consumo seguro - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Fri, 14 Nov 2025 09:38:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png consumo seguro - TV Foco 32 32 O seu café pode estar em risco: Informe da ANVISA proíbe 6 marcas populares em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/informe-da-anvisa-proibe-6-marcas-cafe/ Fri, 14 Nov 2025 13:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2509812 ANVISA proíbe seis marcas de café em 2025 após irregularidades graves; Veja os riscos, as decisões oficiais e como identificar problemas É fato inquestionável que o café sustenta, de uma forma ou de outra, a rotina de todos os brasileiros: ele ajuda a despertar, acompanha conversas como nenhuma outra bebida e está em quase todas […]

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ANVISA proíbe seis marcas de café em 2025 após irregularidades graves; Veja os riscos, as decisões oficiais e como identificar problemas

É fato inquestionável que o café sustenta, de uma forma ou de outra, a rotina de todos os brasileiros: ele ajuda a despertar, acompanha conversas como nenhuma outra bebida e está em quase todas as cozinhas do país.

Justamente por ser tão presente, qualquer dúvida sobre sua segurança cria um alerta imediato.

Inclusive, neste ano de 2025, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) intensificou fiscalizações e proibiu seis marcas populares por irregularidades consideradas graves.

De acordo com informações do portal G1 e Capitalist, a medida atingiu desde microtorrefações artesanais até marcas que alegavam produzir cafés tradicionais.

O anúncio expôs falhas que iam de problemas sanitários a uso de ingredientes proibidos e colocou o consumidor diante de um cenário que exige atenção redobrada a:

  • Rótulos;
  • Registros;
  • Procedência.

A proibição

A ANVISA adotou proibições e recolhimentos entre junho e outubro de 2025 após constatar diferentes tipos de irregularidades nos produtos investigados.

A ordem mais recente ocorreu ainda no dia 3 de novembro de 2025, envolvendo a marca Vibe Coffee, que fabricava e comercializava café sem licença sanitária, tanto em seu site quanto em marketplaces.

Em suma, a agência apontou:

  • Falhas nas boas práticas de fabricação;
  • Falta de rastreabilidade dos lotes;
  • Ausência de procedimentos operacionais padrão;
  • Problemas de higienização na produção.

Além disso, outras cinco marcas foram barradas meses antes por motivos distintos, como contaminação, formulação indevida e alegações enganosas.

Riscos identificados

As irregularidades encontradas nas mais variadas marcas eram diferentes em sua totalidade, mas todas comprometiam a segurança do consumidor.

Entre os riscos identificados pela ANVISA estavam:

  • Presença de micotoxinas como a ocratoxina A, substância produzida por fungos e associada a danos renais;
  • Uso de ingredientes não autorizados no país;
  • Formulações incompatíveis com a definição de café;
  • Potenciais danos físicos, como no caso do Café Câmara, que teve lotes com fragmentos semelhantes a vidro;
  • Rótulos que induziam o consumidor ao erro sobre a natureza e composição do produto.

Todos esses danos juntos podem prejudicar a saúde dos consumidores.

A versão das marcas:

As respostas das empresas à fiscalização foram diferentes:

  • Vibe Coffee: O proprietário informou que a microtorrefação contava com apenas dois funcionários e que ele mesmo já havia solicitado vistoria desde fevereiro. Além disso, ele afirmou que a produção foi suspensa temporariamente para regularização e reconheceu a falta de manuais exigidos pela vigilância.

“Após as correções, todas as evidências serão encaminhadas à Vigilância Sanitária estadual para reavaliação e liberação do retorno das operações” – Afirmou a marca

  • Pingo Preto (Grupo Jurerê): A empresa declarou que o produto estava descontinuado desde janeiro de 2025 e alegou que se tratava de uma mistura para bebidas, não um café puro – Conforme podem ver por aqui*.
  • DM Alimentos (Café Melissa): Contestou a decisão e classificou a ação da Anvisa como “tecnicamente equivocada”;
  • Marca Oficial: Não apresentou manifestação até o momento descrito pelo material, no entanto o espaço segue em aberto;
  • Cafellow (Fellow Criativo): Admitiu erro por “falta de conhecimento regulatório” e suspendeu as vendas para ajustar a formulação:

“A empresa está tomando as providências administrativas e técnicas para que ele seja devidamente registrado na Anvisa para que as vendas possam ser retomadas.”

De acordo com o G1, o posicionamento na íntegra pode ser acessado por aqui*.

  • Café Câmara: Não há posicionamento divulgado no conteúdo disponível, porém, da mesma forma que com a marca Oficial, o espaço segue em aberto.

Como comprar café com segurança?

Para comprar com a mais total segurança, o consumidor deve:

  • Buscar pelos selos de certificação: O principal é o Selo de Pureza e Qualidade da ABIC, que garante que o café é puro (sem misturas como milho ou cascas). Outros selos (BSCA, Orgânico, Fairtrade) indicam qualidade e sustentabilidade;
  • Verifique a rotulagem: A embalagem deve indicar claramente “café torrado moído” ou “café torrado em grãos”. Evite descrições vagas que sugiram imitações;
  • Priorize o frescor: Escolha cafés com a data de torra mais recente possível;
  • De olho no preço: Desconfie de preços muito baixos, que podem indicar baixa qualidade ou fraude;
  • Compre online com cuidado: Use sites oficiais ou marketplaces confiáveis. Verifique a reputação do vendedor e evite promoções e links suspeitos.

