Um dos maiores nomes do Palmeiras pode fechar contrato com o clube de Rogério Ceni após negar contrato com o Vasco da Gama

O Bahia está cada vez mais próximo de fechar um contrato milionário com um dos maiores nomes do Palmeiras após o mesmo recusar oficializar com o Vasco devida a crise da 777, dona da SAF do cruzmaltino.

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Acontece que o fornecedor de uniformes do Palmeiras, a Puma, é exclusividade do verdão na temporada e ainda por cima rende muito dinheiro ao alviverde, podendo gerar essa receita para novas contratações.

A Puma foi cotada para assumir os uniformes do Vasco da Gama, mas isso não aconteceu por conta da crise que vive a 777 Partners com a polêmica recuperação judicial da empresa nos Estados Unidos.

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De acordo com informações do portal EC Bahia, lançamento dos uniformes de 2024 deve mesmo ser o último com a marca Esquadrão. A partir de 2025, a tendência é de que o Bahia anuncie um acordo com a Puma, parceira global e fornecedora de equipamento de vários clubes do Grupo City.

Além da iminente chegada da Puma ao Bahia, outra possibilidade levantada foi que a fabricação dos uniformes continuasse a ser feita por empresa terceirizada, no caso a brasileira Volt Sport – que fabrica as peças da marca Esquadrão em 2024.

Sendo assim, não haverá terceirizações, mas, sim, produção feita diretamente em uma fábrica da Puma, diferentemente do que ocorreu com durante a passagem da Nike pelo Bahia. Vale ressaltar ainda que Bahia SAF e Volt já são parceiras no que diz respeito às operações das Lojas do Bahia.

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PERTO DO BAHIA, PORQUE O VASCO NÃO FECHOU COM A PUMA?

Segundo o GE, Vasco procura um novo fornecedor de material esportivo para o lugar da Kappa, que tem contrato até dezembro e vai deixar de produzir os uniformes do clube a partir do ano que vem. A diretoria vascaína tinha conversas adiantadas com a Puma, mas a briga entre os sócios da SAF esfriou o negócio e estendeu a busca no mercado.

Internamente, o Vasco entende que os valores pagos pela Kappa são muito baixos e vê a troca de fornecedor como possibilidade de aumento de receita. O contrato amarrado em 2020 pela gestão de Alexandre Campello, e renovado em 2021, prevê o pagamento de R$ 600 mil por ano.

O clube se reuniu e ouviu propostas de potenciais novos parceiros nos últimos meses – apesar de ainda haver um semestre inteiro até o fim do contrato com a Kappa, a troca de um fornecedor precisa ser definida com antecedência para haver tempo hábil para a produção das peças. E havia escolhido a Puma para fechar negócio: a projeção era para o Vasco receber aproximadamente R$ 24 milhões, incluindo valores fixos, royalties e enxoval.

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O ge apurou que a negociação entre Vasco e Puma encontrava-se em estágio avançado, por detalhes para ser concluída. Mas a liminar que tirou o controle da SAF da 777 Partners e o entregou ao clube associativo, assim como a entrada de novos interlocutores, esfriou as tratativas.