Dudony - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Sun, 06 Apr 2025 16:09:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png Dudony - TV Foco 32 32 R$100M em dívidas e 110 lojas fechadas: Falência de rival popular da Casas Bahia no Paraná após 21 anos https://tvfoco.uai.com.br/falencia-de-rival-popular-da-casas-bahia-no-parana-apos-21-anos/ Sun, 06 Apr 2025 17:30:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2366536 Falência de rede popular e rival da Casas Bahia no Paraná após 21 anos, expõe rombo de R$100 milhões e fechamento de 110 lojas Com dívidas que ultrapassam os R$ 100 milhões e o fechamento de 110 unidades em diferentes cidades, uma das rivais mais populares da Casas Bahia no Paraná chegou a falência após […]

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Com dívidas que ultrapassam os R$ 100 milhões e o fechamento de 110 unidades em diferentes cidades, uma das rivais mais populares da Casas Bahia no Paraná chegou a falência após 21 anos de atuação no varejo.

A rede, que já liderou vendas regionais e atraiu milhares de clientes com promoções agressivas e crediário facilitado, não resistiu à crise financeira agravada pela queda no consumo e pela concorrência digital.

O TV Foco, a partir do seu time de especialistas e das informações disponíveis no Wikipedia, detalha agora ó fim das lojas da Dudony.

Dudony

A Dudony, rede varejista brasileira de móveis e eletroeletrônicos, iniciou suas atividades em 1988 como distribuidora.

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Lojas Dudony em Maringá (Reprodução – Internet)

Contudo, em 1992, inaugurou sua primeira loja em Maringá, Paraná, expandindo-se posteriormente para outras regiões do estado e para o interior de São Paulo.

Porém, até 2009, a empresa operava 110 lojas, empregando cerca de 2.500 funcionários.

Recuperação judicial

No entanto, em dezembro de 2008, a Dudony entrou com pedido de recuperação judicial na 1ª Vara Cível de Maringá, devido a dificuldades financeiras e uma dívida de aproximadamente R$ 100 milhões.

No entanto, a crise econômica global e a restrição abrupta de linhas de crédito foram apontadas como principais fatores para a situação.​

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Loja Dudony (Foto: Reprodução/ Internet)

Durante o processo de recuperação, a empresa colocou à venda 11 lojas no estado de São Paulo em fevereiro de 2009, buscando gerar capital de giro e reduzir custos operacionais.

Entretanto, não encontrou compradores interessados na época. ​

Venda da empresa

Em junho de 2009, os credores aprovaram a venda da Dudony para o Baú Crediário, do Grupo Silvio Santos, por R$ 33 milhões.

Porém, desse montante, R$ 25 milhões foram destinados aos credores, e o restante às detentoras da marca.

Por fim, a transação incluiu 110 lojas, um centro de distribuição em Maringá e 1.168 funcionários. ​

Quanto era a dívida da Dudony?

Após a aquisição, o Grupo Silvio Santos enfrentou desafios relacionados a dívidas tributárias remanescentes da Dudony.

Porém, segundo o Gazeta do Povo, em 2010, o Tribunal de Justiça do Paraná decidiu que uma dívida de R$ 254,7 milhões pertencia à antiga proprietária, a Dismar Markoeletro.

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Uma das lojas da Dudony (Foto: Reprodução/ Internet)

CONCLUSÃO 

Por fim, a trajetória da Dudony é marcada por momentos de ascensão e declínio, refletindo os desafios enfrentados por empresas do setor varejista no Brasil.

Além disso, fatores como expansão acelerada, crises econômicas e dificuldades na gestão financeira contribuíram para o desfecho da empresa.​

Veja também matéria especial sobre: R$ 27 milhões em dívidas e 3.500 trabalhadores na rua: Multinacional tem falência decreta em São Paulo.

