Banco Central - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Sat, 17 Jan 2026 18:16:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Banco Central - TV Foco 32 32 Fim das cédulas de R$2 a R$100 em 2026? O que diz o Banco Central sobre o fim do papel https://tvfoco.uai.com.br/fim-das-cedulas-de-r2-a-r100-o-que-diz-o-banco-central/ Sat, 17 Jan 2026 18:16:23 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2538270 O Banco Central decidiu se pronunciar sobre os rumores envolvendo o fim do dinheiro de papel. O comunicado caiu como uma bomba O Banco Central (BC) tem a função de gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país. Aliás, a autarquia falou das informações […]

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O Banco Central decidiu se pronunciar sobre os rumores envolvendo o fim do dinheiro de papel. O comunicado caiu como uma bomba

O Banco Central (BC) tem a função de gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país. Aliás, a autarquia falou das informações que circularam sobre o suposto fim das notas de R$ 2 a R$ 100.

Para quem não sabe, o boato ganhou força com o avanço do Drex, a nova versão virtual do Real. No entanto, o Banco Central negou a extinção do dinheiro físico. Dessa forma, o uso de notas segue garantido por lei em todo o território nacional.

Sendo assim, notas de R$ 2 a R$ 200 permanecem como meio de pagamento. Ou seja, segundo o órgão, o real digital será apenas uma opção adicional, voltada ao uso online, sem impacto significativo na demanda por papel-moeda.

De acordo com informações do portal Seu Crédito Digital, em novembro de 2025, o Banco Central anunciou uma mudança de estratégia no projeto Drex. Ou seja, a autarquia acabou com a ideia de criar uma moeda digital oficial (CBDC).

Dessa forma, o projeto passou a ser uma infraestrutura tecnológica voltada à criação de contratos inteligentes, garantindo a chamada entrega contra pagamento. O foco agora é oferecer segurança e eficiência nas transações, sem substituir o dinheiro físico.

Os contratos inteligentes permitem que transações financeiras ou comerciais sejam executadas automaticamente ao cumprir todas as condições estabelecidas. Na prática, isso possibilita transferências instantâneas de imóveis, veículos ou outros ativos.

Assim que o pagamento é confirmado, aumenta a transparência e a segurança das operações. O Drex também viabilizará pagamentos automáticos por dispositivos conectados, carteiras digitais integradas e liquidação de contratos de forma automática.

O Drex não elimina o dinheiro em papel, mas oferece uma opção digital eficiente para transações online e automatizadas, preparando o Brasil para um futuro financeiro mais ágil, seguro e tecnológico. Ou seja, algo que pode revolucionar o mercado.

Afinal, quais moedas o Brasil já teve?

Segundo o portal ‘Brasil Escola’, em “toda a sua história, o Brasil teve as seguintes moedas:

  • “real português (1568-1833);
  • real brasileiro (1833-1942);
  • cruzeiro (1942-1967);
  • cruzeiro novo (1967-1970);
  • cruzeiro (1970-1986);
  • cruzado (1986-1989);
  • cruzado novo (1989-1990);
  • cruzeiro (1990-1993);
  • cruzeiro real (1993-1994);
  • real (1994-vigente).”

Atualmente estão sendo produzidas pelo Banco Central cédulas de 2, 5, 10, 20, 50, 100 e 200 reais, além de moedas de 5, 10, 25, 50 centavos e 1 real.

Por fim, CLIQUE AQUI e veja todas as notícias envolvendo o Banco Central.

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Banco Central coloca novas regras do PIX em vigor em 02/02 e acerta clientes do Nubank, Itaú e mais https://tvfoco.uai.com.br/banco-central-aplica-novas-regras-do-pix-em-2026/ Sat, 17 Jan 2026 01:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2538045 Banco Central coloca em vigor novas regras do PIX e atinge diretamente clientes do Nubank, Itaú e outros bancos O Banco Central colocou em vigor, a partir de 02/02, um novo conjunto de regras para o Pix, com impacto direto sobre bancos tradicionais e fintechs. A autoridade monetária reagiu ao aumento de golpes digitais e […]

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Banco Central coloca em vigor novas regras do PIX e atinge diretamente clientes do Nubank, Itaú e outros bancos

O Banco Central colocou em vigor, a partir de 02/02, um novo conjunto de regras para o Pix, com impacto direto sobre bancos tradicionais e fintechs. A autoridade monetária reagiu ao aumento de golpes digitais e ajustou procedimentos para rastrear valores com mais eficiência.

