Com Severiano fora do ar, SP1 quebra o protocolo e dá notícia revoltante de cantor famoso: "Expor ao ridículo"

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

26/01/2023 às 13:19 · Tempo de leitura: 3 minutos

Natália Ariede, âncora da Globo, falou sobre um caso revoltante envolvendo Seu Jorge no SP1- Foto: Montagem/TV Foco

Natália Ariede surpreendeu ao abrir o jornal da Globo com uma notícia envolvendo um dos artistas mais famosos do país

Nos últimos minutos da manhã desta quinta-feira, 26, o SP1, telejornal paulista da Globo, iniciou o noticiário bem diferente do comum e Natália Ariede, substituta de Alan Severiano falou sobre um caso revoltante envolvendo um dos cantores mais famosos do Brasil.

Logo que entrou ao vivo, a âncora quebrou o protocolo do jornal e deixou as notícias policiais ou de mobilidade urbana para ir rapidamente até o telão e abordar a situação delicada do artista.

O jornal local da Globo se aprofundou na polêmica envolvendo o cantor Seu Jorge, que foi impedido de registrar o nome do filho como “Samba“. A proibição do cartório causou uma grande discussão nas redes sociais dividindo o público se a medida era injusta ou não.

A gente começa o SP1 de hoje com uma história que deu o que falar nas redes sociais, a dificuldade do cantor, Seu Jorge, pra registrar o nome do filho recém nascido aqui em São Paulo“, iniciou Natália Ariede que assumiu o posto de Alan Severiano, afastado por conta das férias.

“No ano passado, ele contou aqui na Globo, que o menino vai se chamar Samba, mas o cartório da capital se recusou a fazer o registro desse nome”, disse a jornalista ao chamar o repórter Alfredo Peres, que estava em frente ao hospital onde o filho de Seu Jorge nasceu.

O enviado do SP1 explicou que existe uma lei que impede que os pais registrem seus filhos com nomes incomuns, para evitar “exposição ao ridículo”. 

Polêmica envolvendo Seu Jorge foi um dos principais assuntos do SP1- Foto: Reprodução/Globo

“Entramos em contato com a Associação dos Registradores de São Paulo. O que nos foi explicado é que não há nenhuma lista de nomes proibidos de serem registrados no país, mas que há uma lei que prevê o seguinte: o oficial do registro civil não deve aceitar prenomes que possam, entre aspas ‘expor ao ridículo’“, narrou o integrante do SP1, de forma muito cautelosa.

“Nesses casos que o nome é rejeitado, a justiça pode ser acionada e o registro do pedido do nome é feito”, ressaltou o contratado da Globo, prometendo outra reportagem sobre o caso no final do noticiário.

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