consumo consciente - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Mon, 22 Dec 2025 12:49:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png consumo consciente - TV Foco 32 32 Falta de ar, vômitos e mais: O decreto da ANVISA contra molho amado das donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/decreto-anvisa-molho-no1-donas-casa/ Mon, 22 Dec 2025 13:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2527748 ANVISA suspende lote de molho de pimenta popular após detectar substância não informada no rótulo Presente no almoço de domingo, no churrasco de família e até naquele arroz com feijão do dia a dia, o molho de pimenta ocupa um lugar cativo na mesa de muitas casas brasileiras. Para muita gente, ele não é apenas […]

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Presente no almoço de domingo, no churrasco de família e até naquele arroz com feijão do dia a dia, o molho de pimenta ocupa um lugar cativo na mesa de muitas casas brasileiras. Para muita gente, ele não é apenas um tempero, mas quase um ritual: algumas gotas bastam para transformar a refeição.

Justamente por fazer parte dessa rotina tão comum, qualquer alerta envolvendo esse tipo de produto acende um sinal vermelho imediato entre consumidores, especialmente donas de casa, as quais não apenas amam esse tipo de condimento como sempre fazem uso dele em suas receitas.

Inclusive, foi exatamente isso que aconteceu quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a suspensão de um molho de pimenta, cuja decisão surpreendeu consumidores em todo o país.

Mas o que levou à proibição?

A ANVISA suspendeu a comercialização, distribuição e o uso do lote 4512823 do Molho de Pimenta Extra Forte, da linha Ubon, da empresa MAGALHAES E FERRAZ LTDA (TEMPEROS CALI), após análises laboratoriais identificarem a presença de dióxido de enxofre no produto, substância não declarada no rótulo.

Os testes de determinação e de pesquisa quantitativa detectaram 31,4 mg/kg de dióxido de enxofre, contrariando as regras de rotulagem e segurança alimentar.

A agência reforçou que qualquer aditivo presente no alimento precisa constar de forma clara na embalagem, justamente para proteger consumidores sensíveis.

A decisão foi formalizada por meio da Resolução-RE nº 3.283, publicada no Diário Oficial da União em 28 de agosto de 2025.

Até o momento, a medida segue ativa, sem revogação.

Quais são os riscos à saúde?

De acordo com fontes oficiais, o dióxido de enxofre pode provocar uma série de efeitos adversos, especialmente quando ingerido ou inalado sem o conhecimento do consumidor.

Entre os principais riscos estão:

  • Irritação no nariz, garganta e pulmões
  • Tosse persistente e falta de ar
  • Crises de asma e agravamento de doenças respiratórias
  • Náuseas, vômitos, confusão mental e ansiedade
  • Edema de glote em casos mais graves

Em contato com superfícies úmidas, como as mucosas, a substância pode formar ácido sulfúrico, irritando tecidos e comprometendo a defesa natural dos pulmões. Pessoas com doenças crônicas respiratórias ou cardiovasculares são consideradas mais suscetíveis aos efeitos.

A posição da empresa

Até a última atualização disponível em fontes jornalísticas confiáveis, a marca não divulgou nota oficial sobre a suspensão do lote 4512823.

No entanto, o espaço para manifestação segue aberto. Além disso, vale destacar que a proibição atingiu somente o lote mencionado, ou seja, os demais lotes e produtos seguem ativos sem nenhum tipo de restrição ao consumo.

  • Importância da Temperos Cali: A Temperos Cali é uma empresa brasileira do setor alimentício, sediada em Goianésia, Goiás, cuja importância reside em sua atuação na produção e distribuição atacadista de temperos e especiarias, visando levar sabor e praticidade para cozinhas domésticas e empresas. 

O que o consumidor deve fazer quando há proibição de produto em uso?

A ANVISA orienta que os consumidores:

  • Interrompam imediatamente o uso do produto;
  • Confiram o número do lote antes do consumo;
  • Evitem qualquer utilização do lote suspenso;
  • Procurem atendimento médico em caso de reações adversas.

A agência reforça que medidas como essa buscam proteger a saúde pública e garantir que produtos amplamente consumidos estejam dentro dos padrões exigidos pela legislação brasileira.