Desde então, instituições como Nubank, Itaú e outras precisaram adequar sistemas internos. O regulador busca proteger o usuário final sem comprometer a agilidade do meio de pagamento mais usado do país.

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Banco Central- (Foto: Reprodução/Internet)

Desde o lançamento do Pix em 2020, o sistema passou a concentrar uma parcela significativa das transações financeiras no Brasil. Milhões de transferências ocorrem diariamente, em qualquer horário, sem custo para pessoas físicas.

No entanto, esse crescimento acelerado também ampliou a ação de criminosos. Por isso, o Banco Central decidiu reforçar mecanismos de controle e resposta a fraudes. A mudança marca uma nova etapa do sistema.

Entre os principais ajustes, o Banco Central reformulou o Mecanismo Especial de Devolução, conhecido como MED. Antes, a apuração se limitava à conta que recebeu o valor inicialmente. Agora, o sistema acompanha todo o caminho do dinheiro.

Assim, os bancos conseguem identificar repasses sucessivos feitos após um golpe. Consequentemente, cresce a chance de localizar saldo disponível para bloqueio.

O que munda no PIX esse ano?

Além disso, o novo modelo acelera a comunicação entre as instituições envolvidas. Quando um cliente contesta uma transação, o banco de origem inicia o processo de rastreamento. Em seguida, os bancos intermediários recebem alerta automáticos.

Esse fluxo reduz falhas humanas e diminui o tempo de resposta. O prazo máximo para conclusão do processo pode chegar a 11 dias, conforme o tipo de ocorrência.

No meio das mudanças, alguns pontos chamam mais atenção do mercado e dos usuários.

  • O rastreamento agora cobre toda a cadeia de transferências.
  • As instituições precisam registrar dados mais detalhados das operações.
  • O bloqueio preventivo de valores ganhou prioridade.
  • O cliente passou a ter mais transparência durante a contestação.

Enquanto isso, bancos e fintechs enfrentaram um período intenso de adaptação. As novas regras exigiram ajustes técnicos, treinamentos internos e revisões de protocolos de segurança. Caso contrário, as instituições poderiam enfrentar falhas operacionais ou sanções regulatórias.

Ainda assim, o Banco Central manteve a gratuidade do Pix para pessoas físicas. Portanto, o usuário comum não sofre cobrança adicional.

Por fim, com essas mudanças, o Pix deixa de focar apenas em velocidade e conveniência. O sistema passa a priorizar segurança, responsabilidade e recuperação de valores. Embora o risco nunca desapareça completamente, o novo modelo reduz perdas e melhora a experiência do usuário.

Dessa forma, o Banco Central consolida o Pix como uma infraestrutura mais madura e resistente.

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R$10B ainda estão esquecidos em bancos: Banco Central informa 3 passos para ver se tem direito e sacar https://tvfoco.uai.com.br/r10b-esquecidos-em-bancos-como-ver-se-tem-direito-e-sacar/ Wed, 14 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2536978 Banco Central revela que ainda existem R$ 10,02 bilhões esquecidos em bancos Nesta terça-feira, 13, o Banco Central revelou que ainda existem R$ 10,02 bilhões esquecidos em bancos e outras instituições financeiras. Esse valor corresponde a valores deixados para trás por clientes e contabilizados até novembro do ano passado. Por meio do Sistema Valores a […]

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Banco Central revela que ainda existem R$ 10,02 bilhões esquecidos em bancos

Nesta terça-feira, 13, o Banco Central revelou que ainda existem R$ 10,02 bilhões esquecidos em bancos e outras instituições financeiras.

Esse valor corresponde a valores deixados para trás por clientes e contabilizados até novembro do ano passado.

Por meio do Sistema Valores a Receber (SVR), o Banco Central permite que pessoas físicas, inclusive falecidos e empresas verifiquem se têm dinheiro esquecido em instituições financeiras, consórcios ou cooperativas de crédito.

Como consultar se você tem dinheiro a receber?