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Calote de R$ 100M, 11 lojas vendidas e falência: O fim de varejista tão popular quanto a Magalu após 21 anos https://tvfoco.uai.com.br/falencia-o-fim-de-varejista-tao-popular-quanto-a-magalu/ Thu, 30 Jan 2025 20:45:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2329525 Calote milionário, perda de 11 lojas e falência marcam o fim da varejista que já foi tão popular quanto a Magalu após 21 anos Uma das maiores redes varejistas do país encerrou suas atividades após duas décadas de operação, deixando um rombo milionário e dezenas de lojas fechadas. Com uma dívida estimada em R$ 100 […]

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Uma das maiores redes varejistas do país encerrou suas atividades após duas décadas de operação, deixando um rombo milionário e dezenas de lojas fechadas.

Com uma dívida estimada em R$ 100 milhões, a empresa tentou resistir à crise vendendo suas unidades, mas não conseguiu evitar a falência.

O TV Foco, a partir do seu time de especialistas e das informações do Wikipedia, detalha agora a história da Dudony.

Varejista Dudony

A Dudony, rede varejista brasileira de móveis e eletroeletrônicos, iniciou suas atividades no final dos anos 1980, fundada pelo ex-vendedor Antonio Donizete Busiquia.

Com sede em Maringá, Paraná, a empresa expandiu-se rapidamente, alcançando 110 lojas, sendo 99 no Paraná e 11 no interior de São Paulo.

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Lojas Dudony em Maringá (Reprodução – Internet)

Em 2007, seu faturamento atingiu R$ 357 milhões, consolidando-se como a maior varejista do setor no estado.

Fugindo da falência

No entanto, a Dudony enfrentou desafios financeiros significativos. A partir de 2007, a inadimplência dos clientes aumentou para 12%, acima da média do mercado.

A crise financeira global de 2008 agravou a situação, restringindo o acesso a crédito e dificultando negociações com bancos.

Em dezembro de 2008, a empresa entrou em recuperação judicial, acumulando dívidas de R$ 104 milhões.

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Loja Dudony (Foto: Reprodução/ Internet)

Venda

Durante o processo de recuperação, a Dudony buscou alternativas para sanar suas dívidas. Em junho de 2009, os credores aprovaram a venda das 110 lojas, estoque e outras instalações para o Grupo Silvio Santos, por meio do Baú Crediário, por R$ 33 milhões.

Desse montante, R$ 25 milhões foram destinados aos credores, enquanto o restante permaneceu com as detentoras da marca, que continuaram sob fiscalização judicial até 2011.

A proposta de compra incluiu:

  • Manutenção dos cerca de 1.168 funcionários da Dudony.
  • Injeção de R$ 8 a R$ 10 milhões na empresa.
  • Rebranding das lojas para a marca Baú da Felicidade.

Destino da varejista

A marca Dudony permaneceu sob a propriedade dos antigos controladores, que planejaram continuar atuando no atacado. A venda das lojas representou uma tentativa de evitar a falência e preservar empregos, embora os credores maiores tenham recebido apenas parte de suas dívidas.

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Uma das lojas da Dudony (Foto: Reprodução/ Internet)

Após a aquisição, o Grupo Silvio Santos buscou consolidar sua presença no mercado varejista brasileiro, ampliando sua rede para 130 lojas.

No entanto, em 2011, o grupo vendeu as 121 Lojas do Baú para a rede varejista Magazine Luiza, encerrando sua atuação no setor.

CONCLUSÃO 

Por fim, a trajetória da Dudony reflete os desafios enfrentados por empresas do setor varejista diante de crises econômicas e mudanças no mercado.

Contudo, a rápida expansão, aliada à falta de uma administração profissionalizada, contribuiu para sua insolvência.

Além disso, a venda para o Grupo Silvio Santos representou uma tentativa de reestruturação, mas não garantiu a continuidade da marca no varejo.

Veja também matéria especial sobre: Funcionários na rua e adeus após 87 anos: A falência devastadora de rival n°1 das Casas Bahia.

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Calote de R$100 milhões e terror de falência: O fim de loja tão popular quanto a Magalu engolida por rival https://tvfoco.uai.com.br/calote-falencia-fim-loja-tao-popular-quanto-magalu/ Thu, 15 Aug 2024 09:00:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2028756 Varejista tão popular quanto a gigante Magalu acabou aterrorizada pela falência após uma dívida de 100 milhões e ainda foi engolida por uma de suas maiores rivais Como dissemos em matérias anteriores, nos últimos anos, os varejistas tem vivenciado o pior dos cenários e nem mesmo as grandes lojas passam ilesas de fechamentos, falências e até […]

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Como dissemos em matérias anteriores, nos últimos anos, os varejistas tem vivenciado o pior dos cenários e nem mesmo as grandes lojas passam ilesas de fechamentos, falências e até mesmo de ver os seus negócios sendo passados para as mãos de grandes rivais.