Mas, para mais informações sobre a ANVISA, clique aqui*.

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Informe da ANVISA comunica proibição de sabão popular e retirada de lojas liga o alerta nas donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/informe-anvisa-proibe-sabao-popular/ Mon, 10 Nov 2025 11:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2507601 ANVISA proíbe sabões e outros produtos de marca popular por falhas graves; Entenda o caso, os riscos e como comprar saneantes com segurança Presentes em praticamente todos os lares brasileiros, os produtos de limpeza são indispensáveis para a rotina doméstica. Entre eles, o sabão ocupa papel central, pois ele é útil na lavagem de roupas, […]

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Presentes em praticamente todos os lares brasileiros, os produtos de limpeza são indispensáveis para a rotina doméstica. Entre eles, o sabão ocupa papel central, pois ele é útil na lavagem de roupas, na higienização de superfícies ou na limpeza da cozinha.

Justamente por fazer parte do cotidiano de milhões de famílias, qualquer alerta sobre sua segurança acende o alerta nos consumidores, principalmente nas donas de casa.

E foi isso que aconteceu em outubro de 2025, quando um informe da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição da fabricação, venda, distribuição e uso de todos os produtos de limpeza e cosméticos da empresa Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda., com sede em Parauapebas (PA).

De acordo com o portal Agência Brasil, oficial do Governo, a decisão, publicada após uma ação de fiscalização, incluiu TODA linha de saneantes, inclusive os galões de sabão, tão populares e bem requisitados, conforme mostram as suas redes sociais oficiais.

A situação levou à retirada imediata dos produtos de prateleiras em diversos estados.

A medida está ligada a falhas graves nas boas práticas de fabricação, detectadas durante uma inspeção sanitária entre 30 de setembro e 2 de outubro de 2025.

MAS ATENÇÃO! Antes de prosseguir, a fim de evitar confusões, é bom deixar bem claro que a empresa autuada, a Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda., não tem qualquer relação com a Maxxi Química, outra companhia do setor com nome semelhante.

As duas não possuem vínculos empresariais, jurídicos ou operacionais.

O que motivou a proibição?

Durante a inspeção, a ANVISA constatou que a empresa descumpria o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para produtos de higiene pessoal, cosméticos e saneantes, conforme determina a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 48/2013.

Essas boas práticas garantem que o processo produtivo siga padrões mínimos de higiene, controle de qualidade e segurança.

No caso da Maxx Química, a ausência de conformidade colocou em risco a integridade dos produtos e, consequentemente, a saúde do consumidor.

Diante das irregularidades, a Anvisa determinou de todos os seus produtos.

Os riscos para o consumidor

O uso de produtos de limpeza fabricados fora das normas da Anvisa pode representar riscos diretos à saúde e à segurança doméstica.

A falta de controle técnico pode levar a formulações instáveis, com níveis inadequados de substâncias químicas, capazes de causar irritações na pele, alergias, intoxicações ou danos a superfícies.

Em alguns casos, a presença de componentes não permitidos ou mal dosados pode liberar vapores tóxicos quando o produto entra em contato com outros agentes de limpeza.

Por isso, a agência reforça que apenas produtos fabricados segundo as boas práticas e devidamente regularizados devem ser utilizados no dia a dia.

A posição da empresa

Até o momento, a Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda. não se manifestou publicamente sobre a decisão da ANVISA. Também não há registros oficiais de pedido de regularização, defesa ou recurso junto ao órgão.

Inclusive um consumidor chegou a cobrar esse posicionamento por meio de um comentário em seu perfil oficial no Instagram, mas, até o momento, sem respostas; Veja na imagem abaixo:

Consumidor cobra um posicionamento da marca sobre a decisão da ANVISA (Foto Reprodução/Instagram)
Consumidor cobra um posicionamento da marca sobre a decisão da ANVISA (Foto Reprodução/Instagram@maxxquimica)

No entanto, o espaço segue em aberto, caso ela queira expor a sua versão dos fatos e até mesmo dar os esclarecimentos. Lembrando que:

  • A medida cautelar segue ativa;
  • Os produtos continuam proibidos de circular no mercado brasileiro até que a empresa comprove o cumprimento das exigências sanitárias e apresente nova autorização de funcionamento.