A consulta deve ser feita exclusivamente pelo site oficial do Banco Central: https://valoresareceber.bcb.gov.br./

Em faveleiro, o Banco Central reforçou a segurança do sistema para combater fraudes. O acesso continua sendo feito com uma conta gov.br de nível prato ou outro, mas agora exige a verificação em duas etapas.

Veja os três passos para acessar o sistema:

  • Primeiramente, baixe o aplicativo gov.br, caso ainda não o tenha, e faça cadastro com validação facial para ativar a segurança em suas etapas
  • Em seguida, acesse o sistema Valores a Receber usando seu CPF e senha do gov.br
  • Por fim, gera um código de acesso no aplicativo gov.br e informe no sistema para concluir a entrada

Como receber os valores?

Para que o dinheiro seja liberado automaticamente pelo sistema do Banco Central, o correntista deverá informar uma chave PIX.

No entanto, para aqueles que não possuem uma chave PIX será necessário entrar em contato com a instituição financeira para escolher outra forma de recebimento.

O usuário também possuí a possibilidade de criar uma chave PIX e retornar ao sistema para concluir a solicitação.

No caso de valores pertencentes a pessoas falecidas, somente herdeiros, inventariantes, representantes legais ou testamentários podem consultar e resgatar os valores.

Além disso, nesses casos, o usuário deverá preencher um termo de responsabilidade.

Pedido automático

O que poucos cidadãos sabem é que, desde maio do ano passado, o Banco Central passou a permitir a solicitação automática de resgate dos valores esquecidos.

A adesão é opcional, mas torna o processo mais prático e rápido. Isso porque, com essa opção ativa, o cidadão não precisa consultar o sistema com frequência e nem registrar manualmente o pedido.

Além disso, o valor é creditado automaticamente no banco quando disponível. Entenda como o processo funcional:

  • É necessário ter uma conta gov.br nível prata ou ouro e verificação em duas etapas ativas
  • Necessário ter chave PIX do tipo CPF
  • A funcionalidade é exclusiva para pessoas físicas

É importante ressaltar que o Banco Central não envia avisos quando o valor caí na conta e instituições que não aderiram à devolução via PIX ainda exigem solicitação manual.

Por fim, o usuário deve ficar alerta aos golpes envolvendo o sistema:

  • O governo não entra em contato por telefone, mensagens ou redes sociais
  • O governo não pede dados pessoais, senhas ou informações bancárias por esses canais
  • Não é necessário pagar uma taxa para receber os valores
  • Utilize apenas os canais oficiais

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Caixa, BB, Itaú e mais: Banco Central informa decisão que afeta a conta-poupança em 2026 https://tvfoco.uai.com.br/caixa-itau-e-decisao-do-banco-central-afeta-poupanca-em-2026/ Wed, 14 Jan 2026 00:03:17 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2536813 Banco Central comunica decisão que atinge diretamente a conta-poupança na Caxa, Banco do Brasil, Itaú e mais instituições A conta poupança segue sendo um dos métodos de rendimento mais populares entre os brasileiros. Aliás, cresce cada vez mais a preocupação dos cidadãos diante do cenário financeiro, principalmente, referente finanças pessoais. E falando nisso, uma normativa […]

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Banco Central comunica decisão que atinge diretamente a conta-poupança na Caxa, Banco do Brasil, Itaú e mais instituições

A conta poupança segue sendo um dos métodos de rendimento mais populares entre os brasileiros. Aliás, cresce cada vez mais a preocupação dos cidadãos diante do cenário financeiro, principalmente, referente finanças pessoais.

E falando nisso, uma normativa recente emitida pelo Banco Central estabeleceu modificações importantes. As mudanças impactam diretamente os brasileiros que possuem recursos na caderneta de poupança da Caixa, BB, Itaú e mais.

Decisão do Banco Central

Em suma, a grande realidade é que, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a Selic inalterada, em 15%, na reunião da quarta-feira (10/12). A decisão já era esperada pelo mercado.

O percentual é um tanto preocupante para quem gosta de depositar na poupança, visto que os rendimentos não são tão altos assim. A decisão do Copom é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante.

Desde o ano passado, a taxa Selic está fixada em 15% ao ano, conforme as últimas decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Isso significa que o poupador verá o saldo crescer mensalmente de forma constante, mas sem ganhos extraordinários.

