varejo - TV Foco O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Wed, 07 Jan 2026 13:21:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png varejo - TV Foco 32 32 O retorno de loja gigante, “falida” no Brasil há 10 anos, e a alegria dos clientes https://tvfoco.uai.com.br/a-volta-de-loja-gigante-falida-no-pais-ha-10-anos/ Wed, 07 Jan 2026 15:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2533468 Dez anos após abandonar o Brasil, uma gigante europeia do varejo ressurgiu das cinzas no Brasil para desafiar nomes como a Zara e Shein O mercado da moda e varejo é conhecido por reviravoltas impressionantes, as quais podemos dizer serem dignas de uma novela das nove da Globo. No entanto, entre tantos casos, um dos […]

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Dez anos após abandonar o Brasil, uma gigante europeia do varejo ressurgiu das cinzas no Brasil para desafiar nomes como a Zara e Shein

O mercado da moda e varejo é conhecido por reviravoltas impressionantes, as quais podemos dizer serem dignas de uma novela das nove da Globo. No entanto, entre tantos casos, um dos mais emblemáticos envolve o ressurgimento de uma loja que, após anos “enterrada”, conseguiu se levantar e brilhar novamente.

Dez anos após não conseguir sobreviver à crise em solo brasileiro, a MANGO, marca ícone do fast fashion, voltou com tudo e a notícia chegou como uma bomba certeira no segmento têxtil, uma vez que, ao mesmo tempo, trouxe desespero para as concorrentes e alegria para os consumidores que prezam por alfaiataria atemporal.

Fundada ainda na década de 80 em Barcelona, a MANGO carrega uma identidade de sofisticação casual que, por pouco, não se perdeu definitivamente para o público brasileiro em 2013, ano em que a marca encerrou as suas operações físicas em solo nacional e foi, até mesmo, dada como falida no Brasil.

Sendo assim, com base em informações do portal Diário do Comércio e do Fashion Network, trazemos mais sobre esse retorno e suas expectativas para esse ano de 2026.

Por que a Mango “faliu” no Brasil?

É fundamental puxar pela memória os motivos que fizeram esse nome tão renomado bater em retirada há uma década.

Conforme registos da época, a MANGO promoveu fechamentos massivos de lojas físicas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Embora não tenha tido uma falência decretada judicialmente, a empresa “enterrou” a sua história no país após fracassar diante do complexo terreno de negócios brasileiro.

José Gómez, até então vice-presidente de desenvolvimento comercial da Mango Internacional, atribuiu a decisão à elevadíssima burocracia nacional e aos pesados impostos de importação.

A tentativa de manter-se apenas via e-commerce também falhou em 2013, pois o público brasileiro ainda não possuía o hábito de compra online que domina os dias atuais.

Aliança certa

A retomada ao topo deu-se por intermédio de uma parceria de peso com a Dafiti, a maior fashiontech da América Latina.

O retorno ocorreu em meio a investimentos pesados para ampliar a internacionalização e enfrentar a sua maior rival global, a também espanhola Zara.

Fabio Fadel, diretor comercial da Dafiti, revelou que a negociação durou longos nove meses. A estratégia inseriu a Mango no portfólio premium do site, oferecendo uma marca de “entrada premium” para mulheres maduras das classes A e B, dispostas a pagar entre R$ 150 e R$ 500 por peça.

Esta aliança permitiu que a Mango operasse em território nacional sem os riscos operacionais que a derrubaram no passado, aproveitando a capilaridade logística da Dafiti, que entrega em todo o país com preços competitivos.

Inclusive, conforme apuramos no site oficial, a Dafiti continua alimentando as novidades da marca neste ano de 2026.

Diferenciada

Podemos dizer que o retorno da Mango simbolizou um certo terror para a concorrência. Afinal de contas, ela é uma das poucas marcas no fast fashion que foca na durabilidade e na qualidade, fugindo do conceito de “roupa descartável”.

Enquanto gigantes como a aclamada chinesa Shein dominam o volume de vendas com preços agressivos, a Mango atrai a cliente que busca itens menos perecíveis e sazonais.

A marca oferece designs próprios, malhas de alta qualidade, suéteres, cardigans e jeans com lavagens diferenciadas.

A proposta de valor é clara: democratizar o acesso à moda internacional sofisticada com um excelente nível de serviço.

Inclusive, mesmo com o fenômeno da Shein faturando bilhões no Brasil, a Mango posiciona-se como uma alternativa de luxo acessível que não se abala com a concorrência asiática.

Mango em 2026:

Chegando a 2026, os sorrisos de satisfação nos rostos dos executivos da Mango confirmam o sucesso da estratégia.

A empresa celebrou quatro décadas de existência com resultados recorde.

Sob o comando do CEO Toni Ruiz, a Mango apresenta o plano estratégico “4E” (Elevate, Expand, Earn and Empower).

As metas para 2026 são ambiciosas e sólidas:

  • A marca planeia ultrapassar os 4 mil milhões de euros em vendas globais;
  • Abertura de 500 novas lojas internacionais, com foco em mercados-chave como Estados Unidos, México, inclusive por aqui no Brasil – Veja aqui*.
  • Elevar a qualidade e o design sem necessariamente repassar aumentos abusivos de preços ao consumidor.
  • Investimento maciço em Inteligência Artificial e gestão de dados para otimizar a experiência omnichannel.

De onde vem o nome da loja MANGO?

Por trás de toda essa estratégia de bilhões, existe uma curiosidade que humaniza a marca. Muitos clientes perguntam-se por que uma gigante espanhola de moda tem o nome de uma fruta tropical. A explicação remete a uma viagem do seu fundador, Isak Andic, às Filipinas.

Ao provar a manga pela primeira vez, ele ficou encantado com o sabor exótico e memorável.

Para Andic, o nome era perfeito por ser fácil de pronunciar em quase todos os idiomas e por evocar algo fresco e desejável.

Assim, o que começou com uma experiência gastronómica num paraíso tropical, tornou-se o nome de um império que hoje dita tendências em todo o mundo.

Com uma saúde financeira invejável e sem dívida líquida, a varejista catalã prova que soube aprender com os erros de 2013.

