Supernanny se repete à cada temporada

06/08/2012 às 16:22 · Tempo de leitura: 2 minutos

 

 

Supernanny não foi feita para divertir. É complicado achar graça em crianças endiabradas e pais perdidos. E como estão perdidos. A metodologia é muito parecida em todos os programas, mesmo assim, precisam da presença destes serviços. Isso me fez lembrar uma pergunta feita à especialista de família na Band News. O pai estava preocupado pois a diretora da escola de seu filho era advogada e, à cada intervenção familiar, ela alegava agir legalmente. Incomodado, perguntou se deveria manter o filho na escola ou mudar. A resposta, óbvio, foi mudar de escola, visto estar ocorrendo discordância na metodologia de ensino.

Igualmente, vemos cenas de crianças gritando, dormindo tarde, desobedecendo os pais e notamos a precariedade destes em manter voz firme perante o “poder” dos filhos. Entra programa, terminam temporadas, ela sempre mostrando os mesmos procedimentos. O cantinho do castigo, a voz firme, a necessidade de organização dos horários, os benefícios das refeições e brincadeiras em família, o retorno do casal aos tempos de namoro. Pouco muda, aliás, não tem o que mudar pois todas são dicas certeiras. O incrível é haver necessidade em clamar por ajuda diante de problemas resolvidos dezenas de vezes na telinha do SBT.

O programa cansa um pouco justamente devido às repetições das metodologias, porém ainda é muito bom sabermos existir este tipo de atração na tv aberta. Soluções práticas, úteis, com a função de unir a família. Mesmo sendo repetitivo, Supernanny é programa bem vindo.

Contato: @cleomarsantos

 

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