Agora não se engane achando que esse tipo de situação afeta somente o mercado atual. Infelizmente crises e cenários desafiadores sempre aterrorizaram o nosso mercado, principalmente entre o período dos anos 80 ao inicio dos anos 2000.

Mesmo as mais lojas mais populares quanto uma Magalu é hoje em dia, acabaram sentindo o gosto amargo do fim e tiveram que fechar as suas portas e foram engolidas por rivais. Como ocorreu com a gigante Dudony, que começou como distribuidora no ano de 1988 mas que conseguiu inaugurar sua primeira loja de departamento no ano de 1992, em Maringá, no Paraná.

De acordo com o portal Wiki, a mesma acabou ganhando um espaço relativamente significativo em todo o estado e até mesmo na capital, e até mesmo contava com famosos globais em sua propaganda como Rogério Cardoso e Nair belo, como podem ver no vídeo abaixo:

A queda

Vale destacar que, de acordo com o Tribuna PR, até 2009, a rede passou a ser considerada a maior do Paraná e chegou a empregar cerca de 2.500 funcionários. Infelizmente, mesmo grandiosa, a rede acabou pedindo pela sua recuperação judicial ainda em dezembro de 2008, pela 1º Vara Cível de Maringá.

Segundo alegações da Dudony em meio ao processo, foram as inúmeras dificuldades financeiras que vinha enfrentando, decorrentes da crise econômica mundial e a consequente restrição ao crédito no mercado financeiro da época, que obrigaram a empresa a pleitear a sua recuperação judicial.

Com o pedido deferido, a empresa contou com o benefício de ter as ações contra ela suspensas pelo período de 180 dias. A Dudony também ganhou um prazo de 60 dias para apresentar seu plano de recuperação que previu a forma de quitação de suas dívidas e ser aprovado pela maioria dos seus credores.

Porém, até fevereiro de 2009 a rede chegou a colocar à venda 11 lojas só no estado de São Paulo, com um calote/dívida que ultrapassava os R$ 100 milhões, o que trazia consigo uma falência iminente da empresa …

Segundo o documento exposto pelo Diário de Justiça do Estado do Paraná, a empresa já devia para quase 250 credores, entre bancos, fabricantes de eletrodomésticos, empresas de telefonia e pessoas físicas.

Porém, apesar do pânico da situação, o assessor jurídico da Dudony, Cleverson Colombo, alegou na época que não havia risco de demissões no quadro de funcionários: “Não há planos de demissões. Os vencimentos e o 13º salário dos funcionários já foram depositados”.

As encomendas feitas pelos clientes também foram garantidas: “Mesmo as compras feitas online vão ser entregues. Não há risco nenhum para nossos clientes”

Baú da Felicidade engolindo tudo

Em junho de 2009, após uma manhã de pura tensão em meio às manifestações de funcionários pelas ruas de Maringá na frente da empresa, os credores das lojas Dudony aprovaram no dia 16 daquele mês, a venda das 110 lojas, estoque e outras instalações ao Grupo Silvio Santos, através de seu braço Baú Crediário, pelo Baú da Felicidade, uma de suas maiores rivais.

Caso a proposta não fosse aceita, a Dudony poderia ter a falência declarada, com possibilidade de demissão em massa. Vale destacar que o diretor de varejo do Grupo Silvio Santos, Décio Thomé, afirmou que os cerca de mil funcionários da rede seriam mantidos.

A negociação que já havia sido formalizada dependia apenas de uma autorização judicial para ser concretizada. Segundo o Tribuna Paraná, o negócio envolveu uma quantia de R$ 33 milhões.

O que aconteceu com as dívidas da Dudony após a compra pelo Baú da Felicidade?

