Situação delicada e falência decretada: O triste dia em que supermercado tradicional pediu seu próprio fim

O triste fim de rede de supermercados tradicional após crise (Foto: Reprodução / Internet)
Estabelecimento de Guarapari havia baixado as portas durante a pandemia, mas somente no ano passado conseguiu ter a falência comprovada
Tradicional na cidade de Guarapari, no Espírito Santo, o Supermercado Santo Antônio teve sua falência oficialmente declarada em dezembro, após entrar com um pedido à Justiça. A rede já estava fechada desde 2020.
Uma nota oficial foi publicada à imprensa, comprovando a situação do triste fim do estabelecimento que não resistiu à crise da pandemia. “Diante desse quadro, para resguardar os credores, os sócios optaram por um pedido de autofalência”, diz um dos trechos.
O processo de falência, pedido pelo próprio Supermercado Santo Antônio, foi para poder honrar com os ex-funcionários e colaboradores de forma mais ágil judicialmente, pagando os débitos e arcando com o que manda a lei, como os créditos tributários.

O Supermercado Santo Antônio teve falência oficialmente decretada em dezembro (Foto: Reprodução / Internet)
Fechamento de Carrefour
No mês passado, o Carrefour oficializou o fechamento de uma antiga unidade, localizada no Centro de Mogi Mirim, em São Paulo. O estabelecimento funcionou por mais de 20 anos.
No entanto, após tanto tempo de portas abertas, a empresa considerou que já não era mais viável manter o local, prevendo os lucros do grupo. Trata-se de uma reorganização estratégica da marca francesa atuante no Brasil.
De acordo com o Portal da Cidade, o fim foi decretado em junho. Em um comunicado divulgado aos clientes, o Carrefour pontuou que a unidade de Mogi Mirim “não é opção” no momento. Há algum tempo, o grupo vem se preparando para novos investimentos.

O supermercado fechou a unidade de Mogi Mirim, em São Paulo, após 20 anos (Foto: Divulgação / Carrefour)
Qual o maior supermercado no Brasil?
O Pão de Açúcar é a quarta maior rede do ramo no país, com um valor comercial de R$ 18,5 bilhões. No primeiro lugar fica o grupo francês do Carrefour, com ações que chegam aos R$ 108 bilhões. Em segundo, aparece o Assaí Atacadista, seguido pelo Grupo Mateus.