dívida empresarial - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Tue, 11 Nov 2025 01:43:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png dívida empresarial - TV Foco 32 32 Volkswagen, Fiat e mais não esperavam : A falência de montadora e venda de carros por mixaria https://tvfoco.uai.com.br/falencia-de-rival-venda-carros-mixaria-surpreende-fiat-e/ Tue, 11 Nov 2025 09:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2508594 Montadora, rival da Volks, Fiat e mais, afunda sob R$ 5 bilhões em dívidas, pede falência nos EUA e liquida carros a preço de banana após fracassar em atrair investidores Por décadas, a indústria automotiva viveu de promessas grandiosas. A eletrificação dos veículos, tida como o futuro do setor, transformou startups em fenômenos momentâneos de […]

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Montadora, rival da Volks, Fiat e mais, afunda sob R$ 5 bilhões em dívidas, pede falência nos EUA e liquida carros a preço de banana após fracassar em atrair investidores

Por décadas, a indústria automotiva viveu de promessas grandiosas. A eletrificação dos veículos, tida como o futuro do setor, transformou startups em fenômenos momentâneos de mercado e até mesmo a Fiat, Volkswagen e outras montadoras ditas como populares já possuem linhas desse segmento.

No entanto, o que essas montadoras não esperavam é que uma grande e forte rival em carros elétricos acabou entrando em colapso e sua falência a obrigou a vender seus carros a preço de banana, ou seja, uma mixaria.

Trata-se da norte-americana Fisker Inc., que nasceu sob holofotes e comparações com outras gigantes.

A empresa acumulava dívidas equivalentes a R$ 5,4 bilhões e teve a falência decretada em junho de 2024, encerrando uma trajetória que começou com sonhos de inovação.

Com base em informações do InfoMoney, Inside EVs e portal Wiki, trazemos mais informações sobre esse colapso abaixo.

Da ascensão meteórica à derrocada

Fundada em 2016 pelo designer Henrik Fisker, conhecido por seu trabalho na BMW e na Aston Martin, a companhia nasceu com a ambição de reinventar a mobilidade elétrica.

Seu primeiro grande produto, o SUV Ocean, prometia autonomia de ponta, design premium e sustentabilidade, uma combinação que empolgou investidores e consumidores.

A Fisker optou por um modelo ousado: produzir sem fábricas próprias, terceirizando a montagem para reduzir custos.

A estratégia, celebrada à época, logo se revelou um erro fatal. Problemas de escala, gargalos logísticos e falhas no controle de qualidade corroeram a confiança no projeto.

No ano de 2020, a empresa abriu capital na Bolsa de Nova York por meio de uma fusão com uma SPAC, levantando capital e atraindo investidores animados com o boom dos veículos elétricos.

O entusiasmo, porém, não resistiu à realidade operacional: os recursos se esgotaram rapidamente, e os custos dispararam.

O colapso

A partir de 2023, sinais de esgotamento tornaram-se públicos. Em relatórios oficiais, a Fisker alertou para “dúvidas substanciais” sobre sua capacidade de continuar operando.

As dificuldades se agravaram em 2024, quando a empresa fracassou em obter um acordo de investimento que poderia salvar suas operações.

Sem capital, a montadora deixou de pagar juros de dívidas em abril do mesmo ano e começou a cortar operações.

Além disso, o caixa secou e os problemas se multiplicaram:

  • Falhas no sistema de frenagem;
  • Defeitos de software;
  • Atrasos nas entregas dos SUVs Ocean.

Todas essas situações minaram a imagem da marca e provocaram devoluções, ou seja, o que era para ser um sonho virou crise.

A falência:

No dia 18 de junho de 2024, a Fisker entrou oficialmente com pedido de proteção contra falência nos Estados Unidos, sob o Capítulo 11 da legislação americana.

Inclusive, esses processos revelaram números alarmantes:

  • Ativos entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão, contra passivo próximo a US$ 1 bilhão — o equivalente a R$ 5,4 bilhões.

A empresa reconheceu que manter as operações era impossível e decidiu vender todos os seus ativos.

A lista de credores inclui fornecedores de tecnologia, fabricantes de componentes e investidores institucionais, que perderam milhões em notas conversíveis e empréstimos de alto risco.

Carros a preço de banana

Durante o processo, a Fisker colocou no mercado cerca de 3 mil unidades do SUV Ocean por valores muito abaixo do original, em uma tentativa de levantar caixa e encerrar compromissos.