Rendimento da poupança

Para quem não sabe, o rendimento da conta poupança está totalmente ligada com a Taxa Selic. Quando o percentual estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento corresponde a 70% da Selic mais a taxa referencial (TR).

Por sua vez, quando a Selic estiver acima de 8,5%, a rentabilidade da poupança muda e passa para 0,5% ao mês mais a taxa referencial (TR).

Em tese, a taxa Selic em 15% ao ano, traz a rentabilidade da poupança de 0,5% ao mês mais a taxa referencial (TR). Assim, a notícia não é agradável ao comparar com os rendimentos de outras modalidades, como o Tesouro Direito, que rende mais a longo prazo.

Quanto rende R$ 5 mil na poupança?

Em suma, pelas projeções atuais, o valor de R$ 5 mil pode render cerca d R$ 5.340,17 após um ano, ou seja, tudo pode depender também da variação da TR. Além disso, é fundamental que o correntista da Caixa, BB, Itaú e mais bancos, entenda que não há cobrança de Imposto de Renda para pessoas físicas nesta modalidade.

Por fim, confira mais notícias sobre o Banco Central clicando aqui.

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Decreto do Banco Central crava o que acontecerá com quem possui R$ 5 mil na poupança Caixa https://tvfoco.uai.com.br/banco-central-alerta-quem-possui-r-5-mil-na-poupanca-caixa/ Sun, 11 Jan 2026 19:53:55 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2535017 Um importante decreto do Banco Central define o que acontecerá os correntistas que possuem R$ 5 mil na poupança da Caixa Não precisa ser um grande especialista no assunto para concluir que a poupança é um dos rendimentos mais populares entre os brasileiros. Inclusive, cresce a preocupação dos cidadãos com o cenário financeiro, principalmente, atenção […]

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Um importante decreto do Banco Central define o que acontecerá os correntistas que possuem R$ 5 mil na poupança da Caixa

Não precisa ser um grande especialista no assunto para concluir que a poupança é um dos rendimentos mais populares entre os brasileiros. Inclusive, cresce a preocupação dos cidadãos com o cenário financeiro, principalmente, atenção especial às finanças pessoais.

Uma normativa recente emitida pelo Banco Central estabeleceu alterações importantes. Essas mudanças impactam diretamente os brasileiros que mantêm recursos na caderneta de poupança. Nessa matéria, por exemplo, falaremos sobre o que vai acontecer com quem tem R$ 5 mil guardado na Caixa.

O Banco Central mantém regras claras para a remuneração da caderneta de poupança, impactando diretamente milhões de brasileiros que utilizam a Caixa Econômica Federal. Para quem possui o montante de R$ 5 mil aplicado, a rentabilidade atual segue o patamar da taxa Selic.

Desde o ano passado, a taxa Selic está fixada em 15% ao ano, conforme as últimas decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Com a taxa Selic acima de 8,5%, a regra de rendimento aplicada é a de 0,5% ao mês somada à Taxa Referencial (TR).

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Banco Central / Poupança – Montagem: TV FOCO

Isso significa que o poupador com R$ 5 mil na conta verá o saldo crescer mensalmente de forma constante, mas sem ganhos extraordinários. O rendimento é creditado apenas na data de aniversário do depósito, exigindo que o cliente mantenha o dinheiro por pelo menos 30 dias.

Pelas projeções atuais, esse valor de R$ 5 mil pode render aproximadamente R$ 5.340,17 após um ano, ou seja, tudo pode depender também da variação da TR. Além disso, é fundamental que o correntista da Caixa entenda que não há cobrança de Imposto de Renda para pessoas físicas nesta modalidade.

Como funciona o cálculo de rendimento da poupança?

A norma vigente que dita o rendimento da poupança foi estabelecida em 2012 e divide as regras em dois cenários. Se a Selic for igual ou inferior a 8,5%, o rendimento cai para 70% da taxa básica. Como estamos em um ciclo de juros elevados em 2026, com a Selic em 15%, o modelo de 0,5% fixo + TR permanece como o padrão para todos os bancos.

Por fim, confira mais notícias sobre o Banco Central clicando aqui.

