A Anvisa acaba de proibir a venda e produção de papinhas e alimentos destinados a bebês; saiba posição das marcas

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) acaba de proibir pelo menos seis empresas de venderem alimentos destinados a bebês. Entre papinhas, purês e pratos prontos, as marcas precisarão de um novo alvará para voltarem a vender esses produtos.

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De acordo com a InfoMoney, todos os produtos são da categoria de alimentos de transição, que são industrializados para uso direto ou empregados em preparo caseiro e utilizados como complemento ao leite materno para adaptação a alimentos comuns.

As marcas Pratinho Cheio, Gourmetzinho, Da Hortinha, Pra-pa-pá, Semente do Bem e Papitta oferecem alimentos a bebês até 3 anos. A Anvisa exige uma documentação, mas algumas das empresas se manifestaram e alegaram atender a todos os protocolos exigidos.

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Anvisa é responsável pela aprovação ou não dos produtos para serem vendidos nos supermercados (Reprodução: Internet)

Anvisa fez proibições a marcas (Foto: Reprodução/Governo Federal)

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POSICIONAMENTOS

A marca Gourmetzinho informou que está em processo de registro para regularização na Anvisa desde 11 de maio. A empresa acusa a agência reguladora de ser “arbitrária” e garantiu que já está tomando as medidas judiciais necessárias.

Pryscilla Rodrigues, nutricionista infantil e proprietária da marca Da Hortinha, se mostrou indignada com a decisão da Anvisa e relatou que as taxas para regular o registro são muito altas. Além desse documento, a empresa já paga taxas para a prefeitura de Aracaju, o Corpo de Bombeiros e a Vigilância Sanitária.

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Já a Pratinho Cheio revelou só saber da proibição através da imprensa e garantiu que nunca recebeu nenhuma advertência do órgão, tendo o alvará sanitário renovado em 13 de junho de 2017.

Segundo a InfoMoney, as outras marcas não se pronunciaram.

QUAL VACINA A ANVISA ACABA DE APROVAR?

A Anvisa acaba de aprovar de forma definitiva a vacina bivalente contra a Covid. A agência também aprovou o registro para crianças a partir de 5 anos.

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Anvisa - Foto Internet

Anvisa aprovou vacinas (Foto: Reprodução/Governo Federal)