A liquidação provocou uma forte desvalorização dos veículos já entregues, frustrando clientes que pagaram preço integral.

A produção foi suspensa por tempo indeterminado, e a maioria dos funcionários foi demitida, encerrando de fato a existência da Fisker como montadora independente.

O que a empresa disse?

Ao protocolar o pedido de falência, Henrik Fisker afirmou em comunicado que a companhia enfrentouobstáculos de mercado e macroeconômicos que impactaram diretamente nossa capacidade de operar com eficiência”.

Ele também responsabilizou o cenário global de desaceleração do mercado de elétricos, citando custos altos, competição acirrada e dificuldade em obter novos financiamentos.

A empresa reforçou que, após avaliar alternativas, “a venda de ativos sob o Capítulo 11 é o caminho mais viável para preservar algum valor e garantir o mínimo de suporte a clientes e parceiros”.

Em sua última nota pública, a Fisker prometeu manter suporte técnico aos proprietários dos SUVs Ocean enquanto for possível, reconhecendo que a prioridade agora é concluir a liquidação de bens.

Por fim, a história da Fisker resume o dilema de toda uma indústria, uma vez que o futuro dos carros pode ser elétrico, mas, sem gestão eficiente, até o mais brilhante dos projetos perde força antes da linha de chegada.

Mas como está o mercado de carros elétricos no Brasil?

Enquanto a Fisker fecha as portas, o mercado de veículos elétricos no Brasil segue em expansão.

Dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) apontam que:

  • Entre janeiro e setembro de 2025, foram vendidos 53.379 carros elétricos;
  • Um crescimento expressivo em relação ao ano anterior.

A BYD, de origem chinesa, domina o setor com 75,3% do market share, impulsionada pelo sucesso do Dolphin Mini, que soma mais de 20 mil unidades vendidas.

Outras montadoras, como Volvo e GWM, competem por espaço, mas ainda ficam distantes da liderança.

O avanço, no entanto, traz desafios:

  • Descarte de baterias de lítio;
  • Infraestrutura de recarga limitada;
  • Custos elevados que ainda travam o acesso em massa ao carro elétrico no país.

Mas, para saber mais sobre outras falências, clique aqui*.

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R$ 1,3 bi de dívidas: Gigante dos brinquedos que marcou gerações pode fechar as portas em 2026 https://tvfoco.uai.com.br/gigante-brinquedos-pode-fechar-as-portas/ Mon, 10 Nov 2025 15:01:32 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2508375 Gigante dos brinquedos corre risco de fechar após carregar uma dívida de cerca de US$ 250 milhões (equivalente a R$ 1,3 bi) e vendas em queda Para muitos colecionadores, as crianças de ontem e adultos de hoje, o nome Funko representa muito mais do que simples bonecos de brinquedo, representa nostalgia, cultura pop transformada em […]

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Gigante dos brinquedos corre risco de fechar após carregar uma dívida de cerca de US$ 250 milhões (equivalente a R$ 1,3 bi) e vendas em queda

Para muitos colecionadores, as crianças de ontem e adultos de hoje, o nome Funko representa muito mais do que simples bonecos de brinquedo, representa nostalgia, cultura pop transformada em arte de prateleira e um universo em que os fandoms ganhavam rosto.

Entretanto, o impacto de uma eventual crise enfrentada pela marca deixou esse gigante em maus lençóis e com sérios riscos de fechar.

Essa notícia atingiu com tudo o coração das comunidades que se enxergam em cada figura “Pop!”.

Pois é, de acordo com o portal Omelete, neste ano de 2025 a Funko entrou em uma fase de alerta máximo quanto a:

  • Vendas em queda;
  • Dívidas em escalada;
  • Expressa dúvida sobre sua própria continuidade.

E, se não reagir, a marca que se tornou sinônimo de colecionáveis pode encerrar atividades já em 2026.

Entenda desde o início…

A Funko foi criada em 1998 no estado de Washington (EUA), com o objetivo de produzir brinquedos e colecionáveis de cultura pop licenciada, com figuras de vinil, acessórios e parcerias com filmes, séries, jogos.

Ao longo dos anos, a empresa ganhou terreno global, consolidou a linha “Pop!” como ícone entre os colecionadores e expandiu para acessórios, mochilas (Loungefly) e outros mercados de nicho.

O modelo foi mais que promissor, uma vez que atingiu fandoms grandes, licenças desejadas e formatos acessíveis tanto para o público júnior quanto para os adultos apaixonados.