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Intervenção do Banco Central e falência: O encerramento de banco popular do RJ após 48 anos https://tvfoco.uai.com.br/intervencao-do-banco-central-leva-a-falencia-de-banco-do-rj/ Sun, 11 Jan 2026 19:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2535009 Banco Central intervém, confirma falência e encerra banco popular do RJ que operou por 48 anos no mercado O Banco Morada construiu uma trajetória relevante no sistema financeiro brasileiro ao longo de quase 48 anos, com forte atuação no Rio de Janeiro. Fundado em 1967, o banco nasceu como associação de poupança e empréstimo. Desde […]

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O Banco Morada construiu uma trajetória relevante no sistema financeiro brasileiro ao longo de quase 48 anos, com forte atuação no Rio de Janeiro. Fundado em 1967, o banco nasceu como associação de poupança e empréstimo.

Desde o início, a instituição concentrou esforços no financiamento habitacional e no crédito direcionado. Com o tempo, o banco ampliou operações e passou a atuar fortemente no crédito ao consumidor.

Além disso, o Banco Morada integrou um grupo econômico com várias empresas financeiras. Essa estrutura sustentou o crescimento inicial e ampliou a base de clientes em diferentes regiões.

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Banco Morada (Foto: Internet)

No entanto, a expansão não veio acompanhada de equilíbrio financeiro consistente. Ao longo dos anos, o Banco Morada enfrentou dificuldades para manter índices patrimoniais exigidos pela regulação. Segundo o Banco Central, a instituição descumpriu normas do Conselho Monetário Nacional. Além disso, o banco apresentou fragilidade na gestão de riscos e no controle interno.

Em abril de 2011, o Banco Central decretou intervenção administrativa. A autoridade apontou comprometimento do patrimônio e ausência de plano viável de recuperação. Assim, a autarquia assumiu a gestão para proteger depositantes e o sistema financeiro.

O que levou a falência do Banco Morada?

Durante o período de intervenção, o Banco Morada operou sob supervisão direta do Banco Central. Técnicos analisaram balanços, contratos e a real capacidade de solvência. No entanto, os relatórios indicaram agravamento da situação financeira.

Além disso, os controladores não apresentaram soluções efetivas para reverter o quadro. Por isso, em outubro de 2011, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial. Essa decisão retirou a autorização de funcionamento da instituição. A medida marcou o início do encerramento prático das atividades bancárias.

A liquidação extrajudicial transferiu a administração dos ativos para um liquidante nomeado. Esse responsável passou a levantar créditos, vender bens e organizar passivos. Enquanto isso, credores aguardavam definições sobre possíveis pagamentos.

Além disso, contratos ativos foram encerrados ou transferidos conforme a legislação. O banco deixou de realizar novas operações de crédito. Assim, a instituição perdeu qualquer autonomia administrativa e operacional.

Em março de 2015, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência do Banco Morada. A decisão reconheceu a insolvência definitiva da instituição. Segundo o Judiciário, o patrimônio não cobria as dívidas existentes. Além disso, não havia perspectiva de recuperação econômica. A falência judicial encerrou um processo que já se arrastava havia quase 4 anos. Por isso, a decisão formalizou o fim da história do banco.

Por fim, o encerramento do Banco Morada simbolizou o fim de uma instituição tradicional do crédito popular. A trajetória mostrou como desequilíbrios acumulados podem levar à falência. Além disso, o episódio reforçou o papel do Estado na proteção do sistema financeiro.

A história do banco permanece como alerta sobre gestão responsável. Assim, o caso segue relevante para o debate sobre regulação e estabilidade econômica.

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Banco Central revela as notas de R$50 que estão sendo retiradas de circulação https://tvfoco.uai.com.br/banco-central-informa-retirada-de-determinadas-notas-de-r-50/ Sat, 10 Jan 2026 21:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2532685 Banco Central traz confirmação importante sobre fim dessa lista de cédulas e mensagem acerta todos os brasileiros que usam dinheiro físico O Banco Central fez uma limpa em algumas notas. Responsável por gerar novas cédulas, o órgão às vezes precisa colocar fim em cédulas muito velhas e para isso, coloca novas no lugar. Notas de […]

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Banco Central traz confirmação importante sobre fim dessa lista de cédulas e mensagem acerta todos os brasileiros que usam dinheiro físico

O Banco Central fez uma limpa em algumas notas. Responsável por gerar novas cédulas, o órgão às vezes precisa colocar fim em cédulas muito velhas e para isso, coloca novas no lugar. Notas de R$ 50, foram afetadas.

