Casas da Banha - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Mon, 29 Dec 2025 02:47:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Casas da Banha - TV Foco 32 32 224 lojas lacradas e 22 mil na rua: Falência de rede de supermercados nº1 do RJ abala após 4 décadas https://tvfoco.uai.com.br/falencia-de-rede-de-supermercados-do-rj-abala-apos-4-decadas/ Mon, 29 Dec 2025 02:47:09 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2530157 Nessa matéria, relembramos a falência de uma rede de supermercados gigante que tinha sua sede no Rio de Janeiro. Milhares de funcionários mandados embora Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações pode levar ao fim de um grande empreendimento. Nessa matéria, por exemplo, relembraremos […]

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Nessa matéria, relembramos a falência de uma rede de supermercados gigante que tinha sua sede no Rio de Janeiro. Milhares de funcionários mandados embora

Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações pode levar ao fim de um grande empreendimento. Nessa matéria, por exemplo, relembraremos a falência de uma rede de supermercados n° 1 do RJ após mais de 4 décadas.

Para quem não sabe, estamos falando sobre a falência da Casas da Banha. Trata-se de uma rede de supermercados que acabou sendo fundada em 1955, cuja sede ficava na cidade do Rio de Janeiro. O empreendimento chegou a ter mais de 224 lojas.

De acordo com informações da Wikipédia, a rede de supermercados chegou a ter 22 mil empregados. Além disso, o seu faturamento anual ultrapassava a casa dos US$ 700 milhões, consolidando-a o empreendimento como um das maiores do setor no Brasil.

Entretanto, a partir de 1986, a Casas da Banha começou a enfrentar uma grave crise financeira, atribuída aos planos econômicos heterodoxos do Governo Federal, como os planos Cruzado I e II, que incluíram o congelamento de preços. Isso impactou de forma negativa.

Em 1990, já em crise financeira, a rede começou a ser desativada. Em 1991, a Casas da Banha tinha 9 mil funcionários. Já em 1992, de 224 lojas espalhadas pelo país, pelo menos 149 acabaram sendo vendidas ou passados os pontos como forma de pagamento de dívidas.

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Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

A situação toda culminou em 1999, quando a Justiça decretou a falência da Casas da Banha. O juiz da 2ª Vara de Falências e Concordatas, Luiz Felipe Salomão, atendeu ao pedido da própria empresa, que já não conseguia honrar suas obrigações financeiras.

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.

No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.

A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.

Por fim, confira mais matérias sobre falência clicando aqui.

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Falência de rede popular de supermercados após 44 anos no Brasil deixa clientes sem referência https://tvfoco.uai.com.br/falencia-de-rede-popular-de-supermercados-apos-44-anos-no-brasil-deixa-clientes-sem-referencia/ Wed, 17 Dec 2025 21:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2526120 Crise leva à falência rede popular de supermercados após 44 anos no Brasil e clientes ficam desolados Inicialmente, redes de supermercados exercem papel central na economia brasileira e no dia a dia da população.Nesse cenário, elas garantem o acesso a alimentos, produtos básicos e itens essenciais para milhões de famílias. Além disso, o setor responde […]

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Inicialmente, redes de supermercados exercem papel central na economia brasileira e no dia a dia da população.
Nesse cenário, elas garantem o acesso a alimentos, produtos básicos e itens essenciais para milhões de famílias.

Além disso, o setor responde por uma parcela relevante da geração de empregos, conecta produtores ao consumidor final e movimenta uma fatia expressiva do PIB nacional.
Por esse motivo, quando uma grande rede entra em colapso, os impactos extrapolam o varejo.

Falência de supermercados afeta economia, empregos e consumo

Em primeiro lugar, o fechamento de uma rede amplia o desemprego e fragiliza economias locais.
Em seguida, a população enfrenta redução da concorrência, o que pode resultar em alta de preços.

Ao mesmo tempo, fornecedores perdem canais de escoamento e trabalhadores ficam sem renda.
Dessa maneira, a falência de supermercados provoca efeitos diretos na estrutura social das cidades.

Casas da Banha marcou época no varejo brasileiro

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Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

Nesse contexto, um dos casos mais emblemáticos envolve a Casas da Banha, rede que fez história no país.
Fundada em 1955, a empresa construiu uma trajetória sólida e se tornou referência em preços e variedade.

De acordo com informações do portal Wiki, a rede chegou a ocupar posição de destaque no varejo nacional, conquistando milhares de consumidores ao longo de décadas.

Parceria com Chacrinha impulsionou crescimento nos anos 70

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Chacrinha (Reprodução – Internet)

Com o passar dos anos, o grande salto de popularidade veio na década de 1970.
Naquele período, a Casas da Banha patrocinou o apresentador Chacrinha, um dos maiores ícones da televisão brasileira.

Durante os programas exibidos na antiga TV Tupi, o comunicador ficou conhecido por arremessar bacalhau para a plateia, em referência direta aos produtos da rede.
Assim, a marca se consolidou no imaginário popular e ampliou sua presença nacional.

Planos econômicos agravaram crise financeira da rede

No entanto, a estabilidade começou a ruir a partir dos anos 1980.
Na época, os planos econômicos federais, como o Cruzado I e II, impuseram congelamento de preços que afetou diretamente o caixa da empresa.

Segundo relatos do advogado da companhia, divulgados pelo Diário do Comércio, mercadorias vendidas em promoção precisaram manter os mesmos valores por longos períodos.
Com isso, a margem de lucro desapareceu.

Posteriormente, o Plano Collor agravou ainda mais a situação ao impor confisco de recursos, comprometendo o capital de giro da rede.

