César Tralli substituiu William Bonner no comando do Jornal Nacional em novembro do ano passado
No comando do Jornal Nacional, César Tralli é responsável por levar aos telespectadores da Globo, as principais notícias do dia. No entanto, na última segunda (19/1), o âncora confirmou morte de grande nome do Brasil.
Desse modo, Tralli confirmou a morte do ex-deputado Raul Jungmann. O político foi ministro quatro vezes e eleito deputado federal por três mandatos.
CÉSAR TRALLI CONFIRMA MORTE DE GRANDE NOME DO BRASIL?
Raul Jungmann faleceu no domingo (18) aos 73 anos após dois anos tratando um câncer no pâncreas. Sendo assim, ele foi sepultado na última segunda (19), em Brasília.
Apesar de muito querido e respeitado na política nacional, o velório foi reservado apenas a amigos próximos e familiares por pedido do próprio Raul Jungmann.
Natural de Recife, sua ascensão ocorreu no governo Fernando Herique Cardoso, onde comandou os ministérios do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.
Já no governo Michel Temer, foi ministro da Defesa e em seguida, se tornou o primeiro e único a ocupar o cargo de ministro da Segurança Pública.
A sua veia política começou durante a ditadura, como militante do Partido Comunista Brasileiro de acordo com a reportagem exibida no Jornal Nacional.

DEIXOU LEGADO?
Nos anos 1990 ajudou a fundar o PPS, onde permaneceu até 2018. Foi deputado federal por três mandatos e atuou em órgãos federais como Ibama e Incra. Desde 2022 era presidente do Instituto Brasileiro de Mineração, o Ibram.
Há dois anos Raul Jungmann tratava um câncer no pâncreas. Durante a reportagem exibida no Jornal Nacional, ministros, políticos, familiares e amigos lamentaram a morte e evidenciaram sobre a trajetória dele, marcada pelo diálogo.
Isso é uma raridade na política nacional, onde a polarização e interesses próprios acabam saindo na frente. Sendo assim, Raul Jungmann deixa um legado em uma área bastante conflituosa nos últimos anos.

ADEUS A RAUL JUNGMANN
O ex-presidente Michel Temer declarou que Jungmann foi um brasileiro que soube servir ao país e que por onde passou deixou a sua marca.
O Instituto Brasileiro de Mineração afirmou que Jungmann será lembrado pelo legado de diálogo e ética que deixa não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira.
Por fim, o herdeiro do ex-político também deixou a sua mensagem e falou sobre o amor que o pai sentia em servir a Nação.
“Antes de tudo meu pai foi um grande brasileiro. Um político incansável que pensou em várias estratégias, de várias formas e como construir um Brasil melhor. Como desenvolver melhor esse país que ele tanto amava”, declarou Bruno Jungmann, filho de Raul ao Jornal Nacional.

“Desse modo, veja matéria completa sobre sensitiva faz previsão a William Bonner“.