Por exemplo, em 2024, eles informaram que cédulas com mais de 30 anos seriam eliminadas. Em resumo, eles explicaram que desgastadas geram dificuldades logísticas e também dificultam o reconhecimento de elementos de segurança.

Sendo assim, após certo tempo, é necessário fazer essa troca para manter o dinheiro girando e é claro, fazer uma prevenção de possíveis golpes por circulação de notas falsas.

No ano que iniciou a substituição, por exemplo, as notas de R$ 1 começaram a sair de circulação. Tanto que hoje em dia quase ninguém ver notas dessa. Aos poucos o BC foi fazendo a substituição.

Quais outras notas o Banco Central tirou do ar?

Além de por um fim definitivo na nota de R$ 1, o BC confirmou também que todas as notas lançadas em 1994, junto com o Plano Real, durante o governo Itamar Franco sairiam de cena.

Sendo assim, isso incluiu notas de R$ 1, R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100. Além disso, afirmou que notas lançadas em 2010, seguiriam circulando normalmente. Na época, isso gerou dúvidas.

Por exemplo, se as pessoas precisavam correr aos bancos para fazer a substituição. A verdade é que isso não era necessário. Elas foram substituídas conforme chegavam aos bancos.

Sempre quando acha necessário, o Banco Central começa essa troca e apenas faz o comunicado ao público. Nos últimos anos o uso de dinheiro físico se tornou menor, por conta do avanço tecnológico.

Afinal, hoje em dia compensa mais pagar e receber via pix, do que com dinheiro no bolso. Dessa maneira, o interesse pelas cédulas diminuiu, contudo, não chegou ao fim de fato. Há ainda quem ame as notas.

O dinheiro físico pode deixar de existir um dia?

É uma tendência clara, principalmente depois que ocorrer o lançamento do Drex, que é a nova moeda digital do Banco Central. Ela servirá como uma substituta do real físico.

Mas, não é como se isso fosse ocorrer agora. O fim do dinheiro físico será algo que deve ocorrer daqui há bons anos. Por isso, nada de preocupação agora.

ALÉM DISSO, VEJA TAMBÉM ESSA NOTÍCIA QUE ACERTA O BANCO CENTRAL

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Adeus às notas de R$ 2 a R$ 100: Banco Central comunica fim das cédulas mais usadas após 30 anos https://tvfoco.uai.com.br/adeus-notas-de-r-2-a-r-100-bc-comunica-fim-das-cedulas/ Sat, 10 Jan 2026 18:35:37 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534814 Banco Central cravou um decreto com o fim de cédulas do Real no Brasil. Aliás, a medida aconteceu após 30 anos e afetou várias O Banco Central (BC) tem a função de gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país e do sistema financeiro. […]

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Banco Central cravou um decreto com o fim de cédulas do Real no Brasil. Aliás, a medida aconteceu após 30 anos e afetou várias

O Banco Central (BC) tem a função de gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país e do sistema financeiro. Aliás, a autarquia federal surpreendeu ao decidir sobre o fim da circulação de cédulas clássicas como as de R$ 2 a R$ 100.

Em julho de 2024, segundo o portal G1, o Banco Central emitiu uma instrução normativa determinando a retirada de circulação da primeira geração de cédulas da família real. A medida abrange notas de R$ 2 a R$ 100 que ainda circulam no mercado, marcando o fim de um ciclo histórico para a moeda nacional.

O objetivo é padronizar o meio circulante com as cédulas da segunda família, que possuem tecnologias de segurança superiores contra falsificações e maior durabilidade. As notas da primeira família, emitidas a partir de 1994, não possuem os elementos modernos, presentes nas notas de 2010.

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Notas da primeira família Real (Foto: Reprodução/G1)

Vale lembrar que a substituição não ocorrerá abrupta, mas por meio de um fluxo logístico, ou seja, não precisa da preocupação dos cidadãos. Os bancos comerciais, ao receberem essas notas antigas em depósitos ou caixas eletrônicos, devem retê-las e encaminhá-las ao Banco Central para destruição.

