Renato Gaúcho recebe a notícia de que Soteldo deixa o Fluminense e tem sua saída confirmada para vestir camisa vermelha
Yeferson Soteldo voltou a chamar atenção nesta semana. O meia-atacante do Fluminense recebeu convocação para defender a seleção da Venezuela nas próximas rodadas das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
Porém, o anúncio saiu na quarta-feira, 27 de agosto de 2025, e colocou o jogador entre os 32 nomes escolhidos pelo técnico Fernando Batista. Logo de cara, dois compromissos pesados: Argentina, no Monumental de Buenos Aires, no dia 4 de setembro, e Colômbia, no Monumental de Maturín, no dia 9. Jogos que, por si só, já colocam em xeque a resistência e a maturidade do elenco venezuelano.

Porém, o detalhe é que a Venezuela vive situação complicada. Ocupa a sétima posição nas Eliminatórias, com 18 pontos em 16 partidas, e ainda busca o sonho inédito de disputar uma Copa do Mundo. A conta é simples: precisa arrancar pontos de gigantes como Argentina e Colômbia para manter viva a chance de se aproximar da zona de repescagem.
Além disso, Soteldo, com sua capacidade de quebrar linhas e inventar espaços, entra como peça-chave nesse contexto. Ele não é apenas mais um nome na lista, mas talvez o jogador capaz de dar um toque de improviso que falta à equipe.
Como fica o Fluminense sem o jogador?
Enquanto isso, no Rio de Janeiro, a convocação também traz dor de cabeça. O Fluminense terá o jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil contra o Bahia marcado para o dia 10 de setembro, às 19h, no Maracanã.
Isso significa que Soteldo pode chegar exausto ou até mesmo nem entrar em campo pelo clube, dependendo de como voltar dos compromissos pela seleção. O calendário não perdoa, e o torcedor tricolor já se preocupa com a possibilidade de perder um de seus reforços mais importantes em um momento decisivo.
Por fim, a trajetória de Soteldo no Fluminense ainda é recente. O clube oficializou a contratação em junho de 2025, em acordo de cerca de €4,8 milhões com o Santos, firmando vínculo até o fim de 2028.
A aposta foi alta, mas o retorno esperado justifica: o time precisava de um jogador de criatividade no meio-campo ofensivo, alguém capaz de mudar o ritmo das partidas em campeonatos de peso como o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Sul-Americana. E claro, no Mundial de Clubes, onde o Flu também sonha em brilhar.
