Tristeza e suicídi0: A morte de galã de novelas da Globo, aos 33

Tristeza e suicídi0: A morte de galã de novelas da Globo, aos 33, após tirar a própria vida

Galã da Globo, conhecido por papéis icônicos, faleceu com apenas 33 anos; Entenda a luta silenciosa do ator contra a depressão e o legado.

17/12/2025 7h15

3 min de leitura

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Galã da Globo morreu com apenas 33 anos de idade (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/GMN/Globo)

Galã da Globo, conhecido por papéis icônicos, faleceu com apenas 33 anos; Entenda a luta silenciosa do ator contra a depressão e o legado de sua carreira

O cenário artístico brasileiro perdeu precocemente um de seus talentos mais promissores, o qual brilhou em uma série de novelas e produções da Globo.

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Estamos falando de Luiz Leal Maçãs Fernandes, um galã que marcou a televisão e o teatro nacional, mas que teve sua vida interrompida tragicamente, em 27 de julho de 1996, no Rio de Janeiro, ao tirar a própria vida aos 33 anos.

A sua morte chocou o público e evidenciou as batalhas internas que o artista enfrentava em silêncio.

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Com base em informações do portal Wiki, trazemos abaixo mais sobre sua carreira e partida, a qual até hoje causa profunda tristeza a milhares de colegas e fãs.

Teatro e TV

Luiz Maçãs iniciou sua carreira artística no teatro no começo da década de 80. Ele demonstrou versatilidade desde cedo, participando de peças como Ataca, Felipe! (1986).

Aos 23 anos, em 1986, o cinema abriu suas portas quando ele integrou o elenco jovem de A Cor do Seu Destino.

Em 1987, a televisão o recebeu na extinta Rede Manchete, onde ele interpretou Beraldo na novela Helena.

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No ano seguinte, o ator ingressou na Globo, conquistando papéis de destaque:

  • Fera Radical – Interpretou o Dudu;
  • O Salvador da Pátria – Interpretou Marco Antônio;
  • Desejo – Interpretou Aldroaldo;
  • Riacho Doce – Interpretou Dr. Alfredo.

O seu maior sucesso, no entanto, chegou com o retorno à Manchete em 1990, quando Luiz Maçãs imortalizou o romântico poeta Armando Rosas em A História de Ana Raio e Zé Trovão.

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O papel obteve grande aceitação do público e consolidou seu nome na dramaturgia.

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Seus últimos trabalhos

No entanto, apesar do sucesso profissional, Luiz Maçãs enfrentava problemas pessoais na década de 90.

O ator lutava contra questões de peso, que representavam uma grande preocupação pessoal para ele.

Pouco antes de integrar o elenco da peça Angels In America (1995), o ator saiu de um spa, onde ele perdeu 20 quilos, mostrando seu esforço contra as dificuldades.

Em 1993, ele retornou à Globo e interpretou Bubi em O Mapa da Mina, e em 1995, ele deu uma elogiada atuação como o personagem Cadelão na minissérie Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados.

Os seus últimos trabalhos registraram seu talento em projetos mais íntimos.

Em 1996, ele interpretou Alberto no curta-metragem Amar…, de seu grande amigo Carlos Gregório, filme que ganhou uma dedicatória póstuma.

Inclusive, no mesmo ano, ele iniciou a atuação no filme Tiradentes, em que ele interpretava Joaquim Silvério dos Reis, mas o destino interrompeu sua participação.

Onde Luiz Maçãs morreu?

Luiz Maçãs faleceu no Rio de Janeiro em 27 de julho de 1996, com apenas 33 anos.

Conforme citamos acima, ele cometeu suicídio. O artista carregava um quadro de depressão, mas a família nunca esclareceu os detalhes ou as circunstâncias de sua morte.

O silêncio em torno do ocorrido reforçou o caráter privado da dor.

Além disso, a sua precoce partida deixou uma lacuna na arte e interrompeu a filmagem de Tiradentes, o que exigiu sua substituição por Rodolfo Bottino.

O corpo de Luiz Maçãs está sepultado no Cemitério de São João Batista.

Ademais, para saber mais histórias como essa, clique aqui*

MAS ATENÇÃO!

Se você ou alguém que você conhece está passando por sofrimento psíquico ou pensando em tirar a própria vida, recomendamos que procure ajuda imediatamente. Você encontra apoio e escuta gratuita no Centro de Valorização da Vida (CVV) por meio do número 188 ou acesse o site (cvv.org.br) para conversar com um voluntário. A vida vale a pena e você não precisa enfrentar a dor sozinho!

Autor(a):

Jornalista com formação em Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e experiência em reportagens sobre economia e programas sociais. Com olhar atento e escrita precisa, atua na produção de conteúdo informativo sobre os principais acontecimentos do cenário econômico e os impactos de benefícios governamentais na vida dos brasileiros. Apaixonada por dramaturgia e bastidores da televisão, Lennita acompanha de perto as movimentações nas principais emissoras do país, além de grandes produções latino-americanas e internacionais. A arte, em suas múltiplas expressões, sempre foi sua principal fonte de inspiração e motivação profissional.

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