Saiba mais sobre o técnico Cuca fora no Santos para o próximo jogo do Santos no Brasileirão

Na manhã desta segunda-feira (13), o TV Foco traz mais detalhes da situação de Cuca no Santos FC, após o jogo contra o Atlético-MG no sábado (11).

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Em suma, o Peixão enfrentou o Atlético-MG no final de semana, como dito acima, às 20h, na Vila Belmiro, pela décima primeira rodada do Campeonato Brasileiro da Série A. A partida foi 1 a 0 para o clube da casa, comandado por Cuca. O gol marcado foi de Moisés aos 63 aos 18 minutos do segundo tempo.

Vale destacar que durante o jogo, Gabigol também havia marcado um gol no primeiro tempo, porém, o juiz anulou por conta de um ‘toque de mão’ do próprio jogador. No momento em que isso aconteceu, muitos torcedores se revoltaram e destacaram que Gabigol precisaria ter amputado o braço para não haver toque, afinal, o braço estava colado ao corpo. Porém, o juiz seguiu irredutível em sua decisão.

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Porém, a vitória do Peixão também ficou marcada pela expulsão do técnico Cuca, que tomou cartão vermelho após se revoltar justamente com a anulação do gol de Gabigol.

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O treinador saiu de campo ainda no primeiro tempo do confronto, vale destacar que foram 2 cartões amarelos recebidos em um espaço de poucos segundos.

Sendo assim, Cuca está fora do próximo jogo do Santos, que acontece no próximo domingo (19), às 16h, na Vila Belmiro, contra o Fluminense.

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O que Cuca falou sobre a expulsão?

Ao final do jogo entre Santos e Atlético-MG, que marcou a primeira expulsão de Cuca nesta passagem pelo clube, o técnico comentou sobre o momento da expulsão e ainda admitiu que acabou passando do ponto nas reclamações.

“Meu histórico de expulsões é praticamente zerado. Respeito os árbitros. Acho que é a primeira vez aqui que sou expulso. Perguntei ao Gabigol se a bola tinha batido na mão e ele disse que não. Falei com o juiz e ele me deu dois amarelos. Poderia ter contemporizado; perguntei duas vezes”, começou o treinador.

E continuou: “Ainda não vi o lance. Me passei um pouco. Poderia ter administrado melhor, mas foi no calor do jogo, na vontade e na necessidade de vencer. Não ofendi ninguém, foi apenas uma reclamação, e ele achou que deveria me expulsar. Prefiro ser expulso e ganhar do que ficar lá e perder”.

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