Durante a década seguinte, a Funko viveu sua fase de crescimento:

  • Ampliação de portfólio;
  • Parcerias com grandes estúdios;
  • Presença em eventos de cultura pop e loja online.

O valor da marca aumentou, os colecionáveis viraram objeto de desejo e o mercado enxergou nela uma aposta segura para o “kidult”, adultos que colecionam brinquedos.

Declínio, dívida crescente e alerta vermelho

Contudo, desde 2022/2023 a empresa começou a enfrentar ventos contrários. No seu relatório de terceiro trimestre de 2025, a Funko registrou vendas líquidas de US$ 250,9 milhões, uma queda de 14,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No segundo trimestre de 2025, as vendas foram de US$ 193,5 milhões, recuo de 21,9% frente ao ano anterior.

De acordo com o portal Morningstar, 30 de junho de 2025, a dívida total da empresa era de aproximadamente US$ 256,6 milhões.

Levando em conta que a cotação do dólar está a R$5,20, a dívida convertida em Real dá o equivalente a R$ 1,3 bilhão.

A empresa admitiu que existem “dúvidas substanciais” quanto à sua capacidade de continuar como negócio em funcionamento nos próximos doze meses, segundo documentos de divulgação.

As causas declaradas incluem:

  • Queda de demanda por colecionáveis;
  • Aumento de tarifas de importação;
  • Custos logísticos;
  • Estoques elevados;
  • Necessidade de renegociação de crédito.

Além disso, a concorrência crescente, mudança no perfil de consumo (mais digital, menos físico) e licenças mais caras ou saturadas contribuíram para reduzir margens.

A empresa reagiu cortando linhas de produtos menos lucrativas, focando em itens menores (como os “Bitty Pops”), caixas-surpresa e kits de customização (“Pop Yourself”) e renegociando dívidas, conforme exposto pelo portal Omelete.

Inclusive, vale destacar que essa estratégia aparece também nas comunicações públicas da companhia.

O lado da empresa

A Funko, em comunicado ainda no dia 6 de março de 2025, reportou o resultado do ano encerrado em 31 de dezembro de 2024: vendas líquidas de US$ 1,049 bilhão, com prejuízo líquido de US$ 14,7 milhões, conforme podem ver por aqui. *

A empresa afirmou nessa nota que, apesar das perdas, “posicionou o negócio para o sucesso de longo prazo”, reforçando que fortaleceu margem bruta, reduziu dívidas e manteve foco em licenciamentos.

No entanto, nos comunicados relativos aos trimestres de 2025, a Funko admitiu que o ambiente está “desafiador”, com pressões externas e necessidade de financiamento extra para evitar inadimplência- Veja aqui*.

No entanto, vale deixar claro que NÃO há, até o momento, nenhuma declaração pública de que a empresa tenha solicitado proteção formal contra falência.

Além disso, não encontramos manifestações extras sobre o caso, porém, o espaço segue em aberto para qualquer atualização quanto ao cenário exposto.

A Funko pode se salvar?

Conforme citamos logo no início desse texto, caso a Funko não consiga virar o jogo até 2026, a marca pode fechar ou ser vendida.

O que representaria um choque para fãs, revendedores, colecionadores e licenciantes.

Ou seja, para quem tem bonecos Funko Pop!, isso significa:

  • Risco de que linhas futuras não sejam produzidas;
  • Suporte a produtos existentes torne-se limitado;
  • Valor de revenda se volatilize;
  • Etc.

Por fim, o que nos resta é aguardar pelos próximos capítulos e torcer para que essa marca tão amada por muitos consiga dar a volta por cima, apesar dos desafios enfrentados e dos que ainda estão por vir.

Mas, para saber mais casos similares como esse, clique aqui*.

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Falência batendo à porta: Rede tradicional de farmácias se afunda e está prestes a fechar https://tvfoco.uai.com.br/beira-falencia-rede-farmacias-afunda-pode-fechar/ Thu, 06 Nov 2025 09:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2506253 Com 67 anos de história, a rede gaúcha de farmácia enfrenta dívida de R$ 100M e pede recuperação judicial para fugir da falência As farmácias, no geral, cumprem um papel essencial no cotidiano brasileiro. Mais do que estabelecimentos comerciais, elas são parte fundamental da rede de saúde e acolhimento da população, especialmente em cidades menores, […]

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Com 67 anos de história, a rede gaúcha de farmácia enfrenta dívida de R$ 100M e pede recuperação judicial para fugir da falência

As farmácias, no geral, cumprem um papel essencial no cotidiano brasileiro. Mais do que estabelecimentos comerciais, elas são parte fundamental da rede de saúde e acolhimento da população, especialmente em cidades menores, onde o acesso a hospitais e serviços médicos é limitado.

