar negociações envolvendo parte das propriedades rurais para direcionar investimentos à mineração. A mineração é uma atividade econômica ligada à extração de recursos minerais do solo, como ouro, ferro e pedras preciosas.
No Brasil, esse setor movimenta bilhões de reais e possui forte presença em estados como Minas Gerais, Pará e Mato Grosso. Apesar do potencial de lucro, a atividade também exige licenciamento ambiental e fiscalização rígida para evitar impactos ambientais.
Mesmo aos 80 anos, Sérgio Reis continuou ampliando áreas de atuação e demonstrou interesse em novos mercados. O cantor construiu um patrimônio baseado não apenas no sucesso musical, mas também na capacidade de transformar oportunidades em negócios lucrativos. Entre fazendas, pecuária, mineração, madeira e bebidas artesanais, o artista consolidou uma das trajetórias empresariais mais curiosas do sertanejo brasileiro.
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