Atualmente, a Mango voa alto, consolidando-se como a escolha predileta de quem busca elegância e durabilidade.

Mas, para mais histórias como essa, clique aqui*.

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Falência decretada e 265 unidades: Qual rede varejista chegou ao fim após 45 anos no Brasil? https://tvfoco.uai.com.br/falencia-decretada-rede-varejista-fecha-as-portas-apos-45-anos/ Tue, 23 Dec 2025 01:03:07 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2528126 Rede varejista que já teve 265 unidades teve falência decretada após 45 anos no Brasil. Veja o que levou ao fechamento da empresa O varejo, sem dúvidas, movimenta trilhões de reais todos os anos no Brasil. É um setor que gera emprego, gira dinheiro e faz parte da rotina de todo mundo. Mesmo assim, várias […]

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Rede varejista que já teve 265 unidades teve falência decretada após 45 anos no Brasil. Veja o que levou ao fechamento da empresa

O varejo, sem dúvidas, movimenta trilhões de reais todos os anos no Brasil. É um setor que gera emprego, gira dinheiro e faz parte da rotina de todo mundo. Mesmo assim, várias empresas acabam fechando as portas com o passar do tempo.

Algumas crescem rápido, fazem sucesso e, de repente, desaparecem. Uma delas foi uma rede varejista muito conhecida, que chegou a ter 265 lojas espalhadas pelo país, mas não resistiu às dificuldades. Estamos falando da Arapuã, um nome que marcou gerações por 45 anos.

Rede Arapuã

A Arapuã fez parte da vida de muitas famílias brasileiras. Era lá na varejista que muita gente comprava geladeira, fogão, televisão e móveis, quase sempre parcelado. Para muitos, comprar na Arapuã era realizar um sonho.

De acordo com dados da Wikipédia, a história começou em Lins, no interior de São Paulo. O fundador, Jorge Wilson Simeira Jacob, assumiu uma pequena loja de tecidos da família ainda jovem. Com o tempo, ele decidiu mudar o foco e passou a vender eletrodomésticos.

A ideia deu certo, e aos poucos, a Arapuã foi crescendo, fechou parcerias com marcas conhecidas, como a Walita, e abriu lojas em várias cidades. Nos anos 60 e 70, a rede cresceu rápido e se tornou uma das maiores varejistas do Brasil.

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A rede Arapuã teve sua falência decretada pela Justiça (Foto: Reprodução – Veja SP)

Com tanto sucesso, a empresa começou a investir em várias áreas ao mesmo tempo, como banco, fábrica, construção e até alimentos. No início parecia uma boa escolha, mas ficou difícil controlar tudo.

Falência e fim da rede

Nos anos 90, a Arapuã ainda era forte, mas os problemas começaram a aparecer. Muitas lojas foram fechadas, as dívidas aumentaram e as vendas caíram. Crises econômicas, juros altos e atraso nos pagamentos dos clientes pioraram ainda mais a situação.

Depois de muitas tentativas de salvar o negócio, até mesmo com uma tentativa de recuperação judicial no início dos anos 2000, a Arapuã não conseguiu se recuperar. Em 2020, a Justiça decretou a falência da empresa, encerrando uma história de 45 anos no varejo brasileiro.

Quais as maiores varejistas do Brasil?

De acordo com um ranking divulgado em agosto de 2025 pelo portal Exame, as maiores varejistas do Brasil em faturamento são lideradas por Carrefour, Assaí e Magazine Luiza, destacando-se tanto no varejo físico quanto no digital. Veja as 10 maiores empresa do país:

  1. Grupo Carrefour Brasil – R$ 120,6 bilhões
  2. Assaí – R$ 80,6 bilhões
  3. Magazine Luiza – R$ 47,3 bilhões
  4. RD Saúde (Raia Drogasil) – R$ 41,8 bilhões
  5. Grupo Boticário – R$ 35,7 bilhões
  6. Grupo Casas Bahia – R$ 32,4 bilhões
  7. Grupo Mateus – R$ 30,1 bilhões
  8. Amazon – R$ 26,0 bilhões (estimado)
  9. Americanas – R$ 21,4 bilhões
  10. Supermercados BH – R$ 21,3 bilhões

Por fim, confira mais notícias sobre atualidades clicando aqui.

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Venda de R$5,2B ao Assaí e 71 unidades engolidas: O adeus de rede de supermercados após anos https://tvfoco.uai.com.br/venda-r52b-assai-e-o-fim-rede-supermercados/ Tue, 16 Dec 2025 08:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2525301 Venda histórica: Entenda como a transação de R$ 5,2 bilhões ao Assaí extinguiu 71 lojas de rede gigantesca em hipermercados e o novo foco das bandeiras No ano de 2021, um dos nomes mais relevantes do setor varejista do país acabou sendo engolido diante do avanço do modelo atacarejo. Isso porque, em meados de outubro […]

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Venda histórica: Entenda como a transação de R$ 5,2 bilhões ao Assaí extinguiu 71 lojas de rede gigantesca em hipermercados e o novo foco das bandeiras

No ano de 2021, um dos nomes mais relevantes do setor varejista do país acabou sendo engolido diante do avanço do modelo atacarejo. Isso porque, em meados de outubro daquele ano, a rede Assaí, conhecida em todo o país como um dos mais tradicionais modelos de cash & carry, comprou toda a sua estrutura por uma quantia bilionária.

Estamos falando do Extra Hiper, considerado destino certo para as compras de milhares de brasileiros e que pertencia ao Grupo Pão de Açúcar (GPA).

De acordo com o portal Valor Econômico, com a venda, o GPA passou 71 pontos comerciais para a frente, em um movimento que marcou a extinção do modelo de hipermercado Extra no país.

Vale destacar que a rede estava ativa no Brasil há quatro décadas, ou seja, 40 anos.

Uma transação de bilhões

O comunicado oficial da venda chegou ao mercado ainda no dia 14 de outubro de 2021 e a transação custou aos cofres do Assaí a quantia exata de R$ 5,2 bilhões.

O Assaí pagou R$ 4 bilhões dessa quantia de forma parcelada, com pagamentos realizados entre dezembro de 2021 e janeiro de 2024.