Inclusive, com o passar das décadas, muitas se consolidaram como verdadeiras instituições locais.

No entanto, tradição nem sempre é sinônimo de estabilidade, e uma das redes mais antigas do Rio Grande do Sul é exemplo, uma vez que enfrenta agora o momento mais crítico.

Trata-se da Maxxi Econômica, fundada há 67 anos em Canoas, que entrou oficialmente com pedido de recuperação judicial, em um movimento que antecede uma possível quebra.

De acordo com o portal Diário do Comércio, o grupo, que já chegou a operar 200 lojas e empregar 1,5 mil pessoas, reduziu drasticamente seu porte nos últimos anos.

Hoje, mantém 60 unidades e 620 funcionários, tentando reverter um colapso financeiro que ameaça sua continuidade, com uma possível falência batendo à porta.

Da expansão ao endividamento

Fundada ainda na década de 50, a Maxxi Econômica cresceu acompanhando o desenvolvimento urbano e o aumento do consumo farmacêutico no Rio Grande do Sul.

Ao longo das décadas seguintes, a empresa:

  • Conquistou espaço em cidades médias e pequenas;
  • Foi reconhecida pela oferta de medicamentos a preços acessíveis;
  • E tinha preferência pelo atendimento personalizado.

No entanto, o cenário começou a se deteriorar somente nos últimos anos, quando a rede passou a enfrentar:

  • Elevação dos custos operacionais;
  • Aumento do endividamento bancário;
  • Queda no poder de compra dos consumidores.

A pandemia de Covid-19, que provocou fechamento de lojas e redução da circulação de clientes, intensificou as dificuldades.

Em 2024, a situação financeira se agravou de forma drástica após a enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul.

De acordo com a própria empresa, 20 unidades foram diretamente afetadas, comprometendo estoques, estrutura física e receitas.

Dívida bilionária e colapso operacional

O processo de recuperação judicial, protocolado neste ano de 2025, revelou um passivo total de R$ 71,5 milhões, composto majoritariamente por dívidas com:

  • Bancos;
  • Fornecedores;
  • Ex-funcionários.

Quando incluídas as obrigações tributárias e débitos com cooperativas farmacêuticas, o montante ultrapassa R$ 100 milhões.

Com a falta de liquidez e a pressão dos credores, a Maxxi Econômica optou pela reestruturação judicial, considerada a última tentativa de evitar a falência.

O plano apresentado à Justiça prevê:

  • Negociações diretas com credores;
  • Substituição de dívidas mais caras por financiamentos de longo prazo;
  • Se necessário, a venda de ativos estratégicos para preservar o funcionamento das lojas ainda abertas.

A defesa da empresa:

Em nota oficial, a rede afirmou que o pedido de recuperação visa “preservar empregos, reorganizar passivos e assegurar a continuidade da prestação de serviços essenciais de saúde à população gaúcha”.

A empresa destacou ainda o impacto das crises externas sobre o setor e reforçou que não há planos imediatos de fechamento total das unidades, embora admita dificuldades severas de caixa.

Até o momento, não há novas declarações extras por parte dos responsáveis, além da nota encaminhada à imprensa.

Porém, se assim desejar, o espaço segue em aberto para dar mais detalhes e estimativas.

Quais serão as consequências se a Maxxi Econômica não resistir?

A possível falência da Maxxi Econômica representa uma ameaça não apenas aos seus empregados, mas também a comunidades inteiras que dependem de suas lojas para acesso a medicamentos básicos.

A situação também reflete os desafios do varejo farmacêutico regional, pressionado pela concentração de mercado nas grandes redes nacionais e pelos custos crescentes do crédito e da logística.

No entanto, o seu desfecho dependerá agora da aprovação judicial do plano de recuperação e da capacidade de manter o equilíbrio entre a sobrevivência financeira e a manutenção de um serviço essencial.

Mas, para saber sobre mais casos sobre outras falências, clique aqui*.

