ocratoxina A - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Sat, 20 Dec 2025 15:14:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png ocratoxina A - TV Foco 32 32 Chegou a vez do café, canela e sorvete: 3 proibições da ANVISA surpreendem donas de casa em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/a-vez-do-cafe-e-mais-3-proibicoes-anvisa/ Sun, 21 Dec 2025 07:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2527235 ANVISA aperta o cerco em 2025: Entenda as proibições envolvendo marcas de café, canela e sorvete; Saiba quais lotes foram afetados e o que mudou nos rótulos agora A rotina da cozinha brasileira sofreu um forte abalo em 2025. Produtos comuns, presentes no café da manhã, nas sobremesas e até no lanche das crianças, entraram […]

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ANVISA aperta o cerco em 2025: Entenda as proibições envolvendo marcas de café, canela e sorvete; Saiba quais lotes foram afetados e o que mudou nos rótulos agora

A rotina da cozinha brasileira sofreu um forte abalo em 2025. Produtos comuns, presentes no café da manhã, nas sobremesas e até no lanche das crianças, entraram no radar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Em suma, marcas de café, canela e até mesmo de sorvete passaram a simbolizar um alerta mais amplo sobre segurança alimentar, rotulagem e riscos reais à saúde do consumidor.

Ao longo do ano, a ANVISA intensificou as ações de fiscalização e determinou a retirada de diversos produtos do mercado após análises laboratoriais e inspeções sanitárias identificarem irregularidades graves.

As medidas atingiram marcas conhecidas e surpreenderam especialmente donas de casa, que confiam nesses itens para o consumo diário da família.

Sendo assim, com base em informações coletadas pela própria ANVISA eportal Metrópoles, trazemos os três casos mais significativos de 2025.

Quando o que parece café não é café

Entre os casos mais sensíveis estão os chamados “cafés falsos”.

Em junho de 2025, a autarquia proibiu bebidas de sabor café, as quais não eram cafés legítimos, de marcas como Master Blends, Melissa e Pingo Preto.

As análises apontaram contaminação por ocratoxina A, uma micotoxina produzida por fungos, associada a danos renais e considerada potencialmente cancerígena.

Além do risco toxicológico, a agência constatou fraude na rotulagem.

Por fim, os produtos induziam o consumidor a acreditar que se tratavam de café torrado e moído, quando, na prática, utilizavam matérias-primas impróprias e não autorizadas.

A Anvisa determinou a suspensão imediata da fabricação, comercialização, distribuição e consumo desses itens.

Inclusive, você pode saber mais sobre essa proibição clicando aqui. *

Canela em pó:

Também em junho de 2025, outro produto que saiu da despensa foi a canela-da-China em pó da marca Kinino, lote 371LAG2419.

A ANVISA reprovou o produto após identificar a presença de amido e materiais estranhos não informados na lista de ingredientes.

Tal adulteração compromete a autenticidade do alimento e representa risco sanitário, especialmente para pessoas com alergias ou restrições alimentares.

Diante da irregularidade, a agência proibiu o lote e determinou o recolhimento do produto do mercado.

Lembrando que a proibição afetou somente o lote mencionado e os demais lotes e produtos seguem comercializados normalmente e sem grandes alertas ou problemas – Veja a proibição na íntegra por meio deste link*.

Sorvete:

Por fim, temos os sorvetes da marca AICE, nos sabores:

  • Milk Melon;
  • Juju Apple;
  • Frutyroll;
  • Nanas;
  • Berry Chocomax,

Eles também entraram na lista de proibições em julho de 2025. A fiscalização identificou ausência da declaração obrigatória de alérgenos e de corantes na rotulagem, incluindo a falta de informação sobre a presença de amendoim e de corantes como a tartrazina*.

(*Corante amarelo que causa reações alérgicas fortes em pessoas que têm sensibilidade à aspirina);.

A falha representa um risco direto à saúde de consumidores alérgicos, que dependem da rotulagem correta para evitar reações graves.

A Anvisa determinou a suspensão do uso, da comercialização, da importação, da distribuição e da propaganda dos produtos irregulares.

No entanto, segundo o portal TNH1, a ANVISA avaliou as mudanças e, em novembro de 2025, publicou uma resolução permitindo que esses produtos voltassem novamente ao mercado.

Porém, pela condição de que voltassem com os rótulos atualizados e seguindo todas as regras de segurança exigidas.

