
Cartões de Crédito / Banco Central - Montagem TVFOCO
Um cartão de crédito sem dúvidas pode ser considerado como uma verdadeira mão na roda para milhões de brasileiros. Dessa forma, hoje o assunto é sobre o queridinho.
Com direito a nada mais, nada menos que limite inédito baixado pelo Banco Central e substituto a caminho, vocês saberão agora todos os detalhes sobre as duas reviravoltas no cartão de crédito em 2024.
De acordo com informações que foram divulgadas no Jornal Nacional, da Globo, o cartão de crédito cobra juros sobre juros. “À medida que você tem essas facilidades com relação a crédito no cartão de crédito, ou mesmo a conta especial em banco, isso faz com que as pessoas raciocinem, ou utilizem esse crédito como se fosse um complemento do seu salário, e aí justamente pela falta de educação financeira, as pessoas naturalmente acabam se endividando cada vez mais”, analisa o professor de economia do Insper, Otto Nogami.
Dito isso, conforme o que foi divulgado, os juros do rotativo não poderão mais ultrapassar 100% do valor da dívida original. Dito isso, se você tem uma dívida original R$ 100,00, o valor a ser pago, com juros e encargos, não poderá passar de R$ 200,00.
A medida prevista na lei do Desenrola foi sancionada pelo presidente Lula no início de outubro. Ou seja, o limite inédito já foi baixado pelo Banco Central.

Banco Central do Brasil (Foto: Reprodução / Internet)

Banco Central do Brasil (Foto: Reprodução / Internet)

Banco Central do Brasil (Foto: Reprodução / Internet)
E as informações não param por aí. De acordo com o que foi informado pelo InfoMoney, um substituto do Cartão de Crédito pode estar a caminho.
Estamos falando do “Pix parcelado”, como ganhou popularidade, que se trata da futura possibilidade de utilização do sistema de pagamento instantâneo para parcelar compras e pagamentos, hábito comum entre os brasileiros.
Assim, as informações dão conta de que o Pix parcelado deve impulsionar a consolidação do Pix como um dos meios de pagamentos mais usados a partir da substituição de outros, como o cartão de crédito.
De acordo com o que disse Roberto Nacchace, sócio associado da McKinsey, em evento do setor de telecomunicações, TI e internet em São Paulo: ““A ideia inicial do Banco Central com o Pix era substituir o dinheiro, ao promover inclusão financeira e digital. Mas o Pix segue crescendo e canibalizando outros métodos. Com o Pix parcelado chegando devemos ver a canibalização de outros pagamentos como o [cartão de] crédito, embora em velocidade menor do que a atual”, disse o executivo.
Dessa forma, a possibilidade de parcelamento do pix, sem dúvidas chega como uma alternativa para aqueles que não querem mais fazer uso dos cartões de crédito.
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