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Rombo de R$2,8M e falência: Adeus de supermercado tão popular quanto Atacadão e a tristeza dos clientes https://tvfoco.uai.com.br/falencia-fim-supermercado-popular-feito-atacadao/ Wed, 05 Nov 2025 15:10:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2505963 Um dos supermercados mais tradicionais do Mato Grosso teve a falência decretada após anos de crise e forte concorrência local E, uma rede de supermercados conhecida no interior do Mato Grosso, que rivalizava com grandes atacadistas populares, como o Atacadão, deu seu adeus após uma longa luta financeira, deixando clientes e funcionários entristecidos com a […]

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Um dos supermercados mais tradicionais do Mato Grosso teve a falência decretada após anos de crise e forte concorrência local

E, uma rede de supermercados conhecida no interior do Mato Grosso, que rivalizava com grandes atacadistas populares, como o Atacadão, deu seu adeus após uma longa luta financeira, deixando clientes e funcionários entristecidos com a situação.

A empresa acumulava uma dívida de aproximadamente R$ 2,8 milhões e teve decretada sua falência pela 4ª Vara Cível de Rondonópolis em 30 de junho de 2023.

Trata-se do Supermercado Cascalhinho, fundado ainda em 2009 como um estabelecimento de varejo em Rondonópolis.

Infelizmente, ele chegou nessa situação após enfrentar uma crise severa, a qual esgotou seus mecanismos de recuperação, deixando fornecedores, empregados e consumidores em alerta.

Sendo assim, com base em informações do portal Wiki e Folha MAX, trazemos mais detalhes dessa quebra e o impacto gerado por ela.

Fundação e crescimento

Conforme mencionamos acima, o Supermercado Cascalhinho iniciou suas operações ainda em 2009 rumo ao segmento popular de varejo alimentar em Rondonópolis, Mato Grosso.

Ao longo dos anos, o estabelecimento conquistou clientela local e expandiu seu mix de produtos, sendo visto como alternativa regional a grandes redes.

A crise

Mas, infelizmente, no ano de 2019, a rede entrou com pedido de recuperação judicial, devido a desequilíbrios financeiros e à queda nas vendas.

O plano de recuperação foi homologado, mas sua execução se mostrou insuficiente.

A movimentação da concorrência local, com abertura de novo supermercado que praticava preços agressivos, agravou o cenário.

Além da queda nas vendas e aumento de inadimplência entre clientes, como resultado da crise econômico-social local, dificultando o cumprimento das obrigações bancárias e contratuais.

Inclusive, um ano antes (2018), o Cascalhinho passou a operar consistentemente no vermelho.

No despacho de 30 de junho de 2023 que decretou a falência, o Judiciário afirmou:

“O processo de recuperação judicial só tem razão de existir enquanto as recuperandas possuem viabilidade e condições de soerguimento. E tal cenário, lamentavelmente, não mais existe nestes autos…”

Ou seja, trocando em miúdos, a Justiça entendeu que não havia mais atividade econômica viável para sustentar a empresa em recuperação.

Ademais, apesar do plano de recuperação judicial, o supermercado não conseguiu honrar contratos bancários, fornecedores e despesas correntes.

A execução e cumprimento do plano não instauraram reversão da trajetória negativa.

Quando a falência do Cascalhinho foi decretada?

No despacho de 30 de junho de 2023, a 4ª Vara Cível de Rondonópolis converteu o processo de recuperação em falência.

A empresa comunicou sua própria incapacidade de continuar operações e a Justiça atendeu ao pedido de convolação apresentado.

A falência suspendeu novas execuções contra a empresa, exceto aquelas relacionadas à apuração de valores ou à Justiça do Trabalho para créditos trabalhistas.

Não foram localizadas declarações públicas extras, além do que foi mencionado no processo. No entanto, o espaço segue em aberto.

O que aconteceu com o que sobrou do Cascalhinho?

Com a falência decretada, iniciou um processo de liquidação dos ativos da empresa.

Fornecedores, clientes com saldo de crédito e empregados tiveram que habilitar os seus direitos no quadro de credores da massa falida.

Além disso, os contratos em curso, instalações e marcas da empresa poderiam ser alienados ou encerrados conforme determinação judicial.

O caso do Supermercado Cascalhinho evidencia os desafios de empresas regionais diante de competição agressiva, perda de escala e crise macroeconômica.

Ou seja, até mesmo uma rede tradicional pode sucumbir se não adaptar estrutura, reduzir custos, inovar no atendimento ou fortalecer sua liquidez.

Por fim, o episódio reforça que o varejo popular exige gestão rígida, monitoramento de preços e controle de crédito dos clientes para evitar deterioração financeira prolongada.

 Mas, para saber sobre mais casos sobre outras falências, clique aqui*.

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