Lembra delas? Suzane Von e Elize Matsunaga vivem dessa forma hoje
Suzane Von e Elize Matsunaga mudaram de vida após crimes que chocaram o Brasil e vivem de formas muito diferentes atualmente
Suzane Von e Elize Matsunaga mudaram de vida após crimes que chocaram o Brasil e vivem de formas muito diferentes atualmente
Suzane Von Richthofen e Elize Matsunaga voltaram aos holofotes após o lançamento de Tremembé, série do Prime Video que recria histórias de mulheres condenadas por crimes de grande repercussão. As duas cumpriram parte das penas na Penitenciária Feminina de Tremembé, no interior de São Paulo, mas atualmente seguem caminhos diferentes fora da prisão.
Suzane cumpre o restante da pena em regime aberto desde janeiro de 2023, enquanto Elize deixou a prisão em maio de 2022 após obter liberdade condicional. Desde então, ambas passaram a construir rotinas mais reservadas, embora continuem despertando interesse público por causa dos crimes que marcaram suas trajetórias.
Suzane mudou de nome e formou uma família
Condenada pela participação no assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, Suzane recebeu inicialmente uma pena de 39 anos e seis meses. Posteriormente, a condenação foi reduzida para 34 anos.
Fora da prisão, ela adotou uma nova identidade civil. Desde 2023, passou a utilizar o nome Suzane Louise Magnani Muniz, incorporando os sobrenomes da avó materna e do marido.
Além disso, Suzane se casou com o médico Felipe Zecchini Muniz. O casal teve um filho em janeiro de 2024 e mantém uma rotina discreta no interior paulista.
Paralelamente, ela retomou os estudos e ingressou no curso de Direito. Em 2024, também tentou uma vaga em concurso público do Tribunal de Justiça de São Paulo, mas acabou eliminada antes da segunda etapa.
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Suzane também criou uma atividade comercial. O empreendimento Su Entrelinhas vende chinelos personalizados e outros produtos artesanais pela internet, segundo informações divulgadas pela CNN Brasil.
Em 2026, o nome dela voltou a aparecer nas notícias por outro motivo. A Justiça de São Paulo a nomeou inventariante do espólio do tio materno Miguel Abdalla Neto, morto em janeiro. A decisão ocorre em meio a uma disputa judicial envolvendo a herança.
Elize deixou a prisão e mudou de profissão
Elize Matsunaga foi condenada pelo assassinato do marido, Marcos Kitano Matsunaga, ocorrido em 2012. O júri estabeleceu inicialmente uma pena de 19 anos, 11 meses e um dia. Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça reduziu a condenação para 16 anos e três meses.
Depois de aproximadamente dez anos presa, Elize conquistou liberdade condicional em maio de 2022. Desde então, passou a viver no interior paulista e precisou buscar meios próprios para sustentar a nova rotina.
Em 2023, ela trabalhou como motorista de aplicativo em Franca. Posteriormente, passou a produzir roupas e acessórios para animais de estimação, atividade mencionada por ela durante a repercussão de Tremembé.
A relação com a filha continua sendo um dos aspectos mais delicados dessa nova fase. Informações divulgadas em 2025 apontaram que a jovem permanecia sob os cuidados dos avós paternos e sem contato com Elize.
Assim, Suzane e Elize seguem vidas distintas após deixarem Tremembé. Enquanto Suzane formou uma família, retomou os estudos e mantém atividades comerciais, Elize procura estabilidade profissional e preserva uma rotina longe dos holofotes. A repercussão de Tremembé, entretanto, recolocou as duas no centro da atenção pública.