O INSS surpreendeu ao confirmar uma nova regra para liberar novos benefícios. Trata-se da exigência de um único documento

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) demonstra sempre uma enorme preocupação com seus beneficiários. Em função disso, a autarquia federal emitiu um comunicado a respeito de um assunto que vem circulando amplamente nas redes sociais.

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Nos últimos dias, surgiu a notícia que o INSS deixará de pagar aposentadoria a quem não tem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Diante disso, o órgão decidiu confirmar que o pagamento não muda para quem já recebe os benefícios atuais.

Segundo informações do portal Agência Brasil, o INSS iniciou em novembro do ano passado um processo que exige a biometria digital para os pedidos de novos benefícios. Mas, a nova regra não afeta em nada quem já recebei os pagamentos.

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Vale lembrar que na fase atual, a biometria acaba sendo exigida apenas para os pedidos de futuras aposentadorias e pensões, com o INSS podendo usar os dados biométricos tanto da CIN, como da carteira de habilitação e do título de eleitor.

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Mas, a partir de 1º maio, a biometria digital passará a se tornar obrigatória para os novos pedidos de salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e pensão por morte. Aliás, as exigências não param por aí.

Também a partir dessa data, quem pedir qualquer benefício do INSS e não tiver biometria em nenhum desses documentos precisará emitir a CIN para dar andamento ao pedido. Mas, as biometrias do título de eleitor e da carteira de motorista continuarão aceitas.

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Contudo, a partir de 1º de janeiro de 2028, a CIN será o único documento exigido para pedidos e manutenção de benefícios do INSS. O órgão informará tudo aos segurados por meio do aplicativo e do site Meu INSS e também nos postos de atendimento.

Exceções

A exigência será dispensada, enquanto não houver alternativas oferecidas pelo poder público, para:

  • pessoas com mais de 80 anos;
  • pessoas com dificuldade de deslocamento por motivo de saúde, mediante comprovação;
  • moradores de áreas de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas atendidas pelo PREVBarco;
  • migrantes, refugiados e apátridas;
  • residentes no exterior.

Por fim, confira mais notícias sobre o INSS clicando aqui.

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