Alerta de câncer: Substância pavorosa encontrada em refrigerante, biscoito e+ chega com decreto urgente da OMS

A OMS analisa substância facilmente encontrada em refrigerantes, biscoitos e afins como um possível causador de câncer.

27/03/2025 às 12:03 · Tempo de leitura: 7 minutos

Alerta de substância pavorosa chega com alerta e decreto da OMS (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco/Canva/Lennita/OMS)

A OMS analisa substância facilmente encontrada em refrigerantes, biscoitos e afins como um possível causador de câncer e você deve ficar atento a essas informações

Ainda em julho de 2023, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um decreto e alerta que reverberou entre consumidores e especialistas em saúde, envolvendo uma substância pavorosa e que tem gerado preocupação entre especialistas.

Trata-se do aspartame, um adoçante artificial amplamente encontrado em produtos como refrigerantes, biscoitos e gomas de mascar.

De acordo com o estudo, ele foi classificado como “possivelmente cancerígeno para humanos” pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), órgão vinculado à OMS.

Sendo assim, a partir de informações obtidas pelos portais CNN Notícias, Who.in e Uol Notícias, a equipe especializada em fiscalizações e serviços do TV Foco detalha abaixo tudo o que você precisa saber sobre esse alerta e os riscos reais envolvidos.

MAS ATENÇÃO! Esse artigo foi desenvolvido com base em informações oficiais da OMS e estudos científicos divulgados, no entanto, não tem o objetivo de criar pânico e sim apenas informar sobre possíveis riscos da substância mencionada.

Aspartame é um adoçante facilmente encontrado em refrigerantes e biscoitos (Foto Reprodução/Internet)

Evidências limitadas, no entanto preocupantes…

Evidências limitadas, porém preocupantes, sugerem uma possível associação entre o consumo de aspartame e o desenvolvimento de carcinoma hepatocelular, servindo de base para essa classificação.

Para quem não sabe, ele é um tipo de câncer que ataca o fígado.

No entanto, é importante destacar que o Comitê Conjunto de Especialistas em Aditivos Alimentares da OMS e da Organização para Agricultura e Alimentação (JECFA) reafirmou, na mesma ocasião, que a ingestão diária aceitável de aspartame é de até 40 mg por quilograma de peso corporal.

Divergências:

A classificação do aspartame como “possivelmente cancerígeno” gerou debates acalorados:

  • Enquanto a IARC apontou para evidências limitadas de carcinogenicidade, o JECFA enfatizou que, dentro dos limites estabelecidos, o consumo do adoçante permanece seguro.
  • Essa divergência de avaliações levou a discussões sobre a necessidade de revisões regulatórias e maior clareza nas orientações ao público.
Refrigerantes podem conter a substância também (Foto: Reprodução/ Internet)

Novas descobertas e impactos metabólicos:

Em fevereiro de 2025, um estudo revelou que o aspartame poderia elevar insulina e inflamação em modelos animais, gerando novas preocupações sobre seus possíveis impactos.

Essas alterações metabólicas estão associadas ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, como ataques cardíacos e derrames.

Contudo, especialistas alertam que, embora os resultados sejam significativos, são necessárias pesquisas adicionais em humanos para confirmar esses achados.

Como as agências reguladoras estão reagindo diante dos riscos do aspartame?

  • De fato, diante dessas informações, organizações não governamentais na Europa intensificaram campanhas solicitando a proibição do aspartame em produtos alimentícios, citando os potenciais riscos à saúde.
  • Paralelamente, agências reguladoras, como a Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos e a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), mantêm, até o momento, a posição de que o aspartame é seguro quando consumido dentro dos limites estabelecidos.
Anvisa considera que o aspartame pode ser seguro dentro dos limites apontados (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)
  • No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não reconhece, até o momento, uma ligação definitiva entre o aspartame e o câncer, alinhando-se às avaliações internacionais que consideram o adoçante seguro dentro da ingestão diária aceitável.

Conclusão:

Em suma, embora o aspartame continue sendo objeto de estudos e debates, as principais agências reguladoras internacionais mantêm sua aprovação para consumo moderado.

No entanto, consumidores devem monitorar atualizações de pesquisas e considerar consultar profissionais de saúde para orientações personalizadas sobre o consumo de adoçantes artificiais.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA, clique aqui*.

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