Fechamento de lojas e demissões em massa marcaram o declínio

Diante desse cenário, a Casas da Banha iniciou o fechamento gradual de unidades ainda no início dos anos 1990.
Em 1991, a empresa chegou a ter cerca de 22 mil funcionários, número que despencou nos anos seguintes.

De acordo com a fonte, a rede reduziu o quadro para aproximadamente 9 mil empregados, acumulando dívidas trabalhistas milionárias.
Além disso, a companhia vendeu ou repassou 149 lojas para tentar amenizar a crise.

Mesmo assim, cerca de 75 unidades permaneceram fechadas, incluindo estabelecimentos tradicionais.

Falência foi decretada após 44 anos de atuação

Por fim, em 1999, a Justiça decretou a falência da Casas da Banha após 44 anos de atividade no Brasil.
A decisão partiu do juiz Luiz Felipe Salomão, da 2ª Vara de Falências e Concordatas, conforme noticiado pelo Diário do Comércio.

Na ocasião, a prioridade foi o pagamento de dívidas trabalhistas, estimadas em cerca de US$ 5 milhões.
Mesmo assim, milhares de ex-funcionários recorreram à Justiça.

Ao longo dos anos seguintes, a empresa acumulou cerca de 9 mil processos trabalhistas, número que caiu gradualmente com acordos e indenizações.

Quais direitos o trabalhador tem em caso de falência da empresa?

Por último, quando ocorre a falência de uma empresa, o trabalhador mantém direitos semelhantes aos de uma demissão sem justa causa.
Entre eles estão salários atrasados, férias vencidas e proporcionais, 13º salário, FGTS, multa de 40% e seguro-desemprego.

Diante disso, a história da Casas da Banha permanece como um alerta sobre os efeitos de crises econômicas, políticas públicas mal planejadas e dificuldades de adaptação no varejo brasileiro.

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Falência, R$4 bi pelos ares e 224 lojas fechadas: O fim de rede de supermercados após 4 décadas https://tvfoco.uai.com.br/r4-bi-pelos-ares-falencia-de-rede-de-supermercados-apos-anos/ Fri, 12 Dec 2025 01:16:28 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2524129 Rede de supermercados encerra atividades após 4 décadas e fecha 224 lojas. Confira todos os detalhes e veja porque a empresa foi à falência Uma rede de supermercados bastante tradicional no Brasil acabou encerrando as atividades após mais de 4 décadas no mercado. A Casas da Banha foi uma verdadeira gigante no país que acabou […]

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Rede de supermercados encerra atividades após 4 décadas e fecha 224 lojas. Confira todos os detalhes e veja porque a empresa foi à falência

Uma rede de supermercados bastante tradicional no Brasil acabou encerrando as atividades após mais de 4 décadas no mercado. A Casas da Banha foi uma verdadeira gigante no país que acabou sucumbindo à crise e indo à falência, mesmo sendo um verdadeiro sucesso em muitos estados.

A rede foi fundada em 1955, no Rio e era conhecida pela variedade de alimentos e pelo forte foco em carnes. O auge veio nos anos 70, quando passou a patrocinar o Chacrinha. Logo a Casas da Banha se espalhou por cidades de São Paulo e de Minas Gerais, criando um império que parecia não ter fim.

De acordo com as informações divulgadas pelo portal Wiki, com o crescimento acelerado, a Casas da Banha abriu lojas em cidades como:

  • Em São Paulo: São Paulo, São Bernardo do Campo, Osasco, Mauá, São Caetano, Guarulhos e Ribeirão Pires.
  • Em Minas Gerais: Belo Horizonte, Juiz de Fora, Montes Claros, Muriaé, Janaúba, Cataguases, Barbacena, Pirapora, Francisco Sá, Januária, Além Paraíba e Leopoldina.

A rede se tornou referência e chegou a empregar cerca de 22 mil pessoas no seu auge. Conforme a Wikipédia, o faturamento anual da rede chegou a ultrapassar os US$ 700 milhões, o que chega perto dos R$ 4 bilhões.

Crise e fechamentos das unidades da rede

A crise se aproximou nos anos 80. Os planos econômicos da época, como o Cruzado I e II, atingiram em cheio o setor. O congelamento de preços foi considerado um absurdo pela empresa, que ficou presa em valores promocionais por um ano inteiro. Assim, as contas não fechavam mais. Depois veio o confisco do Plano Collor, que agravou ainda mais a situação financeira.

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Falência Casas da Banha (Foto: Reprodução / Internet)

Em 1991, a empresa tentou controlar os danos, mas já estava no vermelho. Lojas começaram a ser fechadas. De 22 mil funcionários, o número caiu para 9 mil. Para pagar dívidas, a rede vendeu ou repassou 149 unidades. Outras 75 ficaram fechadas aguardando negociação. Totalizando 224 lojas encerradas.

Em 1992, mais 3,5 mil trabalhadores acabaram sendo demitidos por ordem judicial. No ano seguinte, a rede acumulou 9 mil processos trabalhistas. Depois de muitas indenizações, esse número caiu, mas a crise já era irreversível.

Falência confirmada

O fim oficial veio em março de 1999, quando o juiz Luiz Felipe Salomão decretou a falência da Casas da Banha após a própria empresa reconhecer que não tinha mais saída. Os credores tiveram 20 dias para justificar os valores e, na época, as dívidas trabalhistas já passavam de US$ 5 milhões.

Afinal, quais as maiores varejistas do Brasil?