Posição das empresas

  • Manifestação da Aice – Sorvetes: De acordo com o que foi publicado pela UOL, a empresa se posicionou e emitiu o seguinte comunicado: Todos os produtos citados mantêm a fórmula original, não oferecem risco a saúde e possuem licenças sanitárias vigentes, emitidas por autoridades competentes. A ação descrita pela Anvisa configura-se como uma medida preventiva de rotulagem, sem qualquer relação com a composição, qualidade ou segurança dos produtos.

    AICE informa que os ajustes solicitados referem-se exclusivamente à forma de apresentação de determinados ingredientes no rótulo, como a substituição de códigos técnicos por nomes escritos por extenso, conforme previsto em norma específica.

    A atualização dos rótulos já está em andamento, de forma imediata e coordenada, seguindo o padrão internacional de conformidade da marca, presente em 26 países e mais de 700 mil pontos de venda
  • Manifestação da Jurere Caffe (Pingo Preto): O Grupo Jurerê vem, através desta, esclarecer os fatos que envolvem o produto PÓ PARA PREPARO DE BEBIDA MARCA PINGO PRETO SABOR CAFÉ TRADICIONAL. Este produto teve sua produção encerrada em janeiro de 2025. O mesmo tratava-se de uma mistura para preparo de bebidas regulamentado pela ANVISA através da RDC 719/2022 (a qual revogou a RDC  273/2005), e não café torrado e moído como está sendo veiculado. O projeto de pesquisa e desenvolvimento foi acompanhado pela Vigilância Sanitária do Estado de Santa Catarina, onde foram validados todos os ingredientes, rótulos e enquadramento legal com este órgão, conforme os documentos comprobatórios arquivados no processo de qualidade da empresa.Os mesmos documentos foram apresentados ao MAPA“.

Inclusive, para ver o posicionamento da Jurere na íntegra, clique aqui*.

Já as declarações e manifestações extras das demais marcas citadas nesta matéria não foram localizadas. Mas o espaço segue em aberto se quiserem expor as suas versões e visões sobre os fatos.

Por que a ANVISA apertou o cerco em 2025?

De acordo com dados da própria agência, mais de 100 marcas de alimentos e suplementos sofreram algum tipo de medida sanitária ao longo do ano.

As infrações mais recorrentes envolveram ausência de registro, rotulagem enganosa, contaminação microbiológica, uso de ingredientes não autorizados e fabricação de origem desconhecida.

Em muitos casos, a Anvisa também identificou produtos que extrapolavam o limite legal de alimentos e faziam promessas terapêuticas, o que os enquadra como medicamentos, uma prática proibida sem autorização específica.

Tais proibições e alertas da ANVISA ao longo de 2025 reforçam um recado direto para que o consumidor possa se atentar a:

  • Preço absurdamente baixo;
  • Rótulo chamativo demais;
  • Vendas fáceis pela internet que não substituem segurança sanitária.

A agência orienta que o consumidor:

  • Verifique sempre a procedência do produto;
  • Leia atentamente os rótulos;
  • Desconfie de alimentos com ingredientes pouco claros ou promessas exageradas.

Por fim, a fiscalização mostrou que, até no trivial, a vigilância precisa ser constante.

Mas, para mais informações sobre a ANVISA, clique aqui*.

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O seu café pode estar em risco: Informe da ANVISA proíbe 6 marcas populares em 2025 https://tvfoco.uai.com.br/informe-da-anvisa-proibe-6-marcas-cafe/ Fri, 14 Nov 2025 13:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2509812 ANVISA proíbe seis marcas de café em 2025 após irregularidades graves; Veja os riscos, as decisões oficiais e como identificar problemas É fato inquestionável que o café sustenta, de uma forma ou de outra, a rotina de todos os brasileiros: ele ajuda a despertar, acompanha conversas como nenhuma outra bebida e está em quase todas […]

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ANVISA proíbe seis marcas de café em 2025 após irregularidades graves; Veja os riscos, as decisões oficiais e como identificar problemas

É fato inquestionável que o café sustenta, de uma forma ou de outra, a rotina de todos os brasileiros: ele ajuda a despertar, acompanha conversas como nenhuma outra bebida e está em quase todas as cozinhas do país.

Justamente por ser tão presente, qualquer dúvida sobre sua segurança cria um alerta imediato.

Inclusive, neste ano de 2025, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) intensificou fiscalizações e proibiu seis marcas populares por irregularidades consideradas graves.

De acordo com informações do portal G1 e Capitalist, a medida atingiu desde microtorrefações artesanais até marcas que alegavam produzir cafés tradicionais.

O anúncio expôs falhas que iam de problemas sanitários a uso de ingredientes proibidos e colocou o consumidor diante de um cenário que exige atenção redobrada a:

  • Rótulos;
  • Registros;
  • Procedência.