Importância da empresa:

  • A Maxx Química e Sistemas de Limpeza Ltda. existe há mais de 14 anos, atuando na industrialização e comercialização de produtos químicos para limpeza institucional e caseira.

Como comprar produtos de limpeza com segurança?

A ANVISA sempre recomenda que o consumidor siga alguns cuidados básicos antes de comprar ou usar qualquer produto de limpeza:

  • Verifique se o rótulo traz o nome da empresa fabricante, CNPJ e número de registro na Anvisa;
  • Desconfie de embalagens sem informações completas ou sem instruções de uso;
  • Evite produtos com cheiro ou cor alterados, tampas violadas ou sem lacre de segurança;
  • Prefira marcas conhecidas e registradas;
  • Em caso de dúvida, consulte o site oficial da Anvisa (www.gov.br/anvisa) para confirmar a regularização do produto.

Esses cuidados ajudam a evitar o uso de produtos falsificados ou fabricados fora das normas, reduzindo riscos à saúde e prevenindo acidentes domésticos.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA e suas proibições e comunicados, clique aqui*.

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Venda proibida: ANVISA veta azeite popular e liga alerta nas donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-veta-azeite-e-liga-alerta-donas-de-casa/ Mon, 03 Nov 2025 10:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2504990 ANVISA proíbe azeite por falsificação e alerta donas de casa sobre riscos à saúde. Saiba como identificar e consumir azeite de forma segura O azeite de oliva, ingrediente presente em muitas cozinhas brasileiras, é amplamente reconhecido por seus benefícios à saúde e pelo sabor que valoriza receitas tradicionais. Porém, em setembro de 2025, a ANVISA […]

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ANVISA proíbe azeite por falsificação e alerta donas de casa sobre riscos à saúde. Saiba como identificar e consumir azeite de forma segura

O azeite de oliva, ingrediente presente em muitas cozinhas brasileiras, é amplamente reconhecido por seus benefícios à saúde e pelo sabor que valoriza receitas tradicionais.

Porém, em setembro de 2025, a ANVISA emitiu um alerta nacional e vetou a comercialização de todos os lotes do azeite de oliva da marca Los Nobles, ligando o sinal de alerta para donas de casa e consumidores atentos à qualidade dos produtos que consomem.

A proibição:

A medida publicada no Diário Oficial da União em 16 de setembro de 2025, por meio da Resolução nº 3.579, determinou a proibição da venda, além da apreensão dos estoques e proibição de propaganda.

A decisão do veto ocorreu devido à origem clandestina do produto, ou seja, ele não possuía registro na ANVISA nem autorização da ANMAT para importação, configurando uma suposta falsificação, a qual coloca em risco a saúde pública – Conforme podem ver por aqui*.

A ação se baseou em normas legais que garantem a segurança alimentar, incluindo dispositivos do Decreto-Lei nº 986/1969 e da Resolução RDC nº 727/2022, além do artigo 7º da Lei nº 9.782/1999.

A ausência de informações sobre a empresa responsável e seu CNPJ reforça a irregularidade e a necessidade de intervenção imediata da fiscalização.

Riscos à saúde:

Consumir azeite de origem desconhecida pode representar riscos significativos.

Produtos sem registro e sem controle sanitário podem conter substâncias adulteradas ou contaminantes, que afetam a saúde do consumidor.

Além disso, a ingestão contínua de produtos falsificados não garante os benefícios do azeite genuíno, como proteção cardiovascular, ação antioxidante e contribuição para a saúde do sistema digestivo.

Visto que a empresa responsável é desconhecida, não foi possível localizar o status atual da sua situação, bem como declarações a respeito do ocorrido.

Mas a medida adotada pela ANVISA demonstra a vigilância contínua sobre alimentos de uso diário. E a proibição preventiva protege os consumidores e reforça a confiança em produtos regularmente inspecionados.

Como consumir azeite de forma segura?