De acordo com um ranking divulgado em 2024 pelo portal Acelera Varejo, as maiores varejistas do Brasil em faturamento são lideradas por Carrefour, Assaí e Magazine Luiza, destacando-se tanto no varejo físico quanto no digital. Veja:

  1. Grupo Carrefour Brasil – Faturamento de R$ 120,6 bilhões.
  2. Assaí Atacadista – Faturamento de R$ 80,6 bilhões.
  3. Magazine Luiza (Magalu) – Faturamento de R$ 45,6 bilhões em vendas via marketplaces.
  4. Grupo Casas Bahia / Via – Faturamento de R$ 36,9 bilhões.
  5. RaiaDrogasil (RD Saúde) – Faturamento de R$ 36,3 bilhões.
  6. O Boticário – Faturamento de R$ 30,8 bilhões.
  7. Grupo Mateus – Faturamento de R$ 25,3 bilhões.
  8. GPA (Grupo Pão de Açúcar) – Faturamento de R$ 20,6 bilhões.
  9. Natura &Co – Faturamento de R$ 18,7 bilhões.
  10. Americanas – Faturamento de R$ 17,4 bilhões.

Por fim, confira mais notícias sobre atualidades clicando aqui.

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Falência e rombo de R$4 bilhões: O triste adeus de supermercado e 224 lojas encerradas https://tvfoco.uai.com.br/falencia-rombo-r4b-o-adeus-supermercado-224-lojas/ Wed, 03 Dec 2025 09:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2518880 Saiba como uma grande rede de supermercados ruiu, fechando 224 lojas e deixando um rombo de R$ 4 bilhões Os supermercados sempre funcionaram como verdadeiros alicerces do cotidiano e da economia nacional e, quando uma gigante do varejo encerra suas atividades, o impacto vai além das prateleiras, causando desemprego e afetando o poder de compra. […]

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Saiba como uma grande rede de supermercados ruiu, fechando 224 lojas e deixando um rombo de R$ 4 bilhões

Os supermercados sempre funcionaram como verdadeiros alicerces do cotidiano e da economia nacional e, quando uma gigante do varejo encerra suas atividades, o impacto vai além das prateleiras, causando desemprego e afetando o poder de compra.

Este foi o destino trágico da Casas da Banha, uma das redes de supermercados mais emblemáticas do Brasil, cujo colapso reflete as turbulências das políticas econômicas e as falhas de gestão que moldaram o varejo nacional.

A história da rede culminou em um rombo financeiro estimado em R$ 4 bilhões, o fechamento de 224 lojas e o adeus definitivo após quatro décadas de operação.

Um império construído no Rio de Janeiro

De acordo com o portal Wiki, a rede foi fundada no Rio de Janeiro em 1955 e rapidamente estabeleceu-se como referência, especialmente no setor de carnes.

No entanto, seu auge e projeção nacional aconteceram nos anos 70, graças a uma parceria histórica.

A marca patrocinou o lendário apresentador Chacrinha, o “Velho Guerreiro”, na antiga TV Tupi.

O gesto icônico do apresentador atirando bacalhaus para a plateia tornou-se uma estratégia de marketing criativa e carismática.

O que acabou ajudando a gravar o nome da rede na memória do público brasileiro. Além disso, durante sua fase de expansão, a Casas da Banha abriu unidades em diversos estados.

Inclusive, uma forte rede delas em São Paulo, operando em cidades como:

  • São Bernardo do Campo;
  • Osasco;
  • Guarulhos;
  • Entre outras.

Isso sem falar na vasta presença em Minas Gerais com filiais em:

  • Belo Horizonte;
  • Juiz de Fora;
  • Montes Claros;
  • Entre outras.

Uma crise devastadora

Entretanto, o sucesso da rede começou a ruir por volta de 1986 com a implantação dos Planos Cruzado I e II, planos econômicos do Governo Federal da época que impuseram o congelamento de preços.

Essa medida atingiu de forma brutal o modelo de negócios da Casas da Banha e a empresa, que já operava com margens apertadas, com a proibição de reajustes:

  • Teve seu fluxo de caixa corrompido;
  • E gestão de perecíveis atingidos;

Até por isso, na época, o advogado da rede chegou a classificar as medidas de congelamento como um “absurdo”.

A situação agravou-se ainda mais com o Plano Collor, que confiscou recursos das empresas e aprofundou o desequilíbrio financeiro da rede.

O desmonte

Em seu período de maior sucesso, a Casas da Banha empregava cerca de 22 mil trabalhadores, mas, no início dos anos 90, viu este número despencar drasticamente para 9 mil, enquanto a companhia acumulava uma dívida de US$ 2 milhões só com salários atrasados.

Para quitar parte dos débitos e tentar conter a crise, a rede executou um desmonte em massa:

  • A empresa vendeu 149 lojas a antigos proprietários;
  • Em 1992, uma decisão judicial determinou a demissão de mais 3,5 mil funcionários, acelerando o fim da operação.

No entanto, essa crise social refletiu-se na Justiça, uma vez que a empresa enfrentou 9 mil processos trabalhistas no ano seguinte, número que caiu para 800 após o pagamento de indenizações em 2,8 mil casos.

Quando a rede Casas da Banha faliu de vez?

O fim oficial da Casas da Banha veio mesmo em março de 1999, quando o juiz Luiz Felipe Salomão, da 2ª Vara de Falências e Concordatas, decretou formalmente a falência.

O desfecho foi resultado da confissão da própria empresa, que reconheceu não ter mais condições de se reerguer financeiramente.

A decisão judicial estabeleceu a prioridade máxima no pagamento das dívidas trabalhistas, estimadas em US$ 5 milhões na época.

O fim das Casas da Banha simbolizou o colapso de um império em apenas lembrança e “cinzas”. Mas, se quiser mais histórias como essa, clique aqui*.