A assembleia para a negociação contou com a presença de cerca de 150 dos 240 credores das empresas Distribuidora Maringá de Eletrodomésticos (Dismar) e de sua controlada, Markoeletro Comércio de Eletrodomésticos, proprietárias da marca Dudony.

Após assumir o controle da Dudony, o Baú da Felicidade precisou se responsabilizar pelas dívidas que a antiga empresa deixou junto ao fisco.

De acordo com o portal TMA, a decisão, da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) foi tomada no dia 03 de março de 2010, porém coube recurso junto ao Superior Tribunal de Justiça.

Com isso, o Baú, a findada Dudony e o administrador judicial, declararam que a negociação envolvia a compra parcial dos bens das empresas, o que a isentava o Baú da Felicidade de assumir as dívidas fiscais:

“Com todo o respeito, crer que a aludida negociação consubstancia mera “venda parcial de bens” representa, inquestionavelmente, visão “míope e distorcida” da realidade” – Alegaram na época à Justiça

De acordo com o Gazeta do Povo, o Baú da Felicidade comprou apenas o varejo da empresa, sendo assim, o atacado continuou pertencendo a Busíquia. Vale destacar que no ano de 2011 o Baú da Felicidade foi comprado pela Magalu por R$83 milhões, como podem ver através desse link*

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Calote de R$100 milhões traz falência de varejista tão popular quanto a Magalu e rival sai engolindo tudo https://tvfoco.uai.com.br/calote-r100-mi-falencia-loja-popular-como-magalu/ Mon, 22 Jul 2024 12:14:59 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2013823 Varejista tão popular quanto a gigante Magalu acabou aterrorizada pela falência após uma dívida de 100 milhões e ainda foi engolida por uma de suas maiores rivais Nunca antes a frase “não está fácil para ninguém! ” fez tanto sentido como nos últimos anos. O pior é que nem mesmo as grandes lojas, que até pareciam imunes à […]

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Nunca antes a frase “não está fácil para ninguém! ” fez tanto sentido como nos últimos anos. O pior é que nem mesmo as grandes lojas, que até pareciam imunes à crise financeira mundial, acabaram passando por percalços e até mesmo fechamento, falências e até mesmo passadas para as mãos de grandes rivais.

Agora não se engane achando que esse tipo de situação afeta somente o mercado atual. Infelizmente crises e cenários desafiadores sempre aterrorizaram o nosso mercado, principalmente entre o período dos anos 80 aos iniciais dos anos 2000.

Mesmo as maiores varejistas, tão populares quanto uma Magalu, acabaram provando o gosto amargo do fim e tiveram que fechar as suas portas em meio à dívidas crises e até mesmo um certo desgosto em ver todo o seu império sendo engolido por rivais.

Como aconteceu com a gigante Dudony, fundada ainda em 1988 como distribuidora e que em 1992 inaugurou sua primeira loja em Maringá, no Paraná.

De acordo com o portal Wiki, a mesma acabou ganhando um espaço relativamente significativo em todo o estado e até mesmo na capital.

A queda

Vale destacar que, de acordo com o Tribuna PR, até 2009, a rede passou a ser considerada a maior do Paraná e chegou a empregar cerca de 2.500 funcionários.

Infelizmente, mesmo grandiosa, a rede acabou pedindo pela sua recuperação judicial ainda em dezembro de 2008, pela 1º Vara Cível de Maringá.

Segundo alegações da Dudony em meio ao processo, foram as inúmeras dificuldades financeiras que vinha enfrentando, decorrentes da crise econômica mundial e a consequente restrição ao crédito no mercado financeiro da época, que obrigaram a empresa a pleitear a sua recuperação judicial.

Com o pedido deferido, a empresa contou com o benefício de ter as ações contra ela suspensas pelo período de 180 dias.

A Dudony também ganhou um prazo de 60 dias para apresentar seu plano de recuperação que previu a forma de quitação de suas dívidas e ser aprovado pela maioria dos seus credores.