Para evitar riscos, especialistas recomendam atenção ao comprar azeite:

  • Verifique o registro ANVISA: Somente produtos registrados e autorizados têm sua qualidade e procedência garantidas;
  • Prefira marcas confiáveis: Empresas com histórico sólido e distribuição regular no mercado oferecem maior segurança;
  • Cheque a rotulagem: O rótulo deve indicar claramente o fabricante, lote, validade e país de origem;
  • Evite produtos de origem desconhecida: Azeites vendidos sem informações claras ou importados sem autorização devem ser ignorados;
  • Armazenamento adequado: Conserve azeites em local fresco e protegido da luz, preservando suas propriedades e evitando contaminação.

Mas, para saber mais sobre a Vigilância Sanitária, bem como a ANVISA, clique aqui. *

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Anvisa informa retirada de sal popular de lojas e traz alerta às donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-informa-retirada-de-sal-e-faz-alerta-donas-casa/ Sun, 02 Nov 2025 10:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2504658 ANVISA suspende 13 lotes do sal rosa do Himalaia Kinino por irregularidade no teor de iodo; Entenda os riscos à saúde e saiba como escolher sal seguro para consumo Presente em todas as cozinhas do país, o sal é indispensável no preparo de qualquer refeição. Mas, em outubro de 2025, um comunicado da Agência Nacional […]

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ANVISA suspende 13 lotes do sal rosa do Himalaia Kinino por irregularidade no teor de iodo; Entenda os riscos à saúde e saiba como escolher sal seguro para consumo

Presente em todas as cozinhas do país, o sal é indispensável no preparo de qualquer refeição. Mas, em outubro de 2025, um comunicado da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) surpreendeu consumidores, principalmente donas de casa e acendeu um sinal de alerta.

Isso porque 13 lotes do sal rosa do Himalaia moído, marca Kinino, foram suspensos por apresentarem irregularidades no teor de iodo.

Pois é, um ingrediente tão comum e aparentemente inofensivo passou a ser motivo de preocupação. Com base na resolução publicada pela autarquia, veja abaixo os perigos por trás dessa falta.

A decisão da ANVISA

Em 20 de outubro de 2025, a ANVISA publicou no Diário Oficial da União um alerta nacional determinando a suspensão e o recolhimento imediato dos lotes MAR 257 1 a MAR 257 13, com validade até março de 2027.

A razão, conforme mencionado acima, é que o sal apresentou níveis de iodo abaixo do mínimo exigido pela legislação brasileira, o que o torna irregular para consumo.

O recolhimento foi voluntário, conduzido pela própria fabricante H.L. do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda., detentora da marca Kinino.

A iniciativa, segundo a ANVISA, demonstra responsabilidade e comprometimento com a qualidade, mesmo antes de qualquer sanção obrigatória.

Por que o iodo é essencial?

O iodo é um mineral fundamental para o funcionamento da glândula tireoide, responsável por regular o metabolismo.

A deficiência desse nutriente pode causar bócio, um aumento anormal da tireoide e prejuízos neurológicos graves em gestantes e crianças.

Desde a década de 50, o Brasil adota a iodação obrigatória do sal como política de saúde pública para prevenir doenças relacionadas à falta do mineral.

Por isso, o teor de iodo é rigorosamente controlado pela ANVISA e deve estar dentro dos parâmetros definidos em lei.

Afinal, quando o sal contém menos iodo do que o necessário, ele perde sua função protetora e passa a representar um risco silencioso à saúde da população.

Postura da empresa:

Embora a H.L. do Brasil não tenha divulgado nota oficial sobre o caso, o fato de o recolhimento ter sido voluntário reforça a transparência e o compromisso da marca com a segurança alimentar.

A Kinino é uma empresa consolidada no setor alimentício, com mais de duas décadas de atuação.

Seu portfólio inclui condimentos, temperos e farinhas, amplamente distribuídos em redes varejistas de pequeno e médio porte em todo o país.

Inclusive, o histórico da empresa e sua decisão de agir preventivamente demonstram uma postura de zelo e respeito pelos consumidores.

Importante destacar que apenas os lotes mencionados foram afetados pela suspensão. Os demais produtos da marca seguem disponíveis no mercado, livres de qualquer irregularidade.

Como garantir segurança ao comprar sal?