O restante, R$ 1,2 bilhão, foi pago ao GPA por um fundo imobiliário, cuja garantia pertence ao Assaí.

Desde a transação, as lojas começaram o processo de conversão para o formato cash & carry (atacarejo) e passaram a ser operadas integralmente pelo Assaí.

Os 71 pontos comerciais representavam cerca de 70% das lojas do Extra Hiper no país.

Das outras 32 lojas que ficaram de fora da venda para o Assaí, o GPA converteu 28 unidades para as bandeiras Pão de Açúcar e Mini Mercado Extra.

Além disso, ainda se encerraram quatro lojas de forma definitiva.

Mas por que o hipermercado EXTRA acabou?

O fim da rede de hipermercados Extra Hiper e sua aquisição pela Assaí refletem um processo de consolidação no setor varejista brasileiro.

Jorge Faiçal, que à época atuava como CEO do GPA, deu declarações na época da venda, afirmando que a saída do segmento de hipermercado visava fortalecer ainda mais o foco e a aceleração da expansão dos negócios de maior rentabilidade da companhia.

O GPA criou um nicho de maior proximidade com o público, ficando apenas com as bandeiras:

  • Pão de Açúcar;
  • Minuto;
  • Mercado Extra;
  • Mini Extra.

A Visão do Assaí:

Para o Assaí, o negócio representou uma oportunidade única. O presidente do Assaí, Belmiro Gomes, afirmou que a companhia viu uma chance de acelerar sua expansão com a aquisição das lojas do Extra Hiper, em um momento de corrida do setor de atacarejo por abertura de lojas.

O Assaí abriu 150 lojas na última década, sendo 25 dessas unidades conversões diretas de antigos pontos do Extra Hiper.

A bandeira Extra ainda existe?

Sim, conforme destacamos acima, a bandeira Extra ainda existe em 2025, mas não no formato de hipermercados:

  • Mercado Extra: Atua como um supermercado de bairro. O GPA converteu várias das unidades não vendidas ao Assaí para este formato, mantendo uma presença em comunidades locais;
  • Mini Extra: Representa o formato de conveniência, ou supermercado de vizinhança.

Dessa forma, o GPA conseguiu encerrar o modelo de grandes hipermercados para priorizar o varejo de proximidade.

Mas, para saber mais informações sobre outras redes, clique aqui*.

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Calote de R$ 1,2BI, venda a Electrolux e falência decretada: O adeus de 2 gigantes dos eletrodomésticos https://tvfoco.uai.com.br/falencia-calote-o-adeus-de-2-gigante-eletrodomesticos/ Tue, 09 Dec 2025 08:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2522064 Veja o destino de duas grandes redes de eletrodomésticos após dois desfechos opostos mas ao mesmo tempo similares no adeus Ao longo de toda a nossa história, inúmeras varejistas, empreendimentos importantes e indústrias no país sofreram um fim inesperado e, por vezes, cercados de escândalos e dívidas financeiras. Entre todos os setores, o de eletrodomésticos, […]

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Veja o destino de duas grandes redes de eletrodomésticos após dois desfechos opostos mas ao mesmo tempo similares no adeus

Ao longo de toda a nossa história, inúmeras varejistas, empreendimentos importantes e indústrias no país sofreram um fim inesperado e, por vezes, cercados de escândalos e dívidas financeiras.

Entre todos os setores, o de eletrodomésticos, pilar da “linha branca*” nacional, viu dois de seus maiores nomes caírem/sendo engolidos em ciclos opostos:

(* A linha branca de eletrodomésticos corresponde aos aparelhos essenciais de grande volume usados na cozinha e lavanderia, como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, e o nome se originou da cor predominante desses produtos no passado)

  • Um por uma aquisição estratégica de uma multinacional sueca;
  • Outro por um colapso financeiro que resultou em acusações de insolvência premeditada e dívidas bilionárias.

Sendo assim, com base em informações do portal Wiki e canais sobre fatos históricos no YouTube, trazemos a seguir a trajetória e o fim de dois gigantes que moldaram o mercado brasileiro.

1. Mabe: Dívida de R$ 1,2 bilhão e queda por fraude

A Mabe era uma gigante do setor de eletrodomésticos que acabou tendo sua falência decretada após se afundar em dívidas e atuar por 21 anos no mercado.

De origem mexicana, ela iniciou suas operações no Brasil em 2003 com a aquisição da Dako.

Sua expansão foi acelerada, culminando em 2009 com a compra das operações da BSH, uma joint venture* entre Bosch e Siemens, por R$ 70 milhões, que fabricava produtos com as marcas Bosch e Continental.

(*Parceria estratégica, na qual duas ou mais empresas unem recursos, conhecimentos e riscos para um projeto ou objetivo comercial específico, mantendo suas identidades separadas, mas colaborando sob um mesmo empreendimento conjunto).

Inclusive, com cinco marcas no varejo (Mabe, Dako, GE, Bosch e Continental), a companhia chegou a ser a segunda maior no mercado brasileiro de eletrodomésticos, possuindo uma fatia de 25% do mercado, atrás apenas da Whirlpool (Brastemp/Consul).

Em 2007, a empresa chegou a faturar cerca de R$ 1,2 bilhão.

Queda e falência

Mas, apesar da sua robustez inicial, o mercado não cresceu conforme o esperado, e os planos tiveram que ser revistos.

Em maio de 2013, a fabricante pediu recuperação judicial, alegando dificuldades para pagar fornecedores e funcionários.

Além disso, a Mabe não cumpriu o plano de negócios aprovado pela Justiça no começo de 2014.

No final de 2015, a dívida da companhia já somava R$ 1,1 bilhão (praticamente um calote de R$ 1,2 bilhão), culminando na decretação de falência em 10 de fevereiro de 2016 pela Justiça de São Paulo.

O colapso se deu em meio a protestos de cerca de 1,5 mil funcionários que foram demitidos sem sequer receber rescisão e o 13º salário.

Por conta disso, eles mantiveram a produção parada nas fábricas de Campinas e Hortolândia desde dezembro de 2015.