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Falência: Qual supermercado com 224 lojas encerrou e teve rombo de R$4B no Brasil? https://tvfoco.uai.com.br/falencia-mercado-fechou-224-lojas-e-rombo-r4b/ Mon, 06 Oct 2025 10:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2494759 R$ 4 bilhões pelos ares, 224 lojas fechadas e falência: o colapso de um dos supermercados mais emblemáticos após 41 anos de história Durante décadas, os supermercados se consolidaram como pilares do cotidiano brasileiro. Mais do que pontos de venda, eles se transformaram em espaços de convivência, abastecimento e sustento de milhões de famílias. Desde […]

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R$ 4 bilhões pelos ares, 224 lojas fechadas e falência: o colapso de um dos supermercados mais emblemáticos após 41 anos de história

Durante décadas, os supermercados se consolidaram como pilares do cotidiano brasileiro. Mais do que pontos de venda, eles se transformaram em espaços de convivência, abastecimento e sustento de milhões de famílias.

Desde o pós-guerra, o setor alimenta a economia nacional, conecta produtores ao consumidor final e garante empregos diretos e indiretos em praticamente todos os estados.

Por isso, quando uma grande rede enfrenta dificuldades ou encerra suas operações, o impacto ultrapassa as gôndolas:

  • O desemprego cresce;
  • A concorrência diminui;
  • O poder de compra do consumidor sofre.

Inclusive, foi exatamente o que ocorreu com a Casas da Banha, uma das maiores redes de supermercados da história do país, que sucumbiu a uma crise devastadora e fechou as portas após mais de quatro décadas de operação.

De acordo com um levantamento baseado em informações do portal Wiki e em registros históricos da época, trazemos abaixo a trajetória da empresa, a qual reflete um retrato fiel de como políticas econômicas, decisões de gestão e transformações no varejo moldaram e, até mesmo, arruinaram impérios nacionais.

Um império das carnes

Fundada oficialmente em 1955, no Rio de Janeiro, a Casas da Banha cresceu rapidamente e se tornou referência no setor alimentício, especialmente no comércio de carnes.

Mas, seu auge veio mesmo nos anos 1970, quando a marca ganhou projeção nacional ao patrocinar o lendário Chacrinha, o “Velho Guerreiro”, na antiga TV Tupi.

Em um gesto que ficou marcado na memória do público, o apresentador atirava bacalhaus para a plateia, promovendo de forma criativa e carismática os produtos da rede.

Durante seu período de expansão, a Casas da Banha abriu unidades em diversos estados.

Em São Paulo, a rede operava em cidades como:

  • São Paulo;
  • São Bernardo do Campo;
  • Osasco;
  • Mauá;
  • São Caetano do Sul;
  • Guarulhos;
  • Ribeirão Pires.

Em Minas Gerais, as filiais se espalharam por:

  • Belo Horizonte;
  • Cataguases;
  • Juiz de Fora;
  • Barbacena;
  • Muriaé;
  • Montes Claros;
  • Além Paraíba;
  • Janaúba;
  • Januária;
  • Francisco Sá;
  • Pirapora;
  • Leopoldina.

O início da crise

No entanto, embora fosse um grande sucesso no meio, seu colapso começou em 1986, com a implantação dos planos econômicos heterodoxos do governo federal, chamados de Planos Cruzado I e II.

O congelamento de preços imposto na época atingiu em cheio o modelo de negócios da Casas da Banha, que operava com margens apertadas e grande volume de produtos perecíveis.

No entanto, à época, o advogado da empresa classificou as medidas de congelamento como um “absurdo”.

Em 1991, a companhia tentou conter o impacto adotando controle financeiro rigoroso e fechando parte de suas lojas.

A situação se agravou com o Plano Collor, que confiscou recursos das empresas e aprofundou o desequilíbrio de caixa.

Demissões em massa e fechamento de lojas

Em seu auge, a Casas da Banha empregava cerca de 22 mil trabalhadores.

No início dos anos 90, o número despencou para 9 mil, e a empresa acumulava uma dívida de US$ 2 milhões em salários atrasados.

Para quitar parte dos débitos, a rede vendeu 149 lojas a antigos proprietários e manteve 75 unidades fechadas à espera de negociação, incluindo o tradicional restaurante Porcão, totalizando 224 lojas encerradas.

Em 1992, uma decisão judicial determinou a demissão de mais 3,5 mil funcionários, acelerando o desmonte da operação.

No ano seguinte, a empresa enfrentava 9 mil processos trabalhistas, número reduzido posteriormente a 800 após o pagamento de indenizações em 2,8 mil casos.

Quando a Casas da Banha faliu de vez?

O desfecho veio em março de 1999, quando o juiz Luiz Felipe Salomão, da 2ª Vara de Falências e Concordatas, decretou oficialmente a falência da Casas da Banha, conforme reportou o Diário do Comércio.

Posteriormente, o advogado da rede, Alfredo Bumachar, informou que a sentença foi emitida após confissão formal da própria empresa, que reconheceu não ter condições de se recuperar financeiramente.

A decisão judicial concedeu 20 dias para que credores comprovassem seus créditos e estabeleceu prioridade no pagamento das dívidas trabalhistas, estimadas em US$ 5 milhões na época.

Não foram localizadas declarações oficiais sobre as demissões ou a decretação final da falência. Mas o espaço segue aberto para manifestações posteriores.

O que significou o fim da Casas da Banha?

O fim da Casas da Banha não representou apenas a queda de uma rede de supermercados, simbolizou o colapso de um modelo de negócios que não resistiu às mudanças econômicas e às intervenções estatais da época.

Além disso, o caso serve como exemplo emblemático de como decisões macroeconômicas e crises de gestão podem transformar um império de R$ 4 bilhões em lembrança e um alerta sobre a fragilidade estrutural do varejo nacional. Mas, para mais histórias como essa, clique aqui*.

