Além disso, a marca também conta com designers próprios, ofertando então modelos diferenciados no mercado, com qualidade e a um preço acessível.
O que faz com que a empresa se destaque, principalmente pela alta qualidade de seus produtos, bem como por causa da alta durabilidade que eles garantem.
Entre todas as categorias disponibilizadas estão disponíveis uma grande variedade de malhas, suéteres e cardigans (casacos mais longos feitos em sua maioria de lã).
Os consumidores também poderão contar com opções de jeans, incluindo peças de diferentes modalidades, estilo e lavagens.
De acordo com o Diário do Comércio, a escolha da Mango pela Dafiti não poderia ser melhor, um vez que ela sempre conseguiu fazer o Brasil enxergar com bons olhos essas marcas internacionais que estão chegando cada vez mais.
Segundo o executivo da Dafiti, Flávio Dias, a Dafiti acaba sendo bem vista como parceira que possibilita às marcas atuarem no Brasil, o que reduz riscos operacionais.
Isso graças a um, como ele mesmo disse, bom relacionamento que a Dafiti já estabelece com inúmeras marcas globais, por promover coleções e acima de tudo, respeitar o “conceito (lifestyle) de cada marca, além de termos um bom nível de serviço para todo o país”,
3- Público alvo
De acordo com Fábio Fadel, a Mango lançou a “marca premium de entrada”, voltada a mulheres maduras das classes A e B, dispostas a pagar em torno de R$ 300, em média, por peça (a coleção tem modelos de R$ 150 a R$ 500).
O que será um grande desafio para a Dafiti, a julgar pelos dados do relatório Webshoppers 47 elaborado pela NielsenIQ Ebit e obtidos com exclusividade pela Folha.
A Mango já está sendo vendida no país por meio da Dafiti (Foto Reprodução/Dafiti)
Segundo um levantamento, feito em 2022, o tíquete médio gasto na categoria moda e acessórios no Brasil foi de R$ 192, alta de 9% sobre os R$ 176 de 2021 (valores nominais).
4-Origens
Uma curiosidade interessante sobre a Mango é que, de acordo com o portal” Mundo das Marcas”, Isak Andic Ermay, o pai da marca, durante uma viagem para as Filipinas, no início dos anos de 80, comeu pela primeira uma manga.
Ao sentir o sabor da fruta, imediatamente decidiu usar o nome desta fruta tropical em sua nova marca de roupa.
A ideia original da nova loja baseava-se na criação de coleções de moda feminina que explorassem uma estética urbana e foi um verdadeiro sucesso até então …
Isak Andic Ermay (Foto Reprodução/Internet)
Quem tem medo da Shein?
A categoria representou 4% do faturamento bruto do comércio eletrônico no ano passado, o equivalente a R$ 10,5 bilhões. Estes dados não consideram os varejistas online estrangeiros (crossborders), como a Shein, que se tornou um fenômeno de vendas no Brasil.
De acordo com o portal Folha de S. Paulo, a expectativa é que a Mango consiga quebrar até mesmo os imbatíveis produtos vindos da china, como a queridinha Shein, que está ganhando cada vez mais espaço.
No ano passado, a varejista asiática gerou filas nas duas lojas pop-up que abriu em São Paulo e no Rio. Para este ano, promete novos pontos de venda temporários.
Mas como mencionamos, essa concorrência com a popular Shein, que oferece fast fashion a preços agressivos, não está incomodando nenhum pouco a Mango, na opinião de Fadel:
“A cliente da Shein busca uma roupa com alguma informação de moda, que acaba sendo substituída com facilidade”, diz o executivo. “Já a cliente da Mango não quer nada tão perecível e sazonal e paga por itens de maior qualidade.”