Um escândalo de insolvência premeditada

Mas, de acordo com o portal Esquerda Diário, anos após a falência, uma investigação sigilosa revelou o verdadeiro motivo da quebra:

  • A falência teria sido causada pela insolvência premeditada pela Matriz da marca, localizada no México, e seus sócios no Brasil (incluindo a subsidiária da General Electric – GE, e os ex-donos da Dako, Gabriel Penteado e José Roberto Moura Penteado).

Em abril de 2019, a Justiça definiu o desfecho ao decretar o bloqueio de bens em até R$ 1,1 bilhão entre os bens e contas bancárias da GE no Brasil, dos executivos da família Penteado e dos controladores da Mabe México (irmãos Jose Luis e Francisco Berrondo).

A documentação apontou indícios fortes de:

  • Confusão patrimonial;
  • Gestão fraudulenta;
  • Desvios de recursos financeiros;
  • Apropriação de ativos;
  • Controle de operações da falida.

Defesas e o que ficou no lugar

Em nota oficial, o administrador da massa falida informou que “todos os trabalhadores conseguiriam assinar as demissões e acessar o FGTS, bem como o seguro-desemprego”.

Entretanto, nenhum representante da Mabe no Brasil, nem o grupo Mabe ou a GE, quiseram se manifestar sobre o escândalo de bloqueio de bens na época.

Vale destacar que, apesar do tempo, o espaço segue em aberto se ela quiser expor a sua versão dos fatos.

O que restou da Mabe foi a falência decretada, o encerramento das operações no país e as ações judiciais que buscaram recuperar o prejuízo bilionário.

2.Prosdócimo/Refripar: Engolida pela Electrolux

O fim de uma icônica fábrica de eletrodomésticos em Curitiba trouxe impacto na vida de milhares de curitibanos, em especial às donas de casa. A tradicional Prosdócimo deu origem à Refripar, que acabou sendo extinta de vez do mercado.

Fundação e importância

A história começou no início do século XX, quando João Prosdócimo fundou a linha Lojas Prosdócimo em Curitiba.

O empreendimento rapidamente se consolidou no varejo de bens diversos, tornando-se referência em eletrodomésticos e um ícone do comércio paranaense.

Em 1949, um dos filhos do fundador criou a Refrigeração Paraná S/A (Refripar), que começou a fabricar produtos da linha branca (geladeiras, freezers, ar-condicionado).

A Refripar também comercializava os produtos da antiga Prosdócimo, chegando a se consolidar como a segunda maior indústria do setor no Brasil.

Dificuldades e a venda à Electrolux

A partir dos anos 80, a rede de lojas Prosdócimo começou a enfrentar dificuldades financeiras. Em 1984, sua rede de 23 lojas entrou em recuperação judicial e foi vendida para o grupo Arapuã.

O golpe definitivo para a parte industrial veio em 1996, quando a multinacional sueca Electrolux adquiriu a Refripar e 41% de suas ações por US$ 50 milhões, incorporando toda a estrutura industrial da empresa.

O fim da fábrica

Inicialmente, os produtos da linha branca foram comercializados sob a marca combinada Electrolux-Prosdócimo.

No entanto, em 1997, a Electrolux mudou a razão social da Refripar para Electrolux do Brasil S/A.

A decisão de descontinuar a marca Prosdócimo foi estratégica, segundo Antonio Carlos Romanoski, ex-diretor-presidente da Electrolux do Brasil, com o objetivo de consolidar a Electrolux como a principal marca de eletrodomésticos no país.

O que ficou no lugar das estruturas pertencentes à Prosdócimo?

Conforme mencionamos, o controle acionário da área industrial da Refripar, que detinha a marca Prosdócimo, passou para a gigante sueca Electrolux em 1996.

A fábrica original, localizada na região de Curitiba, tornou-se a primeira unidade fabril da multinacional no Brasil.

Ao longo dos anos, a Electrolux absorveu, modernizou e expandiu essas estruturas, construindo novos complexos na região do Paraná e consolidando a área como um de seus principais polos de produção e pesquisa na América Latina.

Dessa forma, as antigas instalações da Prosdócimo evoluíram e permanecem ativas sob a gestão da Electrolux.

Já o destino da rede de Lojas Prosdócimo foi diferente, pois a empresa vendeu seu braço de varejo para o Grupo Arapuã.

Posteriormente à falência do Grupo Arapuã, as estruturas físicas das antigas lojas ganharam destinos variados:

  • Muitas foram ocupadas por outros estabelecimentos comerciais;
  • Enquanto outras passaram por demolição ou transformação em novos empreendimentos imobiliários.

Vale dizer que a marca Prosdócimo até chegou a voltar ao mercado brasileiro em 2024. A empresa brasileira Wap Fresnomaq adquiriu o nome em 2023 e agora utiliza a marca para o lançamento de uma linha de eletrodomésticos portáteis.

No entanto, nada parecido com o que ela comercializava em seus tempos áureos.

Mas, para saber mais informações sobre outras redes, clique aqui*.

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“Encerramento”: O fechamento de 2 unidades de atacadista popular como o Assaí https://tvfoco.uai.com.br/o-fechamento-2-unidades-atacadista-popular-como-assai/ Sun, 30 Nov 2025 09:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2515659 Crise atingiu atacadista com dívida de R$ 180 milhões e fim de unidades em meio à Recuperação Judicial; Veja os detalhes da reestruturação Chegamos ao final de novembro de 2025 e um cenário que se desenhou ao longo do ano infelizmente se confirmou. Isso porque um dos maiores setores de atacado de autosserviço em Santa […]

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Crise atingiu atacadista com dívida de R$ 180 milhões e fim de unidades em meio à Recuperação Judicial; Veja os detalhes da reestruturação

Chegamos ao final de novembro de 2025 e um cenário que se desenhou ao longo do ano infelizmente se confirmou. Isso porque um dos maiores setores de atacado de autosserviço em Santa Catarina assistiu ao desmonte da rede Líder Atacadista (rede regional de SC), uma das mais populares e até mesmo bem similares ao Assaí.

Infelizmente, o que começou como um pedido de socorro judicial no início do ano evoluiu para um desaparecimento físico da marca nas ruas, a qual manteve apenas as suas operações remotas para atendimento por meio de televendas.

Ou seja, a rede não existe mais fisicamente hoje.