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Assassinato e falência: Adeus de 2 redes de supermercado abala cariocas no RJ https://tvfoco.uai.com.br/assassinato-falencia-adeus-2-redes-supermercado-rj/ Mon, 19 May 2025 09:30:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2391389 Gigantes do varejo em queda: Relembre a história e o colapso de duas grandes redes de supermercado do Rio de Janeiro após falência e até eventos trágicos Os supermercados sempre desempenharam um papel crucial na economia brasileira, especialmente em grandes cidades como o Rio de Janeiro, onde abastecem milhões de lares e geram milhares de […]

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Gigantes do varejo em queda: Relembre a história e o colapso de duas grandes redes de supermercado do Rio de Janeiro após falência e até eventos trágicos

Os supermercados sempre desempenharam um papel crucial na economia brasileira, especialmente em grandes cidades como o Rio de Janeiro, onde abastecem milhões de lares e geram milhares de empregos.

No entanto, a trajetória de algumas das maiores redes do setor revela que, mesmo grandes nomes de sucesso, podem sofrer com crises financeiras, disputas internas ou mudanças no mercado.

Inclusive, a equipe especializada em economia do TV Foco, com base nos portais Wiki e Exame, selecionou a história de dois desses nomes, os quais tiveram fins abruptos marcados pela falência, dívidas milionárias e até assassinatos.

Sendas: De pioneira a tragédia

A história da rede Sendas começou nos anos 20, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, quando o imigrante português Manoel Antônio Sendas fundou o primeiro armazém da família.

Após sua morte em 1951, seu filho Arthur Sendas assumiu o comando aos 17 anos e liderou uma célere expansão. Nos anos 1960, introduziu o conceito de autosserviço no estado do Rio de Janeiro.

Na década de 2000, a rede contava com:

  • 106 lojas;
  • Mais de 16 mil funcionários.

Fatores que fizeram com que ela se tornasse uma verdadeira potência regional.

No ano de 2003, o Grupo Pão de Açúcar adquiriu parte das operações da Sendas.

http://tvfoco.uai.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Daniela-Mercury.jpg
Loja da Sendas (Foto: Reprodução/Internet)

Porém, em 20 de outubro de 2008, Roberto Costa Júnior assassinou Arthur Sendas no apartamento do Leblon.

Lá, ele trabalhava como motorista da família há oito anos.

Posteriormente, Costa Júnior alegou que o disparo foi acidental, mas a polícia descartou essa hipótese, apontando para uma execução premeditada motivada por questões financeiras.

Abílio Diniz, então presidente do conselho do Grupo Pão de Açúcar, lamentou profundamente a perda, destacando Arthur Sendas como um grande empresário e parceiro fiel.

Sérgio Cabral, o qual assumia o cargo de governador na época, decretou luto oficial de três dias, classificando o assassinato como “estúpido” e uma grande perda para o estado.

Após a morte de Arthur Sendas, o Grupo Pão de Açúcar encerrou a marca Sendas, convertendo as lojas em unidades Extra ou Pão de Açúcar.

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GPA (Foto: Reprodução / Internet)

Casas da Banha: Da expansão à falência

Fundada em 1955 por Climério Veloso, a Casas da Banha chegou a ter 224 lojas em seis estados e no DF, empregando cerca de 22 mil pessoas.

Nos anos 70 e 80, a rede expandiu-se rapidamente:

  • Adquirindo outras marcas;
  • Inaugurando o primeiro hipermercado do país, o Porcão, no Rio de Janeiro.
Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)
Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

A partir de 1986, os planos econômicos Cruzado I e II congelaram preços, afetando a rentabilidade da Casas da Banha.

Em 1991, começaram os fechamentos, e em 1999 a falência foi decretada.

O advogado Alfredo Bumachar destacou que esses planos foram decisivos para a crise financeira. Para saber mais sobre a Casas da Banha, clique aqui*.

Qual é a maior rede de supermercados do Rio de Janeiro?

A maior rede de supermercados do Rio de Janeiro é a Rede Supermarket.

É uma rede associativa que também é uma das maiores do Brasil, com um faturamento recorde em 2023 de R$ 8,5 bilhões

Inclusive, é o que o mantém como forte presença entre as principais redes.

Supermarket - (Foto: Internet)
Supermarket (Foto: Reprodução/Internet)

Conclusão:

Em suma, as histórias de Sendas e Casas da Banha revelam como má gestão, crises econômicas e tragédias pessoais derrubam grandes empresas e causam seu colapso.

Mesmo porque, ambas as redes, que já foram pilares do varejo no Rio de Janeiro, não resistiram às adversidades e encerraram suas operações.

Deixam, no entanto, lições importantes sobre a necessidade de adaptação e resiliência num setor tão competitivo quanto o varejista.

Mas, para saber sobre mais falências e casos parecidos como esse, clique aqui. *

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R$ 4BI e 224 lojas fechadas: A falência de supermercado após 41 anos https://tvfoco.uai.com.br/r-4bi-e-224-lojas-fechadas-a-falencia-de-supermercado/ Tue, 29 Apr 2025 00:26:48 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2379411 Supermercado encerra atividades após 41 anos, dando adeus a R$ 4 bilhões e fechando 224 lojas Após quatro décadas de operação, uma das maiores redes de supermercados do país sucumbiu a uma crise sem precedentes, acumulando prejuízos e dando adeus a R$ 4 bilhões. Além disso, encerrando as atividades de 224 unidades em um colapso […]

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Supermercado encerra atividades após 41 anos, dando adeus a R$ 4 bilhões e fechando 224 lojas

Após quatro décadas de operação, uma das maiores redes de supermercados do país sucumbiu a uma crise sem precedentes, acumulando prejuízos e dando adeus a R$ 4 bilhões.

Além disso, encerrando as atividades de 224 unidades em um colapso que expõe fragilidades administrativas, desafios do setor varejista.

O TV Foco, a partir do seu time de especialistas e das informações disponibilizadas no Wikipédia, detalha agora a falência da rede de supermercados Casas da Banha.