Aliás, as cédulas seguem com valor legal de pagamento até que sumam naturalmente do mercado. A retirada das notas antigas também dificulta a vida de falsificadores, que encontravam nos modelos obsoletos brechas maiores devido à ausência de elementos complexos contra a falsificação.

Como identificar se uma cédula é falsa?

Para saber se uma nota de Real é falsa, use o método “Sinta, Olhe e Incline”. Primeiro, comece conferindo o alto-relevo (toque), a marca d’água (contra a luz), o fio de segurança, o número que muda de cor (R$10, R$20, R$50, R$100, R$200).

Além disso, outro detalhe acaba sendo o número escondido (contra a luz), preste atenção também na faixa holográfica (R$50, R$100) e microimpressões com lupa, que dificilmente são reproduzidas com perfeição nas falsificações.  

Afinal, quais moedas o Brasil já teve?

Segundo o portal ‘Brasil Escola’, em “toda a sua história, o Brasil teve as seguintes moedas:

  • “real português (1568-1833);
  • real brasileiro (1833-1942);
  • cruzeiro (1942-1967);
  • cruzeiro novo (1967-1970);
  • cruzeiro (1970-1986);
  • cruzado (1986-1989);
  • cruzado novo (1989-1990);
  • cruzeiro (1990-1993);
  • cruzeiro real (1993-1994);
  • real (1994-vigente).”

Atualmente estão sendo produzidas pelo Banco Central cédulas de 2, 5, 10, 20, 50, 100 e 200 reais, além de moedas de 5, 10, 25, 50 centavos e 1 real.

Por fim, veja mais notícias sobre o Banco Central CLICANDO AQUI.

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Informe do Banco Central comunica 2 atitudes que geram bloqueio no PIX em 2026 https://tvfoco.uai.com.br/banco-central-informa-2-atitudes-que-bloqueiam-o-pix-em-2026/ Sat, 10 Jan 2026 10:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534653 Banco Central divulga informe alertando sobre 2 atitudes que podem causar bloqueio do PIX em 2026. Veja todos os detalhes Nos últimos anos, o PIX se tornou parte fundamental do dia a dia dos brasileiros. O método de pagamento chegou a ultrapassar os cartões como meio de pagamento favorito dos consumidores. Em vigor desde 2020, […]

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Banco Central divulga informe alertando sobre 2 atitudes que podem causar bloqueio do PIX em 2026. Veja todos os detalhes

Nos últimos anos, o PIX se tornou parte fundamental do dia a dia dos brasileiros. O método de pagamento chegou a ultrapassar os cartões como meio de pagamento favorito dos consumidores. Em vigor desde 2020, a ferramenta ainda causa dúvidas em muitas pessoas, principalmente quando o dinheiro fica bloqueado.

Aliás, o Banco Central reforça um aviso importante sobre 2 atitudes que podem fazer o PIX cair em bloqueio, mesmo quando a pessoa não fez nada de errado. Destacando que isso existe para aumentar a segurança e evitar golpes. Ele é chamado de bloqueio cautelar e acontece quando há suspeita de fraude.

2 atitudes que podem gerar bloqueio no PIX

  • A primeira é receber um Pix suspeito. Isso acontece quando o valor não é comum para a conta ou vem de alguém desconhecido.
  • A segunda é quando a transferência tem sinais de golpe. Mesmo sem certeza, o banco pode segurar o dinheiro para conferir.

O que é o bloqueio cautelar?

De acordo com as informações divulgadas pelo Banco Central em seu site oficial, o bloqueio cautelar acontece no momento em que o PIX cai na conta. O valor fica travado na conta do recebedor por até 72 horas. Durante esse tempo, o banco analisa se a transferência é segura ou não.

Assim que o bloqueio acontece, o recebedor é avisado. Ou seja, ninguém fica sem explicação. Depois da análise do banco, se acabar sendo confirmada a fraude, o dinheiro volta para quem fez o Pix. Já, se não houver fraude, o valor é liberado normalmente na conta do recebedor. Em qualquer um dos casos, o banco informa o resultado ao cliente.