Porém até fevereiro de 2009 a rede chegou a colocar à venda 11 lojas só no estado de São Paulo, com um calote/dívida que ultrapassava os R$ 100 milhões, o que trazia consigo uma falência iminente da empresa …

Segundo o documento exposto pelo Diário de Justiça do Estado do Paraná, a empresa já devia para quase 250 credores, entre bancos, fabricantes de eletrodomésticos, empresas de telefonia e pessoas físicas.

Porém, apesar do pânico da situação, o assessor jurídico da Dudony, Cleverson Colombo, alegou na época que não havia risco de demissões no quadro de funcionários: “Não há planos de demissões. Os vencimentos e o 13º salário dos funcionários já foram depositados”.

As encomendas feitas pelos clientes também foram garantidas: “Mesmo as compras feitas online vão ser entregues. Não há risco nenhum para nossos clientes”

Baú da Felicidade engolindo tudo

Em junho de 2009, após uma manhã de tensão com as manifestações de funcionários pelas ruas de Maringá e na frente da empresa, os credores das lojas Dudony aprovaram no dia 16 daquele mês, a venda das 110 lojas, estoque e outras instalações ao Grupo Silvio Santos, através de seu braço Baú Crediário, pelo Baú da Felicidade, uma de suas maiores rivais.

Caso a proposta não fosse aceita, a Dudony poderia ter a falência declarada, com possibilidade de demissão em massa. Vale destacar que o diretor de varejo do Grupo Silvio Santos, Décio Thomé, afirmou que os cerca de mil funcionários da rede seriam mantidos.

A negociação que já havia sido formalizada dependia apenas de uma autorização judicial para ser concretizada. Segundo o Tribuna Paraná, o negócio envolveu uma quantia de R$ 33 milhões.

O que aconteceu com as dívidas da Dudony após a compra pelo Baú da Felicidade?

A assembleia para a negociação contou com a presença de cerca de 150 dos 240 credores das empresas Distribuidora Maringá de Eletrodomésticos (Dismar) e de sua controlada, Markoeletro Comércio de Eletrodomésticos, proprietárias da marca Dudony.

Após assumir o controle da Dudony, o Baú da Felicidade precisou se responsabilizar pelas dívidas que a antiga empresa deixou junto ao fisco.

De acordo com o portal TMA, a decisão, da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) foi tomada no dia 03 de março de 2010, porém coube recurso junto ao Superior Tribunal de Justiça.

Com isso, o Baú, a findada Dudony e o administrador judicial, declararam que a negociação envolvia a compra parcial dos bens das empresas, o que a isentava o Baú da Felicidade de assumir as dívidas fiscais:

“Com todo o respeito, crer que a aludida negociação consubstancia mera “venda parcial de bens” representa, inquestionavelmente, visão “míope e distorcida” da realidade” – Alegaram na época à Justiça

De acordo com o Gazeta do Povo, o Baú da Felicidade comprou apenas o varejo da empresa, sendo assim, o atacado continuou pertencendo a Busíquia.

Vale destacar que no ano de 2011 o Baú da Felicidade foi comprado pela Magalu por R$83 milhões, como podem ver através desse link*

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Dívida de R$100M e venda à rival: A falência de gigante dos eletrodomésticos tão popular quanto as Casas Bahia https://tvfoco.uai.com.br/falencia-de-gigante-dos-eletrodomesticos/ Sun, 30 Jun 2024 23:52:07 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=1999972 Confira tudo sobre a falência de uma rede gigantesca de eletrodomésticos que não suportou a crise, e mesmo sendo tão popular quanto as Casas Bahia, acabou fechando as portas e sendo vendida a rival Gerir um negócio, sem sombra de dúvidas, não é uma tarefa nada fácil, isso porque uma série de fatores pode levar […]

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Gerir um negócio, sem sombra de dúvidas, não é uma tarefa nada fácil, isso porque uma série de fatores pode levar até mesmo um grande empreendimento ao fim. Dessa vez, por exemplo, iremos falar sobre a falência de uma empresa gigantesca de eletrodomésticos, tão popular quanto as Casas Bahia, que não suportou crise e acabou encerrando as atividades. A seguir, confira todos os detalhes sobre o fim dessa rede que chegou a ser vendida à rival.

