Substituta de Vale Tudo, remake assinado por Manuela Dias em outubro do ano passado, Três Graças ainda não caiu no gosto do público

A Globo está com problemas para alavancar a audiência do seu horário nobre. Isso porque Três Graças, que substituiu Vale Tudo no final do ano passado ainda não decolou.

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A trama escrita por Aguinaldo Silva é elogiada pela crítica e agrada o seu público fiel. No entanto, Três Graças não conquista novos telespectadores e fica longe de ser um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

AFINAL, SUBSTITUTA DE VALE TUDO AINDA NÃO DECOLOU?

Isso porque Vale Tudo sempre estava em alta nas redes, sendo criticada pelo público, mas com todos os capítulos repercutindo. Desse modo, a Globo seguia a premissa “fale bem ou fale mal, mas falem de mim”.

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Agora em sua principal faixa no horário nobre a situação da trama protagonizada por Sophie Charlotte, Murilo Benício e Grazi Massafera sofre para emplacar. Paralelo a isso, a Globo já deixou claro que está com saudades de Vale Tudo.

Joélly (Alana Cabral), Gerluce (Sophie Charlote) e Lígia (Dira Paes) (Foto: Reprodução / Estevam Avellar / TV Globo / Montagem TV Foco)
Joélly (Alana Cabral), Gerluce (Sophie Charlote) e Lígia (Dira Paes) em Três Graças (Foto: Reprodução / Estevam Avellar / TV Globo / Montagem TV Foco)

VOLTA DE ODETE ROITMAN E MARIA DE FÁTIMA?

A maior prova disso é que a emissora decidiu ressuscitar Odete Roitman (Deborah Bloch) já em fevereiro. Além disso, Maria de Fátima (Bella Campos) também estará de volta, mas em outra proposta.

A Globo agora prepara um novela vertical, ou seja, para ser assistida no celular e direcionada na relação de Odete com Maria de Fátima de acordo com informações da colunista Anna Luiza Santiago, do jornal O Globo.

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Portanto, serão 65 capítulos total. Não haverá cenas inéditas, e a estreia está marcada para 10 de fevereiro. Desse modo, não haverá novas gravações das atrizes, apenas um resumo focando na trajetória de Odete e Fátima.

Essa não é a primeira vez que a emissora produz uma novela vertical a partir de uma produção voltada para a TV aberta, visto que lançou mini tramas adaptadas de Verdades Secretas (2015), Terra e Paixão (2023), Vai na Fé (2023) e A Força do Querer (2017), por exemplo.

As novelas verticais deixaram de ser uma mera curiosidade de rede social para se tornarem uma das principais apostas do entretenimento no ano passado.

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Fátima e Odete em Vale Tudo (Foto: Reprodução / Globo / Montagem TV Foco)

NOVA ERA DAS NOVELAS?

A boa aceitação do consumo de vídeo curto transformou as novelas verticais em uma nova frente da dramaturgia, acoplada pela mesma lógica das redes sociais, das comunidades e da interatividade.

O público continua interessado em consumir histórias e as novelas verticais conseguem oferecer uma nova era. Afinal, você pode assistir o conteúdo no trânsito indo para o trabalho.

Outro ponto, é o fato de poder assistir na hora que quiser e uma história sem rodeios, com desfechos claros e soluções rápidas. Na correria cotidiana, isso faz toda a diferença.

O especialista em creator economy Caio Dominguez, CEO da LOI, em entrevista ao Notícias da TV, destaca essa nova forma de consumir conteúdo.

“Mais do que uma fusão com os formatos tradicionais, o que está acontecendo é a criação de novas formas de você se comunicar com a comunidade, de você interagir com o público final, que é o que realmente interessa”, destaca Caio Dominguez.

“Desse modo, veja matéria completa sobre galã de Vale Tudo vive relação discreta com outra estrela da Globo há 46 anos”.