Supermercado Casas da Banha

A rede de supermercados Casas da Banha, fundada em 1955 pelo empresário Climério Veloso, destacou-se no cenário varejista brasileiro ao longo de décadas.

Falência do Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)
Falência do Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

Com sede no Rio de Janeiro, a empresa chegou a operar 224 lojas em sete estados e empregava cerca de 22 mil funcionários.

Além disso, seu faturamento anual ultrapassava 4 bilhões de reais (US$ 700 milhões), consolidando-a como uma das maiores redes de supermercados do país.

Declínio

No entanto, a partir de 1986, a Casas da Banha enfrentou uma grave crise financeira, atribuída aos planos econômicos heterodoxos do governo federal, como os planos Cruzado I e II, que incluíram o congelamento de preços.

Falência Casas da Banha (Foto: Reprodução)
Falência Casas da Banha (Foto: Reprodução)

Essas medidas impactaram negativamente a rentabilidade da empresa, levando-a a um processo gradual de desativação.

  • Em 1991, a rede reduziu seu quadro de funcionários para cerca de 9 mil.
  • O número de empregados caiu pela metade em relação à década anterior.
  • Diversas lojas foram vendidas ou devolvidas para quitar dívidas.
  • Algumas unidades voltaram para os proprietários originais como pagamento.
  • Muitas lojas permaneceram fechadas enquanto aguardavam negociação.
  • Além disso, a crise levou a uma drástica diminuição da estrutura da empresa.
  • A reestruturação afetou tanto a força de trabalho quanto a rede de lojas.

Falência

A situação culminou em 1999, quando a Justiça decretou a falência da Casas da Banha. O juiz da 2ª Vara de Falências e Concordatas, Luiz Felipe Salomão, atendeu ao pedido da própria empresa, que já não conseguia honrar suas obrigações financeiras.

A decisão resultou no lacre das instalações e na demissão dos funcionários remanescentes.

Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)
Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

A trajetória da Casas da Banha ilustra os desafios enfrentados por empresas do setor varejista diante de mudanças econômicas abruptas e políticas governamentais impactantes.

A incapacidade de adaptação a novas realidades econômicas pode levar à perda de competitividade e, eventualmente, ao encerramento das atividades.

Qual é a maior rede de supermercados do Brasil?

O Grupo Carrefour lidera o setor supermercadista brasileiro, com um faturamento de R$ 115,4 bilhões em 2023, consolidando-se como a maior rede de supermercados do país.

Carrefour Brasil (Foto: Divulgação/Internet)

Em seguida, o Assaí Atacadista ocupa a segunda posição, registrando R$ 72,7 bilhões em faturamento no mesmo período.

CONCLUSÃO 

Por fim, a falência da Casas da Banha evidencia como fatores externos, aliados a decisões internas, podem determinar o destino de uma organização.

Porém, a capacidade de adaptação e a gestão eficaz são fundamentais para a sustentabilidade e o sucesso contínuo no mercado varejista.

Veja também matéria especial sobre: Dívida de R$200M e portas fechadas: Falência de rede de supermercados e bens leiloados após 30 anos.


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224 lojas lacradas do dia pra noite e falência: FIM de rede nº1 do RJ após 44 anos https://tvfoco.uai.com.br/224-lojas-lacradas-e-falencia-fim-de-rede-no1-do-rj-apos-44-anos/ Mon, 21 Apr 2025 03:24:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2375107 Fim de uma era! Adeus de rede de supermercado nº1 queridinha do Rio de Janeiro após 44 anos O supermercado, de modo geral, é lugar ideal para ir às compras de itens básicos do dia a dia, como suprimentos e até mesmo higiene. Hoje, o Brasil conta com grandes redes, como é o caso do […]

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Fim de uma era! Adeus de rede de supermercado nº1 queridinha do Rio de Janeiro após 44 anos

O supermercado, de modo geral, é lugar ideal para ir às compras de itens básicos do dia a dia, como suprimentos e até mesmo higiene. Hoje, o Brasil conta com grandes redes, como é o caso do Carrefour, Assaí, Grupo Pão de Açúcar e muitos outros.

Todavia, a grande realidade é que, nem todos os empreendimentos do segmento conseguem se firmar como gostariam e alguns deles acabam fechando às portas. Aliás, dessa vez, iremos tratar da rede nº1 do Rio de Janeiro (RJ) que após 44 anos, teve às 224 lojas lacradas do dia pra noite decreto de falência.

Diante disso, o time de especialistas do TV FOCO, traz à tona maiores detalhes sobre o adeus e desastre sem precedentes.

Afinal, de qual supermercado estamos falando?

Possuindo 224 lojas lacradas da noite para o dia, o colapso expôs a fragilidade do setor diante de crises financeiras e má gestão. Ademais, estamos falando da rede Casas da Banha, fundada em 1955 pelo empresário Climério Veloso.

Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)
Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

Tendo sua sede no RJ, a empresa chegou a operar 224 lojas em sete estados e empregava cerca de 22 mil funcionários. Outro ponto crucial é que, seu faturamento anual ultrapassava US$ 700 milhões, consolidando-a como uma das maiores redes de supermercados do país.

Crise arrasadora

Todavia, apesar do sucesso, a partir de 1986, a Casas da Banha enfrentou uma grave crise financeira, atribuída aos planos econômicos heterodoxos do governo federal, como os planos Cruzado I e II, que incluíram o congelamento de preços.

Ademais, as medidas impactaram negativamente a rentabilidade da empresa, levando a mesma ao processo gradual de desativação. Assim, em 1991, a rede reduziu seu quadro de funcionários para cerca de 9 mil.