Sendo assim, com base em informações da Giro News e ND+, trazemos abaixo os detalhes sobre esse desmonte com foco, inclusive, no “encerramento de duas unidades cruciais para a varejista”.

MAS ATENÇÃO!

A crise da rede catarinense NÃO envolve outras empresas homônimas que seguem sólidas no mercado brasileiro em 2025:

  • Grupo Líder (interiores e móveis): A tradicional empresa de design e mobiliário celebrou 80 anos em 2025, permanecendo ativa e operando a todo vapor com lojas, revendas e parque fabril.
  • Grupo Líder (Pará): O Supermercado Líder do Norte, gigante do varejo com 29 anos, não tem relação com a rede de Santa Catarina e segue em expansão.

Fim duplo

O ano de 2025 já começou tenso… A Justiça catarinense acatou o pedido de Recuperação Judicial da empresa, revelando:

  • Um rombo superior a R$ 180 milhões; uma dívida impagável que foi justificada pela alta dos juros e inflação que corroeram a operação.

O golpe fatal ocorreu em 3 de agosto de 2025, quando a empresa fechou duas unidades estratégicas na tentativa de estancar a sangria financeira.

  • Imbituba: Baixou as portas definitivamente após queimas de estoque;
  • São José: Encerrou o atendimento ao público, virando apenas um “balcão” de televendas (que hoje, em novembro, já perdeu relevância).

À época do encerramento, a Líder Atacadista emitiu o seguinte comunicado:

“Seguimos trabalhando com dedicação e visão de futuro, construindo uma empresa cada vez mais eficiente e preparada para os desafios do varejo moderno.”

O que aconteceu com os espaços deixados pela Líder Atacadista em Santa Catarina?

De acordo com o portal ND+, em várias cidades, concorrentes ocuparam prédios do Líder, aproveitando o vácuo imediato do mercado.

O CNPJ da recuperação judicial ainda existe para pagar credores, mas a loja física, o ponto de compras, desapareceu da rotina dos consumidores catarinenses.

Inclusive em seu site oficial, ao buscar unidades físicas, o mapa sinaliza que a loja só opera por televendas, conforme visto na imagem abaixo.

Site oficial deixa claro que o atacadista está trabalhando apenas por televendas (Foto Reprodução/Líder Atacadista)
Site oficial deixa claro que o atacadista está trabalhando apenas por televendas (Foto Reprodução/Líder Atacadista)

Mas, para mais histórias como essa, clique aqui*.

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Fábrica fechada e funcionários na rua: Qual gigante dos eletrodomésticos foi à falência no Brasil? https://tvfoco.uai.com.br/fabrica-fechada-qual-gigante-dos-eletrodomesticos-foi-a-falencia/ Sun, 23 Nov 2025 01:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2512804 Uma gigante dos eletrodomésticos fechou fábrica no Brasil e deixou funcionários na rua. Entenda tudo sobre a falência desse empresa No mercado varejista, frequentemente vemos empresas crescendo, tomando grandes proporções e se tornando referências. Em contrapartida, também é comum ver alguns negócios não dando certo, até mesmo gigantes do varejo que acabam ruindo e até […]

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Uma gigante dos eletrodomésticos fechou fábrica no Brasil e deixou funcionários na rua. Entenda tudo sobre a falência desse empresa

No mercado varejista, frequentemente vemos empresas crescendo, tomando grandes proporções e se tornando referências. Em contrapartida, também é comum ver alguns negócios não dando certo, até mesmo gigantes do varejo que acabam ruindo e até mesmo chegando à falência.

Hoje, por exemplo, falaremos sobre uma das fabricantes de eletrodomésticos mais conhecidas do país, que acabou decretando falência e surpreendendo muita gente. A empresa fechou sua fábrica e colocou todos os funcionários na rua após não conseguir resistir à crise do mercado.

Gigante dos eletrodomésticos teve fim no Brasil

Vale destacar que se trata da empresa mexicana Mabe. A gigante desembarcou no Brasil por volta de 2003 com muita força. A empresa adquiriu o negócio de refrigeração da CCE no Brasil e assumiu o controle da GE Dako, passando a produzir fogões, geladeiras e diversos eletrodomésticos.

De acordo com a Wikipedia, o crescimento foi rápido e acabou gerando a Mabe Brasil com três fábricas funcionando em São Paulo. Em 2010 a empresa comprou o controle no país das marcas Bosch e Continental, da filial brasileira da alemã BSH Bosch und Siemens Hausgeräte GmbH.

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Diante de uma forte crise, a Mabe Brasil, empresa de eletrodomésticos, pediu Recuperação Judicial e depois foi à falência (Foto: Divulgação)

Contudo, a gigante dos eletrodomésticos começou a enfrentar um cenário complicado. Conforme a fonte, em 2013, vendo os resultados baixarem, a Mabe Brasil entrou em recuperação judicial na tentativa de evitar o fechamento definitivo da empresa.

Fábricas fechadas e demissões

A empresa até conseguiu ter seu plano de recuperação aprovado pela Justiça. Porém, as dívidas, continuaram crescendo. Com dificuldades financeiras, vieram também os cortes de empregos. Mais de 1 mil trabalhadores foram demitidos após o fechamento da fábrica de Itu, em São Paulo em 2014.

Sem conseguir se reerguer, a situação chegou ao limite. Em 2016, a fabricante de eletrodomésticos declarou falência no México e pediu ajuda da filial brasileira, que no mesmo ano teve também a falência decretada, deixando milhares de trabalhadores sem seus direitos trabalhistas.

Afinal, quais as maiores varejistas do Brasil?

De acordo com um ranking divulgado em 2024 pelo portal Acelera Varejo, as maiores varejistas do Brasil em faturamento são lideradas por Carrefour, Assaí e Magazine Luiza, destacando-se tanto no varejo físico quanto no digital. Veja:

  1. Grupo Carrefour Brasil – Faturamento de R$ 120,6 bilhões.
  2. Assaí Atacadista – Faturamento de R$ 80,6 bilhões.
  3. Magazine Luiza (Magalu) – Faturamento de R$ 45,6 bilhões em vendas via marketplaces.
  4. Grupo Casas Bahia / Via – Faturamento de R$ 36,9 bilhões.
  5. RaiaDrogasil (RD Saúde) – Faturamento de R$ 36,3 bilhões.
  6. O Boticário – Faturamento de R$ 30,8 bilhões.
  7. Grupo Mateus – Faturamento de R$ 25,3 bilhões.
  8. GPA (Grupo Pão de Açúcar) – Faturamento de R$ 20,6 bilhões.
  9. Natura &Co – Faturamento de R$ 18,7 bilhões.
  10. Americanas – Faturamento de R$ 17,4 bilhões.