O que o consumidor deve fazer agora?

A série de proibições reforça a necessidade de atenção redobrada:

  • Priorize marcas certificadas;
  • Desconfie de preços muito baixos;
  • Evite comprar cafés de procedência desconhecida;
  • Verifique sempre rótulos, selos e informações obrigatórias;
  • Consulte os sistemas oficiais antes de adquirir produtos em lojas virtuais.

A ANVISA garante uma fiscalização ativa para assegurar que o café consumido no país seja seguro, autêntico e produzido de acordo com as normas sanitárias

Mas, para mais informações sobre a ANVISA clique aqui*.

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Anvisa comunica proibição de chá popular no Brasil em outubro e alerta as donas de casa https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-proibicao-cha-popular-brasil-outubro/ Tue, 21 Oct 2025 11:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2500552 “Chá do milagre”, amplamente divulgado nas redes sociais, é alvo de medida cautelar nacional e toma proibição da ANVISA Neste mês de outubro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a proibição imediata do “Chá do Milagre”, o que deixou milhares de donas de casa em alerta. O produto, anunciado como suplemento […]

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“Chá do milagre”, amplamente divulgado nas redes sociais, é alvo de medida cautelar nacional e toma proibição da ANVISA

Neste mês de outubro de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a proibição imediata do “Chá do Milagre”, o que deixou milhares de donas de casa em alerta.

O produto, anunciado como suplemento natural com efeitos emagrecedores, calmantes e, até mesmo, estimulantes, chamou a atenção por apresentar sérias irregularidades sanitárias e risco potencial à saúde pública.

O Diário Oficial da União publicou a decisão em 20 de outubro de 2025, após o órgão identificar desconhecimento sobre a composição e a origem do produto.

Por meio da Resolução, a ANVISA afirmou que não localizou nenhuma empresa responsável pela fabricação do chá.

Além disso, a divulgação em plataformas como Facebook e Instagram incluía alegações terapêuticas não permitidas, o que reforçou a gravidade da infração.

Por dentro da proibição

A medida cautelar, registrada sob o número 4.125/2025, determinou essa proibição em todo o território nacional.

Segundo a ANVISA, o “Chá do Milagre” e suas variações apresentavam publicidade irregular, com promessas de efeitos diversos, conforme destacado acima, mas sem nenhuma comprovação.

Essas práticas violam o Decreto-Lei nº 986/1969 e diversas resoluções sanitárias vigentes.

O órgão também informou que o produto não possui qualquer comprovação científica ou registro sanitário, o que impede a avaliação de sua segurança e eficácia.

Ademais, a ausência de fabricante e a impossibilidade de rastrear a cadeia produtiva levaram a ANVISA a considerar o caso como ameaça direta à saúde do consumidor.

Riscos à saúde

Consumir produtos sem registro ou origem conhecida representa alto risco sanitário.

A composição desconhecida pode incluir substâncias tóxicas, adulteradas ou contraindicadas para determinados grupos.

Especialistas alertam que produtos comercializados como “naturais” ou “milagrosos” podem conter estimulantes, diuréticos e compostos sintéticos que provocam:

  • Intoxicação;
  • Desidratação;
  • Danos hepáticos ou renais.

Além disso, ao prometer efeitos terapêuticos, produtos desse tipo podem induzir o consumidor a substituir tratamentos médicos adequados, agravando doenças pré-existentes.

A ANVISA reforça que nenhum chá ou suplemento pode legalmente alegar efeitos de emagrecimento, antidepressivos ou afrodisíacos sem comprovação científica e autorização específica.

Vale destacar que, como a autarquia não identificou o fabricante, o CNPJ ou endereço da empresa responsável pelo produto, até a última atualização, não foi possível detectar qualquer manifestação oficial ou posicionamento público associado à marca ou a possíveis distribuidores.

Mas, o caso permanece sob investigação e as atividades relacionadas ao produto seguem proibidas.Veja a resolução completa clicando aqui*.

Veja caso similar de risco no vídeo abaixo:

Como comprar chás e suplementos com segurança?

Para evitar riscos, o consumidor deve sempre:

  • Verificar o número de registro da ANVISA nas embalagens;
  • Conferir se o fabricante é regularizado e possui endereço e CNPJ válidos.

Além disso, produtos que prometem curas, emagrecimento rápido ou rejuvenescimento devem ser vistos com desconfiança.

Em caso de dúvida, é possível consultar o Portal de Consultas da ANVISA e, até mesmo, denunciar produtos suspeitos.

Especialistas reforçam que nenhum chá substitui tratamento médico e que o consumo seguro depende de orientação profissional e procedência comprovada.

Mas, para saber mais informações sobre a ANVISA e suas proibições e comunicados, clique aqui*.

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