A proibição

A ANVISA adotou proibições e recolhimentos entre junho e outubro de 2025 após constatar diferentes tipos de irregularidades nos produtos investigados.

A ordem mais recente ocorreu ainda no dia 3 de novembro de 2025, envolvendo a marca Vibe Coffee, que fabricava e comercializava café sem licença sanitária, tanto em seu site quanto em marketplaces.

Em suma, a agência apontou:

  • Falhas nas boas práticas de fabricação;
  • Falta de rastreabilidade dos lotes;
  • Ausência de procedimentos operacionais padrão;
  • Problemas de higienização na produção.

Além disso, outras cinco marcas foram barradas meses antes por motivos distintos, como contaminação, formulação indevida e alegações enganosas.

Riscos identificados

As irregularidades encontradas nas mais variadas marcas eram diferentes em sua totalidade, mas todas comprometiam a segurança do consumidor.

Entre os riscos identificados pela ANVISA estavam:

  • Presença de micotoxinas como a ocratoxina A, substância produzida por fungos e associada a danos renais;
  • Uso de ingredientes não autorizados no país;
  • Formulações incompatíveis com a definição de café;
  • Potenciais danos físicos, como no caso do Café Câmara, que teve lotes com fragmentos semelhantes a vidro;
  • Rótulos que induziam o consumidor ao erro sobre a natureza e composição do produto.

Todos esses danos juntos podem prejudicar a saúde dos consumidores.

A versão das marcas:

As respostas das empresas à fiscalização foram diferentes:

  • Vibe Coffee: O proprietário informou que a microtorrefação contava com apenas dois funcionários e que ele mesmo já havia solicitado vistoria desde fevereiro. Além disso, ele afirmou que a produção foi suspensa temporariamente para regularização e reconheceu a falta de manuais exigidos pela vigilância.

“Após as correções, todas as evidências serão encaminhadas à Vigilância Sanitária estadual para reavaliação e liberação do retorno das operações” – Afirmou a marca

  • Pingo Preto (Grupo Jurerê): A empresa declarou que o produto estava descontinuado desde janeiro de 2025 e alegou que se tratava de uma mistura para bebidas, não um café puro – Conforme podem ver por aqui*.
  • DM Alimentos (Café Melissa): Contestou a decisão e classificou a ação da Anvisa como “tecnicamente equivocada”;
  • Marca Oficial: Não apresentou manifestação até o momento descrito pelo material, no entanto o espaço segue em aberto;
  • Cafellow (Fellow Criativo): Admitiu erro por “falta de conhecimento regulatório” e suspendeu as vendas para ajustar a formulação:

“A empresa está tomando as providências administrativas e técnicas para que ele seja devidamente registrado na Anvisa para que as vendas possam ser retomadas.”

De acordo com o G1, o posicionamento na íntegra pode ser acessado por aqui*.

  • Café Câmara: Não há posicionamento divulgado no conteúdo disponível, porém, da mesma forma que com a marca Oficial, o espaço segue em aberto.

Como comprar café com segurança?

Para comprar com a mais total segurança, o consumidor deve:

  • Buscar pelos selos de certificação: O principal é o Selo de Pureza e Qualidade da ABIC, que garante que o café é puro (sem misturas como milho ou cascas). Outros selos (BSCA, Orgânico, Fairtrade) indicam qualidade e sustentabilidade;
  • Verifique a rotulagem: A embalagem deve indicar claramente “café torrado moído” ou “café torrado em grãos”. Evite descrições vagas que sugiram imitações;
  • Priorize o frescor: Escolha cafés com a data de torra mais recente possível;
  • De olho no preço: Desconfie de preços muito baixos, que podem indicar baixa qualidade ou fraude;
  • Compre online com cuidado: Use sites oficiais ou marketplaces confiáveis. Verifique a reputação do vendedor e evite promoções e links suspeitos.

O que o consumidor deve fazer agora?

A série de proibições reforça a necessidade de atenção redobrada:

  • Priorize marcas certificadas;
  • Desconfie de preços muito baixos;
  • Evite comprar cafés de procedência desconhecida;
  • Verifique sempre rótulos, selos e informações obrigatórias;
  • Consulte os sistemas oficiais antes de adquirir produtos em lojas virtuais.

A ANVISA garante uma fiscalização ativa para assegurar que o café consumido no país seja seguro, autêntico e produzido de acordo com as normas sanitárias

Mas, para mais informações sobre a ANVISA clique aqui*.

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