Bom, para quem não sabe, estamos falando sobre o triste fim da Dudony, que foi uma das maiores redes de eletrodomésticos do Brasil. Fundada em 1988 como uma distribuidora, e segundo a ‘Wikipédia’, em 1992, inaugurou a sua primeira unidade em Maringá, no estado do Paraná. Vale dizer que, com o tempo, a empresa foi ganhando bastante espaço no restante do estado e até na capital, chegando a ter algumas lojas em São Paulo.

As informações ainda dão conta de que até o ano de 2009, a rede era a maior do estado do Paraná, com cerca de 110 unidades em funcionamento e empregando aproximadamente 2 mil e quinhentos funcionários. A fonte destaca que a Dudony possuia três áreas de armazenagem e distribuição com 11 mil m² localizadas em Maringá, onda era a sede da empresa, que ruiu.

A rede de eletrodomésticos era a maior do estado, no entanto, passou por problemas (Foto: Reprodução/ Internet)
A rede de eletrodomésticos era a maior do estado, no entanto, passou por problemas (Foto: Reprodução/ Internet)

No entanto, em meio a crises, a Dudony, em 2008, entrou com um pedido de recuperação judicial, em razão de dívidas bancárias e débitos com fornecedores, na 1ª Vara Cível de Maringá, esse que foi deferido pelo juiz Mário Seto Takeguma. Apesar do esforço, em fevereiro de 2009 a rede colocou à venda 11 lojas no estado de São Paulo. A dívida da rede chegou a ultrapassar os R$ 100 milhões.

Lojas Dudony em Maringá (Reprodução - Internet)
Lojas Dudony em Maringá (Reprodução – Internet)

Ainda em junho de 2009, o Grupo Silvio Santos, um grande rival da época, comprou a rede por aproximadamente R$ 25,6 milhões. Valor equivalente à cerca de 25% da dívida, que teria o pagamento escalonado até 2014, com exceção de R$ 393 mil referentes a pendências trabalhistas, que deveriam ser desembolsados no prazo de um ano.

O Grupo Silvio Santos comprou a rede de eletrodomésticos (Foto: Reprodução/ Internet)
O Grupo Silvio Santos comprou a rede de eletrodomésticos (Foto: Reprodução/ Internet)

O que é recuperação judicial

Segundo o ‘UOL’, o primeiro ponto da recuperação judicial é evitar que uma empresa quebre e vá à falência. Dessa forma, a ideia não é apenas ajudar os donos do empreendimento, mas também evitar que trabalhadores fiquem sem emprego, que fornecedores percam um cliente, que consumidores percam um serviço ou produto e o que Estado deixe de arrecadar impostos.

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Dívida de R$100 milhões e lojas à venda: A triste situação vivida por gigante do varejo que acabou comprada https://tvfoco.uai.com.br/divida-e-lojas-a-venda-triste-situacao-vivida-por-varejo-comprada/ Sat, 20 May 2023 02:57:24 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=1708354 Saiba mais sobre a gigante loja de varejos que acabou sendo comprada após dívidas Dudony era uma rede brasileira de varejo que foi fundada no ano de 1988 como uma distribuidora. E foi em 1992 que inaugurou sua primeira loja, localizada em Maringá, no Paraná e com o tempo, ganhou espaço no restaurante do estado […]

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Saiba mais sobre a gigante loja de varejos que acabou sendo comprada após dívidas

Dudony era uma rede brasileira de varejo que foi fundada no ano de 1988 como uma distribuidora. E foi em 1992 que inaugurou sua primeira loja, localizada em Maringá, no Paraná e com o tempo, ganhou espaço no restaurante do estado e também na capital.

Após alguns anos, a rede começou a crescer e seguiu seu rumo para São Paulo. Vale ressaltar que a rede, até o ano de 2009, era a maior do Paraná com cerca de 110 lojas e mais de 2 mil e quinhentos funcionários.

Em uma época, a loja de varejo teve três áreas enormes, com mais de 11 mil metros quadrados de armazenamento e distribuição, que eram localizadas em Maringá mesmo, cidade que como dito acima, foi sede da empresa.

