Uber, 99 e Ifood: Gigantes dos aplicativos se unem e cravam fim de 3 serviços aclamados no Brasil

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

04/03/2024 às 11:31 · Tempo de leitura: 3 minutos

Uber, 99 e iFood (Fotos: Reproduções / Internet / Empresa / Montagem)

Uber, 99 e Ifood acabaram com três serviços no ano passado

No ano passado, a Uber, o 99 e o Ifood se uniram e cravaram o fim de três serviços aclamados no Brasil.

Primeiramente, iremos recordar a decisão da Uber de acabar com um serviço aclamado entre o público.

Estamos falando do Uber Pass. O serviço tornou-se um sucesso na época de seu lançamento, que ocorreu em 2020.

O programa acabou em setembro do ano passado. Mas, a plataforma também realizou um novo lançamento.

Na mesma época, a empresa lançou o Uber One para substituir o Pass, de acordo com informações da CNN.

A partir de agora, os passageiros podem contratar o Pass por R$ 19,90 mensais ou R$ 198 anual.

O passageiro pode contar com o cashback de 10% em créditos (dinheiro de volta), que podem ser utilizados em todas as viagens do aplicativo, exceto na opção Moto.

Motorista da Uber (Foto: Reprodução / Internet)

MAIS SOBRE O ASSUNTO

No ano de 2019, o 99 lançou o 99Food, com uma estratégia de expansão focada em cidades de menor porte, fugindo da concorrência direta com o IFood.

Porém, no ano passado, a empresa confirmou que o serviço seria finalizado no dia 17 de abril.

A Uber já havia finalizado o serviço da Uber Eats para entregas. Atualmente, o serviço é apenas para mercados.

“Como companhia, decidimos concentrar muitos dos nossos recursos no desenvolvimento de serviços de duas rodas, com a expansão de 99Moto em ride-hailing, e 99 Entrega Moto em delivery. Por esse motivo, decidimos descontinuar o aplicativo 99 Food”, disse a empresa na época.

Aplicativo 99 (Foto: Reprodução / marca)

QUAL FOI O FIM DO SERVIÇO DO IFOOD?

No dia 30 de setembro, o IFood anunciou o fim dos contratos de exclusividade com restaurantes de redes com mais de 30 lojas.

Em fevereiro do ano passado, o CADE proibiu o Ifood de ter exclusividade com restaurantes que possuem 30 ou mais unidades.

Desse modo, outras plataformas como a Rappi, conquistaram o espaço com os restaurantes que possuem 30 ou mais unidades, como o McDonald’s.

“Desde a assinatura do acordo, estamos focados em implementar uma estratégia robusta para seguir crescendo e gerando resultados positivos”, afirma Arnaldo Bertolaccini, vice-presidente de restaurantes do iFood.

“Mesmo sem a exclusividade, continuaremos ajudando nossos parceiros com mais de 30 lojas a prosperar no delivery e oferecendo produtos e serviços relevantes para o perfil de pequenos e médios empreendedores, que representam 70% dos estabelecimentos cadastrados na plataforma”, finalizou Arnaldo.

Entregador do Ifood (Foto: Reprodução / Internet)

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