Por fim, confira mais notícias sobre atualidades clicando aqui.

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Rombo de R$2,8M e falência: Adeus de supermercado tão popular quanto Atacadão e a tristeza dos clientes https://tvfoco.uai.com.br/falencia-fim-supermercado-popular-feito-atacadao/ Wed, 05 Nov 2025 15:10:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2505963 Um dos supermercados mais tradicionais do Mato Grosso teve a falência decretada após anos de crise e forte concorrência local E, uma rede de supermercados conhecida no interior do Mato Grosso, que rivalizava com grandes atacadistas populares, como o Atacadão, deu seu adeus após uma longa luta financeira, deixando clientes e funcionários entristecidos com a […]

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Um dos supermercados mais tradicionais do Mato Grosso teve a falência decretada após anos de crise e forte concorrência local

E, uma rede de supermercados conhecida no interior do Mato Grosso, que rivalizava com grandes atacadistas populares, como o Atacadão, deu seu adeus após uma longa luta financeira, deixando clientes e funcionários entristecidos com a situação.

A empresa acumulava uma dívida de aproximadamente R$ 2,8 milhões e teve decretada sua falência pela 4ª Vara Cível de Rondonópolis em 30 de junho de 2023.

Trata-se do Supermercado Cascalhinho, fundado ainda em 2009 como um estabelecimento de varejo em Rondonópolis.

Infelizmente, ele chegou nessa situação após enfrentar uma crise severa, a qual esgotou seus mecanismos de recuperação, deixando fornecedores, empregados e consumidores em alerta.

Sendo assim, com base em informações do portal Wiki e Folha MAX, trazemos mais detalhes dessa quebra e o impacto gerado por ela.

Fundação e crescimento

Conforme mencionamos acima, o Supermercado Cascalhinho iniciou suas operações ainda em 2009 rumo ao segmento popular de varejo alimentar em Rondonópolis, Mato Grosso.

Ao longo dos anos, o estabelecimento conquistou clientela local e expandiu seu mix de produtos, sendo visto como alternativa regional a grandes redes.

A crise

Mas, infelizmente, no ano de 2019, a rede entrou com pedido de recuperação judicial, devido a desequilíbrios financeiros e à queda nas vendas.

O plano de recuperação foi homologado, mas sua execução se mostrou insuficiente.

A movimentação da concorrência local, com abertura de novo supermercado que praticava preços agressivos, agravou o cenário.

Além da queda nas vendas e aumento de inadimplência entre clientes, como resultado da crise econômico-social local, dificultando o cumprimento das obrigações bancárias e contratuais.

Inclusive, um ano antes (2018), o Cascalhinho passou a operar consistentemente no vermelho.

No despacho de 30 de junho de 2023 que decretou a falência, o Judiciário afirmou:

“O processo de recuperação judicial só tem razão de existir enquanto as recuperandas possuem viabilidade e condições de soerguimento. E tal cenário, lamentavelmente, não mais existe nestes autos…”

Ou seja, trocando em miúdos, a Justiça entendeu que não havia mais atividade econômica viável para sustentar a empresa em recuperação.

Ademais, apesar do plano de recuperação judicial, o supermercado não conseguiu honrar contratos bancários, fornecedores e despesas correntes.

A execução e cumprimento do plano não instauraram reversão da trajetória negativa.

Quando a falência do Cascalhinho foi decretada?

No despacho de 30 de junho de 2023, a 4ª Vara Cível de Rondonópolis converteu o processo de recuperação em falência.

A empresa comunicou sua própria incapacidade de continuar operações e a Justiça atendeu ao pedido de convolação apresentado.

A falência suspendeu novas execuções contra a empresa, exceto aquelas relacionadas à apuração de valores ou à Justiça do Trabalho para créditos trabalhistas.

Não foram localizadas declarações públicas extras, além do que foi mencionado no processo. No entanto, o espaço segue em aberto.

O que aconteceu com o que sobrou do Cascalhinho?

Com a falência decretada, iniciou um processo de liquidação dos ativos da empresa.

Fornecedores, clientes com saldo de crédito e empregados tiveram que habilitar os seus direitos no quadro de credores da massa falida.

Além disso, os contratos em curso, instalações e marcas da empresa poderiam ser alienados ou encerrados conforme determinação judicial.

O caso do Supermercado Cascalhinho evidencia os desafios de empresas regionais diante de competição agressiva, perda de escala e crise macroeconômica.

Ou seja, até mesmo uma rede tradicional pode sucumbir se não adaptar estrutura, reduzir custos, inovar no atendimento ou fortalecer sua liquidez.

Por fim, o episódio reforça que o varejo popular exige gestão rígida, monitoramento de preços e controle de crédito dos clientes para evitar deterioração financeira prolongada.

 Mas, para saber sobre mais casos sobre outras falências, clique aqui*.

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Adeus: O fim de serviço essencial da Oxxo em SP e comunicado oficial aos clientes https://tvfoco.uai.com.br/adeus-o-fim-de-servico-essencial-da-oxxo-em-sp-e-comunicado/ Sat, 01 Nov 2025 00:59:28 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2504551 Os moradores de São Paulo acabaram sendo pegos de surpresa com um fim de serviço vital da Oxxo em Campinas. Veja os detalhes Os paulistas foram pegos de surpresa com um comunicado oficial da Oxxo, uma das maiores redes de minimercados do Brasil. A empresa confirmou mudanças importantes em sua operação, incluindo o encerramento de […]

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Os moradores de São Paulo acabaram sendo pegos de surpresa com um fim de serviço vital da Oxxo em Campinas. Veja os detalhes

Os paulistas foram pegos de surpresa com um comunicado oficial da Oxxo, uma das maiores redes de minimercados do Brasil. A empresa confirmou mudanças importantes em sua operação, incluindo o encerramento de um serviço que já foi essencial para muitos moradores de São Paulo.