Especialistas recomendam atenção redobrada na hora de escolher o sal de cozinha. Pequenos detalhes na embalagem podem fazer toda a diferença:

  • Verifique o rótulo. O produto deve conter a expressão “sal iodado” e o número de registro da Anvisa;
  • Dê preferência a marcas reconhecidas. Fabricantes com histórico de conformidade e boa reputação oferecem mais segurança, como a Kinino, que agiu prontamente diante da falta e tomou as providências certas;
  • Confira a procedência. Evite comprar produtos a granel ou sem identificação clara de origem.
  • Armazene corretamente. Mantenha o sal em local seco e protegido da luz, o que ajuda a preservar o iodo ativo;

Esses cuidados simples ajudam o consumidor a evitar produtos irregulares e garantem que o sal cumpra sua função: realçar o sabor dos alimentos sem comprometer a saúde.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA, clique aqui*.

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ANVISA comunica proibição contra chá popular e donas de casa ficam em alerta https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-informa-proibicao-cha-donas-casa-atentam-se/ Fri, 31 Oct 2025 10:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2504178 ANVISA proíbe chá popular após descoberta; Entenda os riscos dos “naturais” irregulares e saiba como comprar com segurança De todos os chás, o verde e a cúrcuma estão entre os mais queridinhos de quem busca um estilo de vida saudável. Presentes em dietas, rotinas fitness e até receitados por influenciadores, os suplementos com essas substâncias […]

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De todos os chás, o verde e a cúrcuma estão entre os mais queridinhos de quem busca um estilo de vida saudável. Presentes em dietas, rotinas fitness e até receitados por influenciadores, os suplementos com essas substâncias prometem acelerar o metabolismo, reduzir inflamações e fortalecer o sistema imunológico.

Mas, em setembro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) emitiu um comunicado, o qual ligou o sinal de alerta em milhares de donas de casa quanto a dois desses produtos, fabricados pela Verde Flora Produtos Naturais Ltda, após proibição em todo o território nacional.

A proibição

A decisão publicada no Diário Oficial da União no dia 17 de setembro de 2025, por meio da Resolução nº 3.582, ocorreu após a ANVISA constatar a fabricação e comercialização de medicamentos sem registro.

Em suma, a medida atingiu todos os lotes de:

  • Chá Verde (extrato seco de Camellia sinensis);
  • Centella asiática;
  • Cúrcuma Cápsulas 500mg”.

De acordo com o órgão, os produtos eram anunciados e vendidos como suplementos de origem natural, mas não tinham registro, notificação nem cadastro junto à autarquia, o que significa que não passaram por nenhuma avaliação de segurança, eficácia ou qualidade.

Essa proibição foi ampla e determinou a apreensão dos estoques.

Além disso, a medida teve caráter preventivo e imediato, com base na Lei nº 6.360/1976 e na Lei nº 9.782/1999, que regulam medicamentos e produtos sob vigilância sanitária no país.

O que diz a empresa?

A Verde Flora Produtos Naturais Ltda. está sediada em Itapemirim (ES) e inscrita no CNPJ 02.200.052/0001-37.

Apesar de constar na base da ANVISA como empresa com autorização de funcionamento para fabricar medicamentos, a falta do registro para os produtos citados obrigou a autarquia a tomar a decisão.

Vale dizer que, até o momento, a empresa não se pronunciou publicamente sobre a decisão e não apresentou defesa formal publicamente, no entanto, o espaço segue em aberto.

Quais são os riscos de quem consome produtos sem registro?

Embora os produtos naturais transmitam uma imagem de segurança, a ausência de registro na Anvisa significa que não há controle sobre sua formulação, dosagem ou possíveis contaminações.

Substâncias concentradas, mesmo que derivadas de plantas, podem causar reações adversas graves, como alterações na pressão arterial, sobrecarga hepática e interações perigosas com outros medicamentos.

A Camellia sinensis, base do chá verde, por exemplo, pode aumentar a frequência cardíaca e causar insônia se consumida em excesso.

Já a cúrcuma em cápsulas, quando não padronizada, pode conter impurezas ou substâncias químicas não declaradas.

Por isso, a ANVISA exige que todo produto com alegações terapêuticas tenha registro e comprovação científica de segurança e eficácia.

Como o consumidor pode se proteger de produtos sem registro?

