Tarcísio de Freitas determinou uma mudança em serviço essencial no Detran-SP, onde não precisa mais dos cartórios

O Estado de São Paulo conta há alguns meses com um novo serviço envolvendo o Detran, em que dispensa os cartórios.

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Isso porque, agora os motoristas podem realizar o processo de maneira digital, sem se quer precisar sair de casa para isso.

De acordo com o portal ‘Prodesp’, desde o primeiro semestre de 2024 o Estado de São Paulo tem em vigor o processo de transferência totalmente digital de veículos automotores.

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Esta foi uma iniciativa do Detran-SP, que teve a aprovação do Governador Tarcísio de Freitas, e está disponível no aplicativo do Poupatempo.

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São Paulo foi o primeiro estado brasileiro a oferecer as etapas de maneira completamente digital, sem que houvesse a necessidade de ir a um cartório.

Mas para que isso aconteça, o ideal é que o veículo já tenha o CRV-e em formato digital, que fica dentro do aplicativo, hoje, CNH do Brasil.

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“Todas as melhorias que estamos implantando no Detran-SP consideram o avanço tecnológico, a economia de recursos físicos e de mão-de-obra. Mas principalmente, a facilidade e a agilidade no atendimento ao cidadão paulista”, disse Eduardo Aggio, diretor-presidente do Detran-SP.

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Detran-SP inovou com a transferência digital dos veículos (Reprodução/Internet)

Quais os passos para fazer a transferência digital?

Para realizar a transferência do veículo de maneira digital, o primeiro passo é realizar previamente a inspeção do veículo em uma empresa credenciada de vistoria.

Em caso de aprovação, receberá o documento do comprovante e poderá realizar a transferência, que demora cerca de 5 minutos.

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Esse formato dispensa ida ao cartório, já que permite a autenticidade digital, não sendo necessário assinaturas de autenticidade.

Por fim, no próprio aplicativo tem como realizar pagamentos da taxa de transferência, através do PIX, e pagar débitos pendentes do veículo.

Como era a transferência antes do aplicativo?

Antes da era digital, tanto o comprador quanto o vendedor deveriam ter os documentos em mãos, tanto o original quanto a cópipa.

Precisava pagar uma taxa ao cartório, onde ambos assinavam o CRV, e a partir dai demorava cerca de 30 dias para completar a transferência.

Ainda precisavam pagar a taxa de transferência, agendar a vistoria do veículo em um local autorizado pelo Detran e por fim fazer o pedido de transferência.

Ou seja, hoje em dia, além de ser mais barato, ainda demora menos tempo, mostrando a importância da tecnologia.