Decreto de falência

Uma série de lojas foram vendidas ou devolvidas para quitar dívidas. Além disso, algumas unidades voltaram para os proprietários originais como pagamento. Muitas lojas permaneceram fechadas enquanto aguardavam negociação.

Diante disso, a situação teve um desfecho em 1999, quando a Justiça bateu o martelo e decretou a falência da Casas da Banha. O juiz da 2ª Vara de Falências e Concordatas, Luiz Felipe Salomão, atendeu ao pedido da própria empresa, que já não conseguia honrar suas obrigações financeiras.

Ademais, a decisão resultou no lacre das instalações e na demissão dos funcionários remanescentes. Em suma, a trajetória da Casas da Banha ilustra os desafios enfrentados por empresas do setor varejista diante de mudanças econômicas abruptas e políticas governamentais impactantes.

http://tvfoco.uai.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Daniela-Mercury.jpg
Essa era a fachada da casas da banha nos anos 50 (Reprodução – Facebook)

Considerações finais

  • Fundada em 1955, a rede Casas da Banha foi a maior do RJ, com 224 lojas em sete estados e 22 mil funcionários;
  • Faturamento anual ultrapassava US$ 700 milhões antes da crise;
  • Ademais, a partir de 1986, os planos econômicos afetaram sua rentabilidade;
  • Assim, em 1999, a Justiça decretou falência a pedido da própria empresa, incapaz de quitar dívidas;
  • Lojas foram lacradas, vendidas ou devolvidas, e funcionários remanescentes demitidos.

Veja mais notícias sobre falência CLICANDO AQUI.

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224 lojas lacradas e 22 mil na rua: Falência de rede de supermercados nº1 do RJ abala moradores https://tvfoco.uai.com.br/224-lojas-lacradas-falencia-de-rede-de-supermercados-no1-do-rj/ Wed, 16 Apr 2025 13:10:34 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2372569 Falência de grande rede de supermercados no Rio de Janeiro deixa 224 lojas fechadas e mais de 22 mil trabalhadores sem emprego A falência da rede de supermercados do Rio de Janeiro provocou um choque imediato na vida de milhares de trabalhadores e consumidores. Com 224 lojas lacradas e mais de 22 mil funcionários demitidos, […]

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Falência de grande rede de supermercados no Rio de Janeiro deixa 224 lojas fechadas e mais de 22 mil trabalhadores sem emprego

A falência da rede de supermercados do Rio de Janeiro provocou um choque imediato na vida de milhares de trabalhadores e consumidores.

Com 224 lojas lacradas e mais de 22 mil funcionários demitidos, o colapso da empresa espalhou insegurança econômica por bairros inteiros, onde os mercados funcionavam como pontos de referência e sustento de famílias.

O TV Foco, a partir do seu time de especialistas e das informações disponibilizadas no Wikipédia, detalha agora a falência da rede de supermercados Casas da Banha.

Fim da rede de supermercados Casas da Banha

​A rede de supermercados Casas da Banha, fundada em 1955 pelo empresário Climério Veloso no Rio de Janeiro, consolidou-se como uma potência no varejo brasileiro durante as décadas de 1970 e 1980.

Porém, com uma estratégia de expansão agressiva, a empresa adquiriu redes concorrentes como Ideal e Merci, ampliando sua presença para 224 lojas em sete estados e no Distrito Federal.

Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)
Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

Além disso, no auge, empregava cerca de 22 mil funcionários e registrava um faturamento anual superior a US$ 700 milhões.

Crescimento do Casas da Banha

A Casas da Banha não se destacou apenas pelo volume de vendas, mas também por sua presença marcante na cultura popular brasileira.

A empresa patrocinou o programa “Discoteca do Chacrinha”, onde o apresentador lançava produtos como bacalhau para a plateia, promovendo os itens da rede.

Além disso, a marca foi mencionada em músicas de artistas renomados, como Raul Seixas, que citou a rede na canção “Tu És o MDC da Minha Vida”.

Falência do Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)
Falência do Supermercados Casas da Banha (Foto: Reprodução)

O declínio

Entretanto, a estabilidade da Casas da Banha começou a ruir em 1986, com a implementação dos planos econômicos Cruzado I e II pelo governo federal, que incluíam o congelamento de preços.

Porém, na época, a rede vendia produtos com preços promocionais, que tiveram que ser mantidos por um ano devido ao congelamento, resultando em prejuízos significativos.

Por fim, a situação se agravou com o confisco do Plano Collor, que afetou ainda mais a saúde financeira da empresa.​

Problemas

Em 1991, a Casas da Banha reduziu seu quadro de funcionários para cerca de 9 mil e iniciou o fechamento de várias lojas.

Porém, no ano seguinte, 149 unidades foram vendidas ou transferidas para antigos proprietários como forma de pagamento de dívidas, enquanto 75 permaneciam fechadas aguardando negociações.

Contudo, em 1993, a empresa enfrentou cerca de 9 mil processos trabalhistas, dos quais 2.800 foram resolvidos com o pagamento de indenizações, totalizando R$ 23 milhões até o final de 1998.

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A empresa teve a sua falência decretada em 1999 (Reprodução: Internet)

Declínio da Casas da Banha:

  • 1986: Início da crise com os planos Cruzado I e II.​
  • 1991: Redução do quadro de funcionários para 9 mil.​
  • 1992: Venda ou transferência de 149 lojas; 75 permanecem fechadas.​
  • 1993: Enfrentamento de 9 mil processos trabalhistas.​
  • 1999: Falência decretada pela 2ª Vara de Falências e Concordatas.​

A Casas da Banha sofreu falência?

A falência da Casas da Banha foi oficialmente decretada em 28 de abril de 1999 pelo juiz Luiz Felipe Salomão, da 2ª Vara de Falências e Concordatas, após a própria empresa confessar sua incapacidade de saldar as dívidas.