A recomendação da ANVISA é clara:

  • Nunca compre medicamentos ou suplementos sem verificar o registro no rótulo;

Todo produto regularizado exibe um número de registro (começando por “MS” ou “ANVISA”) e deve conter a indicação da categoria sanitária.

O consumidor pode conferir a situação de qualquer produto no site oficial da Anvisa, na seção “Consultas de Produtos Regularizados”.

Também é importante evitar compras pela internet em sites sem procedência, redes sociais ou marketplaces que não comprovem a origem da mercadoria.

Em caso de suspeita, a orientação é denunciar à Vigilância Sanitária local e interromper imediatamente o uso.

Mesmo suplementos e fitoterápicos devem ter autorização formal para garantir que realmente são seguros.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA, clique aqui*.

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Brigadeiro com plástico: Denúncia contra doce popular obriga a ANVISA a emitir alerta https://tvfoco.uai.com.br/brigadeiro-plastico-denuncia-obriga-anvisa-emitir-alerta/ Mon, 27 Oct 2025 10:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2502675 Brigadeiro com glitter de plástico gera alerta da ANVISA; Entenda os riscos à saúde, como identificar produtos seguros e o que fazer O brigadeiro ocupa um lugar sagrado na mesa brasileira. Presente em aniversários, casamentos e festas escolares, ele simboliza afeto, celebração e memória coletiva. É o tipo de doce popular que dispensa apresentações: basta […]

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Brigadeiro com glitter de plástico gera alerta da ANVISA; Entenda os riscos à saúde, como identificar produtos seguros e o que fazer

O brigadeiro ocupa um lugar sagrado na mesa brasileira. Presente em aniversários, casamentos e festas escolares, ele simboliza afeto, celebração e memória coletiva. É o tipo de doce popular que dispensa apresentações: basta o aroma do leite condensado caramelizando para despertar lembranças afetivas de gerações inteiras.

Mas, em meio à popularidade incontestável desse ícone nacional, uma denúncia feita nas redes sociais acendeu um alerta inesperado e grave sobre o que, de fato, estamos colocando na boca.

Em outubro de 2025, um vídeo do criador de conteúdo Dario Centurione viralizou nas redes ao mostrar que glitters vendidos como “comestíveis” em confeitarias continham, na verdade, partículas de plástico.

O material era composto por polipropileno (PP) micronizado, um tipo de plástico amplamente usado na fabricação de embalagens e objetos, mas absolutamente inadequado para consumo humano.

A repercussão foi imediata e levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a emitir um alerta nacional no dia 23 de outubro de 2025.

Uma denúncia chocante

De acordo com o portal UOL, no vídeo, Centurione visita uma padaria e questiona a atendente sobre o produto usado para decorar os doces.

Após adquirir o material e ler o rótulo, ele revela que o glitter rotulado como “comestível” era, na verdade, feito de plástico: “Imagina se é plástico?” – Questiona o influenciador, antes de confirmar a suspeita.

O conteúdo rapidamente ultrapassou 500 mil visualizações no TikTok e mais de três milhões no Instagram.

Com a repercussão, a ANVISA analisou o caso e confirmou: glitters à base de polipropileno não são comestíveis e jamais devem entrar em contato direto com alimentos.

Ademais, o órgão reforçou que o uso desses produtos em confeitaria representa risco à saúde, especialmente se ingeridos, e determinou que os consumidores denunciem qualquer comércio que ofereça glitters plásticos como produtos alimentares.

O posicionamento da ANVISA

Em comunicado oficial, a ANVISA foi categórica: “Plástico não é ingrediente alimentar nem no glitter.”

Segundo a agência, apenas aditivos devidamente aprovados podem compor produtos rotulados como comestíveis.

Isso inclui corantes alimentares, açúcares e pigmentos autorizados, sempre especificados no rótulo e avaliados individualmente antes da liberação para consumo.

A ANVISA esclareceu que o PP (polipropileno) e outros plásticos, como PET, são materiais permitidos apenas em objetos decorativos não comestíveis, como toppers, fitilhos e embalagens.

Mesmo nesses casos, o uso exige controle rigoroso:

  • O material deve passar por testes de migração química para garantir que nenhuma substância tóxica se desprenda e contamine o alimento;
  • Quando usados diretamente na cobertura de bolos e doces, esses produtos deixam de ser inofensivos e passam a representar um perigo real.