Ademais, vale destacar que mesmo com o Pix bloqueado, quem recebeu o dinheiro pode pedir a devolução do valor para quem enviou o pagamento. Isso é comum quando a pessoa não reconhece o pagamento ou desconfia da origem.

Como entrar em contato com o Banco Central?

Para entrar em contato com o Bacen, você pode utilizar a Central de Atendimento ao Público, disponível pelo telefone 145, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, no horário de Brasília.

A ligação tem custo de chamada local, inclusive para celulares. Outra opção é preencher o formulário online no site oficial, acessando este link, onde é possível enviar dúvidas, reclamações ou sugestões.

Por fim, veja mais notícias sobre o Banco Central CLICANDO AQUI.

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R$5,2B: Informe do Banco Central sobre a poupança deve ser lido hoje 9/1 https://tvfoco.uai.com.br/poupanca-entra-em-foco-em-informe-do-banco-central/ Sat, 10 Jan 2026 02:40:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534633 Banco Central detalha hoje informe da poupança após movimentação de R$5,2B O Banco Central divulga o Relatório de Poupança com dados consolidados de dezembro. O documento aponta depósitos superiores aos resgates em R$ 5,41 bilhões. Além disso, o resultado reforça a relevância da caderneta no encerramento do ano financeiro. O informe detalha entradas, saídas e […]

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Banco Central detalha hoje informe da poupança após movimentação de R$5,2B

O Banco Central divulga o Relatório de Poupança com dados consolidados de dezembro. O documento aponta depósitos superiores aos resgates em R$ 5,41 bilhões. Além disso, o resultado reforça a relevância da caderneta no encerramento do ano financeiro.

O informe detalha entradas, saídas e saldos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Portanto, o mercado acompanha a leitura para avaliar liquidez e comportamento das famílias.

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Banco Central e notícia sobre a poupança – Foto Reprodução Internet

O saldo positivo dialoga com o destaque de R$ 5,2 bilhões associado à comunicação institucional. Enquanto isso, a diferença decorre de arredondamentos e recortes de divulgação. Ainda assim, o número central permanece consistente e indica captação líquida expressiva.

Além disso, o relatório organiza séries históricas e recortes por instituição. Por isso, analistas conseguem comparar movimentos mensais com precisão.

Os dados de dezembro mostram maior disposição para manter recursos na poupança. No entanto, o cenário inclui juros elevados e alternativas de renda fixa. Ainda assim, a liquidez diária pesa na decisão de muitos poupadores.

Além disso, a simplicidade operacional mantém a atratividade do produto. Portanto, a captação líquida aparece como resposta a incertezas no fim do ano.

Para que serve o Banco Central?

O relatório explica a composição do SBPE e as regras de remuneração. Enquanto isso, a legislação define critérios de rendimento conforme a taxa básica. Além disso, o Banco Central supervisiona o cumprimento dessas normas. Portanto, a previsibilidade sustenta a confiança dos depositantes. Ainda assim, variações mensais refletem decisões de curto prazo.

A segurança também influencia o comportamento observado em dezembro. Além disso, o Fundo Garantidor de Créditos cobre depósitos até limites vigentes. No entanto, a proteção não substitui a avaliação de rendimento. Ainda assim, o baixo risco segue decisivo para perfis conservadores. Portanto, a poupança preserva espaço no portfólio das famílias.

Os números ganham importância para políticas públicas e planejamento bancário. Enquanto isso, economistas utilizam as séries para ler sinais de consumo e poupança.

Além disso, a captação afeta o crédito imobiliário lastreado no SBPE. Portanto, o resultado de dezembro dialoga com a dinâmica do crédito. Ainda assim, análises cautelosas evitam conclusões apressadas.

O Banco Central disponibiliza o relatório completo com tabelas diárias. Além disso, o material permite recortes por tipo de conta e instituição. No entanto, a leitura exige atenção a conceitos e períodos. Portanto, comparações corretas dependem de metodologia consistente. Ainda assim, a transparência facilita o acompanhamento público.

Por fim, dezembro encerrou com saldo positivo relevante na poupança. Portanto, o dado sinaliza preferência por liquidez no fechamento do ano. No entanto, o comportamento futuro dependerá de juros e confiança. Ainda assim, o relatório permanece referência central do sistema financeiro.

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