Loja Dudony (Foto: Reprodução/ Internet)

Loja Dudony (Foto: Reprodução/ Internet)

MAIS SOBRE O OCORRIDO

Infelizmente, no final de 2008, no mês de dezembro, a rede entrou com um pedido de recuperação judicial na 1° Vara Cível de Maringá, sendo concedido pelo juiz Mário Seto Takeguma.

E no mês de fevereiro do ano seguinte, a rede colocou à venda 11 lojas no estado de São Paulo. Inclusive, vale ressaltar que a dívida foi em um valor muito alto, chegando a ser mais de 100 milhões de reais.

Uma das lojas da Dudony (Foto: Reprodução/ Internet)

Uma das lojas da Dudony (Foto: Reprodução/ Internet)

O QUE ACONTECEU COM A LOJA DE VAREJO?

Após tudo isso, em junho de 2009, o Grupo Silvio Santos comprou a rede varejista por simplesmente 25,6 milhões de reais. Sendo assim, este valor foi equivalente a aproximadamente a 25% da dívida da Dudony, que na época, teria conseguido fazer o pagamento de maneira escalonada até o ano de 2014, com exceção de 393 mil reais, que eram referentes a algumas pendências trabalhistas, que deveriam ser desembolsados de uma vez com o prazo de apenas um ano.

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R$100 milhões em dívidas: A empresa gigante que se afundou e acabou sendo comprada por Silvio Santos https://tvfoco.uai.com.br/empresa-falida-comprada-por-silvio-santos/ Thu, 11 May 2023 22:42:43 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=1702360 Silvio Santos comprou empresa com dívida milionária após gigante se afundar Uma das maiores lojas de departamentos do Brasil viveu linda história até entrar num limbo de dívidas e encostar na falência, até Silvio Santos comprar.  Estamos falando da Dudony, uma importante rede de varejos em departamentos do Brasil. Fundada em 1988 como distribuidora, em […]

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Silvio Santos comprou empresa com dívida milionária após gigante se afundar

Uma das maiores lojas de departamentos do Brasil viveu linda história até entrar num limbo de dívidas e encostar na falência, até Silvio Santos comprar. 

Estamos falando da Dudony, uma importante rede de varejos em departamentos do Brasil. Fundada em 1988 como distribuidora, em 1992 inaugurou sua primeira loja em Maringá, no Paraná e com o tempo ganhou espaço no restante do estado e na capital.

A Dudony cresceu tanto que decidiu se expandir para o interior de São Paulo aonde ganhou mais proporção do que pensava.

Para se ter ideia, até 2009, ano do encerramento de suas atividades, a Dudony era a maior do Paraná com 110 lojas, empregando cerca de dois mil e quinhentos funcionários.

A empresa que logo depois foi comprada por Silvio Santos, tinha nada mais nada menos que três áreas de armazenagem e distribuição com onze mil metros quadrados localizadas em Maringá, cidade sede da empresa.

Em 2008 vieram os diversos problemas financeiros da empresa e a necessidade de fechar as suas lojas e demitir seus milhares de funcionários.

A empresa sentiu a necessidade de pedir recuperação judicial na 1ª Vara Cível de Maringá, sendo deferido pelo juiz Mário Seto Takeguma.

Com dívida passando dos R$100 milhões, a Dudony precisou vender todas as suas lojas no Estado de São Paulo.

Lojas Dudony em Maringá (Reprodução - Internet)

Lojas Dudony em Maringá (Reprodução – Internet)

SILVIO SANTOS COMPROU A DUDONY?

O Grupo Baú da Felicidade, que o Silvio Santos um dia foi dono, comprou a rede Dudony, pela quantia de R$25,6 milhões.

Valor equivalente a aproximadamente 25% da dívida, que teria o pagamento escalonado até 2014 por Silvio Santos, com exceção de R$393 mil referentes a pendências trabalhistas, que deveriam ser desembolsados no prazo de um ano.

Lojas Dudony em Maringá (Reprodução - Internet)

Lojas Dudony em Maringá (Reprodução – Internet)

Vale destacar que o Grupo Baú da Felicidade não tem mais como dono o Silvio Santos, ele vendeu a rede e suas 121 Lojas do Baú para a rede varejista Magazine Luiza. A operação foi finalizada em 31 de julho de 2011.

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