Quais perigos existem na ingestão de plástico?

A ingestão de partículas plásticas pode causar irritação gastrointestinal, reação inflamatória e, em casos prolongados, contribuir para o acúmulo de microplásticos no organismo, um problema global crescente.

Pesquisas internacionais já demonstraram que esses fragmentos podem atravessar barreiras biológicas, chegando à corrente sanguínea e até a tecidos humanos, com efeitos ainda não totalmente compreendidos, mas potencialmente danosos.

Além dos riscos diretos, há também a confusão no ponto de venda.

Muitos estabelecimentos exibem lado a lado produtos realmente comestíveis e outros meramente decorativos.

A aparência similar entre ambos contribui para que consumidores, confeiteiros e até funcionários de padarias usem, sem perceber, glitters que deveriam ser aplicados apenas em superfícies não alimentares.

Como identificar o produto comestível?

A ANVISA orienta que o consumidor verifique atentamente o rótulo antes de comprar qualquer pó decorativo.

O produto só pode ser consumido se trouxer descrições como “corante para fins alimentícios” ou “açúcar para confeitar”.

Se o rótulo mencionar siglas como PP, PET ou PVC, o item não é comestível e o consumidor deve evitar seu uso direto sobre alimentos.

Outra recomendação é observar a lista de ingredientes completa, que deve conter apenas substâncias alimentares reconhecidas.

Produtos vendidos a granel, sem rótulo, também oferecem risco, pois dificultam a identificação da origem e da composição.

O que fazer em caso de suspeita de conter substâncias nocivas nos alimentos?

Se o consumidor identificar produtos irregulares à venda, especialmente glitters ou pós decorativos com indicação de plástico, deve denunciar imediatamente à Vigilância Sanitária municipal.

O canal de denúncias está disponível no portal da ANVISA, e é importante fornecer o máximo de informações:

  • Nome e marca do produto;
  • CNPJ do fabricante ou distribuidor;
  • Lote;
  • Validade e foto do rótulo;

Além disso, quanto mais detalhada for a denúncia, maior a chance de o órgão rastrear a origem do problema e agir rapidamente.

Um alerta para além do brigadeiro:

O caso expôs um desafio crescente na era das redes sociais: a influência de tendências estéticas na alimentação.

Bolos e doces cada vez mais brilhantes e coloridos conquistam curtidas, mas podem esconder ingredientes inadequados.

Isso porque, embora o uso de glitters “decorativos” seja permitido em objetos que não entram em contato direto com a comida, o uso incorreto pode transformar um simples toque de brilho em risco sanitário.

Para os consumidores e confeiteiros, o alerta serve como um lembrete: a beleza do doce não pode custar a segurança de quem o consome.

Antes de comprar qualquer ingrediente, é essencial buscar informações sobre procedência e certificação. Afinal, o brilho que encanta nas redes pode esconder um perigo invisível.

No entanto, vale dizer que esse alerta da ANVISA não é uma condenação ao uso de cores ou brilhos na confeitaria, mas sim um chamado à responsabilidade sanitária e à transparência.

Em tempos em que a estética digital influencia até o que comemos, o caso do glitter de plástico lembra que segurança alimentar deve brilhar mais do que qualquer decoração.

Mas, para saber mais sobre a ANVISA e suas proibições, clique aqui*.

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ANVISA comunica proibição de óleo popular no Brasil e emite alerta em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-comunica-proibicao-oleo-alerta-2025/ Thu, 16 Oct 2025 12:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2498940 ANVISA comunica proibição contra linha de óleo de girassol popular por irregularidades no registro e alegações terapêuticas indevidas; Entenda o caso O óleo de girassol conquistou espaço importante no mercado de cosméticos. Rico em vitamina E e ácidos graxos essenciais, ele aparece em hidratantes, loções e produtos capilares pela promessa de nutrição e regeneração da […]

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O óleo de girassol conquistou espaço importante no mercado de cosméticos. Rico em vitamina E e ácidos graxos essenciais, ele aparece em hidratantes, loções e produtos capilares pela promessa de nutrição e regeneração da pele e dos fios.