Desde que chegou ao Brasil, em 2020, a Oxxo cresceu rápido e conquistou espaço, principalmente no estado de São Paulo. A meta inicial era abrir centenas de unidades em cidades como Campinas, onde a rede inaugurou a sua primeira loja no país.

Mas, ao longo de 2024, começaram a surgir sinais de retração. Quatro unidades em Campinas encerraram as atividades, de acordo com as informações do portal acidadeon. As lojas, localizadas em regiões movimentadas como o Centro e a Vila Pompéia, deixaram os moradores surpresos com o fechamento.

Fim do serviço 24 horas

Outro ponto que gerou repercussão foi o fim do funcionamento 24 horas em várias unidades. A Oxxo, conhecida por facilitar compras rápidas durante a madrugada, decidiu reduzir o horário de operação em alguns endereços.

De acordo com a empresa, o principal motivo foi o aumento nos casos de arrastões e assaltos, o que tornou o período noturno perigoso para funcionários e clientes.

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Unidade do mercado Oxxo (Foto: Reprodução / Internet)

Quais unidades acabaram sendo fechadas em Campinas?

O encerramento das lojas ocorreu ainda no começo de 2024, afetando pontos estratégicos da cidade. As unidades fechadas estavam localizadas na Rua General Osório, 1167, Centro; na Rua Dr. Costa Aguiar, 682, Centro; na Rua Álvares Machado, 675, Centro; e na Avenida Mirandópolis, 124, Vila Pompéia.

Essas lojas ficavam próximas a áreas de grande circulação, como a Catedral Metropolitana e ruas comerciais centrais. Por isso, o fechamento impactou diretamente a rotina de quem dependia da Oxxo para compras rápidas e de última hora.

Moradores relataram que os casos de furtos e assaltos se tornaram frequentes nas redondezas, o que pode ter pesado na decisão da empresa de encerrar parte das operações. Com isso, muitos campineiros precisaram buscar outras opções para o dia a dia.

Comunicado oficial da Oxxo

Mesmo com os fechamentos, na época, a Oxxo afirmou que seu plano de expansão no Brasil continua ativo. Segundo a empresa, Campinas segue sendo uma região estratégica, e novas unidades poderão ser abertas nos próximos anos.

“A empresa segue em linha com a ambição de longo prazo, acelerando as aberturas e com a proposta de sempre abrir mais lojas do que no ano anterior,” afirmou a Oxxo.

Atualmente, qual a maior rede de supermercados do Brasil?

Em suma, a maior rede de supermercados é o Grupo Carrefour Brasil, que lidera o setor com um faturamento de R$ 120,6 bilhões em 2024. Conforme o Ranking Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) 2025. Veja o top 5:

  • Grupo Carrefour Brasil – R$ 120,6 bilhões
  • Assaí Atacadista – R$ 80,6 bilhões
  • Grupo Mateus – R$ 36,4 bilhões
  • Supermercados BH – R$ 21,3 bilhões
  • GPA (Grupo Pão de Açúcar) – R$ 20,0 bilhões​

Por fim, confira mais notícias sobre atualidades clicando aqui.

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Falência: Rede de supermercados, tão popular quanto o OXXO, dá adeus após calote de R$2M https://tvfoco.uai.com.br/supermercado-popular-feito-oxxo-falencia-calote/ Thu, 16 Oct 2025 10:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2498868 Após seis anos de operação, rede de supermercado popular feito o OXXO, tem falência decretada pela Justiça após dívidas e fechamentos O varejo brasileiro sempre funcionou como um termômetro da vida cotidiana. De pequenos mercados a redes de conveniência, esses estabelecimentos moldam hábitos, abastecem famílias e sustentam empregos. Por isso, quando uma rede fecha as […]

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O varejo brasileiro sempre funcionou como um termômetro da vida cotidiana. De pequenos mercados a redes de conveniência, esses estabelecimentos moldam hábitos, abastecem famílias e sustentam empregos.

Por isso, quando uma rede fecha as portas, o impacto ultrapassa o caixa e alcança o coração das comunidades.

Foi o que ocorreu com a Acácia Supermercados, uma das redes mais conhecidas do Oeste catarinense, a qual era tão popular quanto um OXXO.

Sua falência oficial foi decretada pela Justiça ainda em fevereiro de 2025 e, com isso, encerrou seis anos de operação.

Além disso, o caso expôs as dificuldades enfrentadas por empresas de médio porte e abalou especialmente as donas de casa e consumidores locais que dependiam de seus preços acessíveis.

Justiça decreta falência

Conforme mencionamos acima, no dia 13 de fevereiro de 2025, a juíza Aline Mendes de Godoy, da Vara Regional de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de Concórdia (SC), homologou o pedido de autofalência feito pelos gestores da rede Acácia.

De acordo com o portal GiroNews, nos autos, a empresa afirmou enfrentar “incapacidade total de continuar operando”, citando dívidas/calotes superiores a R$ 2 milhões.

A magistrada nomeou um leiloeiro judicial para avaliar e vender os ativos da rede, procedimento destinado a pagar credores e quitar parte das pendências trabalhistas.

Ademais não foram encontradas declarações públicas ou comunicados oficiais da empresa sobre o encerramento das atividades, no entanto, o espaço segue em aberto.

