O âncora foi forçado a interromper o noticiário da Globo por conta de uma notícia urgente

Na edição mais recente do SP1, que foi ar ar nesta terça-feira (20), na Globo, César Tralli protagonizou um momento fora do protocolo do telejornal paulista.

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Acontece que depois de uma reportagem da jornalista Luíza Vaz, que falava sobre uma coletiva da Prefeitura de São Paulo, o âncora recebeu uma informação urgente no seu celular e usou o aparelho para repassar a notícia.

Na mesma coletiva citada anteriormente o secretário de saúde da cidade de São Paulo, confirmou a preocupante notícia de que novos casos da variante delta foram descobertos na capital.

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A variante delta é uma forma mais grave e mais contagiosa da Covid-19 e um novo surto da doença pode causar ainda mais mortes em todo o país.

Nessa coletiva o secretário de saúde, Edson Aparecido, disse que São Paulo já tem oito casos confirmados da variante delta, um que a gente já conhecia, um homem de 45 anos“, iniciou César Tralli, lendo as informações no celular.

Quatro novos casos na região leste, dois da Vila Guilherme, Zona Norte e um caso de uma pessoa que está internada. Tem ainda uma pessoa que passou pra São Paulo e foi pro Rio, essa nona pessoa não seria aqui de São Paulo então. É isso, a preocupação é grande com a variante Delta“, ressaltou o âncora, antes de prosseguir com o telejornal.

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SP1 DE LUTO

César Tralli

César Tralli iniciou SP1 de luto (Foto: Reprodução)

Há alguns meses atrás César Tralli já havia quebrado o protocolo da Globo ao iniciar o SP1 em preto e branco, demonstrando luto pelo novo recorde de mortos que aconteceu na ocasião.

O Estado de São Paulo tem um novo recorde de mortes pela Covid-19 em 24 horas: 1.209″, narrou o apresentador César Tralli, 50, sem aparecer na tela. “Mais de mil e duzentas vidas perdidas. Mães, pais, filhos, tios, avós e amigos que se foram.”

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“Não dá pra ver esse número e não se importar”, prosseguiu o âncora. “Estamos na soma impressionante de 73.492 óbitos por causa da doença. É como se a cidade de Cajamar, aqui na Grande São Paulo, fosse dizimada“, comparou.