Nos últimos anos, versões “ozonizadas” ganharam destaque entre consumidores que buscam alternativas naturais e multifuncionais.

No entanto, no dia 3 de outubro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a suspensão imediata do Óleo de Girassol Ozonizado Sofh, da marca Ozonteck, após identificar irregularidades graves no registro e nas alegações do produto.

A proibição e as irregularidades encontradas

De acordo com o comunicado da ANVISA, publicado por meio da Resolução nº 3.898, de 3 de outubro de 2025, que suspendeu a fabricação, o uso, a propaganda, a distribuição, o recolhimento e a comercialização do óleo de girassol ozonizado da Ozonteck – Conforme podem ver por aqui*.

A medida ocorreu após constatar que o produto era vendido com alegações de atividade farmacológica, o que fere a legislação sanitária brasileira, já que cosméticos não podem prometer efeitos terapêuticos.

Além disso, o produto estava irregularmente registrado, o que significa que não passou pelas etapas obrigatórias de comprovação de segurança e eficácia exigidas pela ANVISA.

A agência também apontou que a empresa responsável pela fabricação, +Briefing Agência de Publicidade e Representações Ltda, não possuía autorização adequada para a produção de cosméticos ozonizados.

Essas irregularidades levaram à suspensão preventiva de todos os lotes do produto em território nacional, até que a situação regulatória seja regularizada.

Manifestação da empresa Ozonteck

De acordo com a Revista OESTE, a Ozonteck afirmou que trabalha para ajustar seus rótulos e adequar as alegações dos produtos às normas da Anvisa.

Segundo a empresa, a suspensão se refere a uma divergência regulatória e não à constatação de risco direto à saúde.

A marca comunicou que já iniciou o processo de revisão de suas formulações e embalagens, com apoio jurídico, para atender às exigências sanitárias e solicitar a regularização dos produtos.

Mas, até o momento, não há novas manifestações públicas sobre o caso.

Quais riscos esse tipo de situação causa na saúde dos consumidores?

Cosméticos sem registro representam um risco real à saúde pública. Produtos com alegações terapêuticas não comprovadas podem conter substâncias que causam reações alérgicas, irritações ou até intoxicações.

No caso do óleo ozonizado, o problema se agrava, pois o uso inadequado de compostos ozonizados pode gerar instabilidade química e provocar danos à pele.

A ausência de registro impede que a ANVISA avalie a segurança do produto, o que significa que o consumidor não tem garantia sobre a procedência dos ingredientes, a concentração dos ativos e a ausência de contaminantes.

Por isso, a proibição serve como medida de precaução para evitar que produtos de risco continuem circulando no mercado.

A presença da Ozonteck no mercado

A Ozonteck atua no segmento de cosméticos e produtos ozonizados, com presença crescente no comércio eletrônico e em redes de revendedores independentes.

A empresa ganhou notoriedade ao promover produtos que combinam ozônio com óleos vegetais, prometendo benefícios de hidratação e renovação celular.

Ela foi fundada em 2022 e é reconhecida por ter sido pioneira no Brasil ao trazer a tecnologia de produtos com ozônio para o mercado, focando em vendas diretas e marketing de relacionamento. 

De acordo com apurações feitas pelas redes sociais, embora alguns registros possam mencionar datas diferentes devido às suas filiais ou à atividade de importação e comércio, o ano de 2022 é o marco mais consistente para a empresa na sua atuação como fabricante e distribuidora de produtos ozonizados.

Como comprar cosméticos com segurança?

O consumidor pode evitar riscos seguindo orientações básicas:

  • Primeiramente, verifique se o produto possui número de registro ou notificação da ANVISA no rótulo; esse dado comprova que passou pela avaliação sanitária.
  • Evite cosméticos que prometem “curas”, “efeitos terapêuticos” ou “tratamentos milagrosos”, pois tais alegações não são permitidas para produtos estéticos.
  • Por fim, também é importante desconfiar de preços muito abaixo do mercado e sempre adquirir itens em estabelecimentos confiáveis.

Ademais, em caso de suspeita de irregularidade, o consumidor deve comunicar a Vigilância Sanitária local ou registrar denúncia nos canais oficiais da ANVISA.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA e suas proibições e comunicados, clique aqui*.

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