Veja abaixo a linha do tempo dos acontecimentos:

  • 2019 – Fundação e expansão acelerada: A Acácia abriu sua primeira loja em São Miguel do Oeste. Em poucos meses, expandiu-se para Descanso e Iporã do Oeste, conquistando consumidores com preços competitivos e formato acessível, similar ao da OXXO, que une conveniência e proximidade;
  • 2020–2021 – Pandemia e início da crise: Mesmo sendo serviço essencial, a empresa enfrentou restrições de funcionamento, falta de mão de obra e problemas no abastecimento de produtos básicos. O fluxo de clientes caiu, e as margens se estreitaram;
  • 2022 – Queda de faturamento e retração: A lenta recuperação econômica e a alta de custos provocaram forte redução no faturamento. As lojas passaram a funcionar em horários limitados, com estoques cada vez menores, afastando consumidores e ampliando o rombo financeiro;
  • 2023 – Paralisação total: Sem fôlego financeiro, a Acácia suspendeu todas as atividades no início de 2023. As portas permaneceram fechadas o ano inteiro, enquanto cresciam os rumores sobre a falência iminente;
  • 2025 – Encerramento definitivo: Com dívidas acumuladas e sem capital para operar, a rede recorreu à Justiça para oficializar sua falência. O processo confirmou o fim de uma marca que, até poucos anos antes, simbolizava estabilidade e proximidade nas cidades do Oeste catarinense.

Leilão e tentativa de liquidação

Com a homologação da falência, iniciou-se o processo de avaliação patrimonial da empresa.

Ficou determinado que os bens leiloados serviriam para quitar, na medida do possível, os débitos com fornecedores, instituições financeiras e funcionários.

Até o momento, não há atualização sobre o andamento do leilão, nem sobre a destinação dos imóveis que abrigavam as antigas lojas.

Quais são os impactos de uma falência?

O fechamento da Acácia Supermercados, assim como todo encerramento de negócios do gênero, pode provocar uma onda de efeitos negativos, como:

  • Perda de uma das opções mais econômicas de compra diária;
  • Funcionários, na maioria das vezes, ficam sem emprego e com direitos trabalhistas em aberto;
  • Fornecedores lidam com inadimplência e calotes, agravando seus próprios fluxos de caixa.

Quais direitos os funcionários de empresas falidas têm direito?

Conforme determina a legislação falimentar, os ex-funcionários de uma rede ou empresa falida têm direito a receber:

  • Salários atrasados;
  • Férias vencidas e proporcionais com adicional de 1/3;
  • 13º salário;
  • Depósitos de FGTS com multa de 40%;
  • Aviso prévio;
  • Seguro-desemprego.

Inclusive, esses créditos têm prioridade no processo de liquidação, segundo a ordem legal estabelecida. Mas, para saber mais informações sobre outras falênciasclique aqui.

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Globo comunica dois fechamentos que atingem shoppings de SP em agosto de 2025 https://tvfoco.uai.com.br/globo-comunica-2-fechamentos-atingem-shoppings-sp/ Sun, 31 Aug 2025 08:30:00 +0000 https://www.otvfoco.com.br/?p=2479697 Globo confirma fechamento que afetou dois grandes shoppings de SP; Saiba o que aconteceu e os impactos que geraram na região No dia 12 de agosto de 2025, o G1, portal jornalístico da Globo, comunicou dois fechamentos que atingiram em cheio dois grandes shoppings no estado de São Paulo. Tratam-se de duas unidades da rede […]

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Globo confirma fechamento que afetou dois grandes shoppings de SP; Saiba o que aconteceu e os impactos que geraram na região

No dia 12 de agosto de 2025, o G1, portal jornalístico da Globo, comunicou dois fechamentos que atingiram em cheio dois grandes shoppings no estado de São Paulo.

Tratam-se de duas unidades da rede dos hipermercados Carrefour, as quais encerraram oficialmente as suas atividades, neste último sábado (30), nos shoppings Campinas Shopping e Parque Dom Pedro, na cidade de São Paulo.

A decisão surpreendeu consumidores habituais das duas unidades e gerou questionamentos sobre os motivos da decisão e o futuro da presença da rede na cidade.

No entanto, não se trata de uma crise ou questões financeiras. Afinal de contas, essas movimentações fazem parte de uma revisão estratégica do portfólio.

Além disso, essa medida visa otimizar os negócios, concentrando investimentos em formatos mais rentáveis e sustentáveis, como:

  • Atacarejo;
  • Clube de compras;
  • Outras operações de grande escala que registram maior crescimento no país.

O que reflete uma tendência de reorganização das grandes redes de varejo para enfrentar mudanças no comportamento do consumidor, na concorrência e na economia local.

Defesa e posicionamento do Carrefour:

Em nota oficial enviada ao G1, a rede esclarece que:

“Mantém presença em Campinas por meio das marcas Carrefour Hipermercado, Carrefour Bairro, Sam’s Club e Atacadão.”

A empresa também ressaltou que não haverá fechamento de outras unidades na região neste momento.

Além disso, reforçou que continuará atuando na cidade, mas de maneira mais estratégica, concentrando recursos e esforços em pontos comerciais que apresentem maior desempenho e retorno financeiro.

Ou seja, essa reorganização não significa que a rede deixará de atender Campinas, e sim ajustará sua presença para aumentar a eficiência operacional.

O Carrefour mantém planos de expansão em outros formatos de negócio que têm se mostrado mais adequados ao cenário atual do varejo brasileiro, garantindo competitividade e continuidade de serviços na região.

Quais são os impactos para clientes e funcionários?

Conforme destacado, a partir de setembro, o Carrefour concentrará sua atuação em outros pontos da cidade, mantendo as operações de hipermercado, bairro, Sam’s Club e Atacadão.

A rede não divulgou detalhes sobre a realocação de funcionários ou quantos empregos serão impactados, mas indicou que continua investindo em sua presença na cidade, oferecendo alternativas de compra em outros formatos de loja.

A medida pretende, ao mesmo tempo, reduzir custos operacionais e melhorar a experiência do cliente em locais mais estratégicos.

Por que hipermercados estão fechando?

De acordo com especialistas do mercado, o modelo de hipermercados está ficando cada vez mais obsoleto.

Em suma, o modelo vem de um movimento em que a atratividade dos modelos grandes cai cada vez mais ou traz protagonismo apenas para atacadistas e atacarejos, em que os preços são menores e mais vantajosos.

Isso sem falar na ascensão do comércio eletrônico e a uma tendência em preferir lojas mais próximas e convenientes.

Ou seja, a concorrência do atacarejo, a necessidade de adaptação digital e o aumento dos custos operacionais também são fatores cruciais para esse declínio.

Mas, para saber mais sobre histórias como essa, retomadas e muito mais, clique aqui*.

Veja as imagens gravadas por uma internauta em uma das unidades:

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