Além disso, o passivo trabalhista estimado era de US$ 5 milhões, e o juiz determinou o lacre das instalações e estabeleceu um prazo de 20 dias para a justificativa de créditos por parte dos credores .​

CONCLUSÃO 

Por fim, o encerramento das atividades da Casas da Banha representou não apenas o fim de uma das maiores redes de supermercados do Brasil. Porém, evidenciou como políticas econômicas mal planejadas e a falta de adaptação às mudanças do mercado podem levar ao colapso de grandes empresas.

Contudo, o caso serve como um alerta para a importância da gestão eficiente e da capacidade de resposta a crises no setor varejista.

Veja também matéria especial sobre: Carrefour, Sonda e+: Novo decreto coloca café atrás das grades em supermercados de SP em 2025.

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R$4 bilhões pelo cano e 224 lojas lacradas: A falência de rede de supermercados nº1 do RJ após 41 anos https://tvfoco.uai.com.br/224-lojas-lacradas-falencia-de-supermercado-no1-do-rj/ Sun, 06 Apr 2025 04:02:41 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2366426 A rede de supermercados não resistiu as inovações do mercado e acabou decretando falência após 41 anos É fato dizer que, um dos estabelecimentos que mais garantem a movimentação de clientes são os supermercados. Ademais, o local possui uma variedade de produtos e está sempre buscando melhorias, afim de se manter firme diante dos desafios […]

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A rede de supermercados não resistiu as inovações do mercado e acabou decretando falência após 41 anos

É fato dizer que, um dos estabelecimentos que mais garantem a movimentação de clientes são os supermercados. Ademais, o local possui uma variedade de produtos e está sempre buscando melhorias, afim de se manter firme diante dos desafios que o setor impõe.

Todavia, nem sempre o planejamento do negócio segue bem, o que leva a decisão do fechamento de portas. E por falar nisso, dessa vez iremos tratar sobre o fim de rede de supermercados tão popular como o Assaí Atacadista, após 41 anos.

Ademais, o time de especialistas do TV FOCO, traz à tona maiores detalhes sobre o encerramento e 224 lojas fechadas.

Do sucesso ao fracasso

Em suma, estamos se referido a uma rede que possuía um faturamento que ultrapassava US$ 700 milhões por ano (equivalente a R$ 4 bilhões na contação atual), situação essa que fazia dela parecer inabalável.

Ao longo de anos, essa varejista conseguiu se consolidar no mercado como referência e ser considerada a nº1, inovando na forma de atender os clientes e expandindo rapidamente sua presença pelo Brasil.

Todavia, no fim dos anos 80, o império começou a ruir. Endividada e sem menor chance de acompanhar as mudanças do mercado, a rede declinou, culminando na falência e adeus definitivo.

Afinal, de qual empresa estamos falando?

Em suma, estamos se referindo a Casas da Banha. De acordo com o Wikipédia, ela veio a ser fundada em 1955, na cidade do Rio de Janeiro, pelo empresário Climério Veloso. De forma rápida ela ganhou destaque e se expandiu na mesma intensidade.

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Unidade do supermercado Casas da Banha – Foto: Internet

Possuindo lojas espalhadas em diversos estados do Brasil, a Casas da Banha dominava especialmente o Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Porém, sua presença se estendia ao Distrito Federal, Bahia, Amazonas e Roraima.

Prova da sua grandiosidade estava no número de funcionários avassalador. Segundo a mesma fonte, a rede tinha um contingente de 22 mil colaboradores, tornando-se um dos maiores empregadores do setor.

Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, era os locais que a rede mais se destacava. Todavia, ela também tinha unidades no Distrito Federal, Bahia, Amazonas e Roraima.

Crise e falência decretada

No fim da década de 80, a Casas da Banha começou a enfrentar graves problemas financeiros. Diante de uma forte concorrência, má administração e modelo de negócios restrito, acabaram fazendo com que ela perdesse espaço.

Aliás, no ano de 1991, o número de funcionários caiu drasticamente de 22 mil para 9 mil. No ano seguinte, a rede foi forçada a vender 149 das 224 lojas para pagar dívidas. Além disso, as 75 unidades restantes acabaram sendo fechadas, aguardando negociações para evitar um colapso total.

Sem ter mais para onde ir, a Casas da Banha fechou às portas de vez em 1999, quando a falência veio a ser oficialmente decretada. Infelizmente, a rede não conseguiu reverter a situação.

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Fachada do supermercado Casas da Banha – Foto: Internet

Considerações finais

  • Em suma, a Casas da Banha foi uma das maiores redes varejistas do Brasil, com faturamento anual acima de US$ 700 milhões e 22 mil funcionários em seu auge;
  • Fundada em 1955, expandiu-se rapidamente, dominando mercados como RJ, SP e MG, além de outros estados;
  • Na década de 1980, começou a enfrentar graves problemas financeiros devido à concorrência, má gestão e modelo de negócios ultrapassado;
  • Em 1991, reduziu de 22 mil para 9 mil funcionários e vendeu 149 das 224 lojas para pagar dívidas
  • As 75 lojas restantes fecharam gradualmente até a falência definitiva em 1999;
  • Ademais, o caso serve como lição sobre a importância de adaptação às mudanças do mercado e gestão financeira eficiente.

Veja mai uma rede de supermercados popular que fechou às portas CLICANDO AQUI.

Qual o maior supermercado do Brasil em 2025?

Em suma, segundo dados divulgados pela revista Exame e pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), a Carrefour Brasil se destaca atualmente como a maior rede de supermercados do país.

A rede reúne mais de 500 lojas espalhadas por diversas regiões e registra um faturamento anual expressivo, consolidando sua liderança no setor de varejo de alimentos.

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