Varejista que lucrou R$ 10 bilhões vai à falência, fecha todas as lojas, mas sofre grande reviravolta

Empresa tem falência decretada, mas sofre reviravolta histórica (Foto: Reprodução/ Internet)
Varejista sofre grande reviravolta, após ter a falência decretada
Não precisa ser um grande especialista no assunto para chegar a conclusão que abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações pode levar ao fim de uma grande empresa. Nesse sentido, falaremos de uma gigante do setor varejista que tinha um faturamento de R$ 10 milhões, foi a falência, mas teve uma reviravolta.
Estamos falando a respeito da Ricardo Eletro. No passado, a marca chegou a possuir mais de 400 pontos de vendas espalhados pelo Brasil, um faturamento anual de cerca de R$ 10 bilhões e empregava quase 30 mil pessoas. Entretanto, a má administração acabou colocando a empresa em uma situação bastante delicada.
Em 2022, a Justiça declarou a falência três vezes, todas posteriormente revertidas. Em uma delas, a empresa precisou ficar 45 dias sem vender. A dívida da Ricardo Eletro com credores reportada na recuperação judicial era de R$ 4 bilhões. Anos após o processo de falência, a varejista está ressurgindo das cinzas e com um novo nome.

A empresa agora atende pelo nome de Nossa Eletro e já inaugurou duas lojas em Minas Gerais. A atitude foi tomada depois que a companhia conseguiu reverter sua falência na Justiça. Dessa forma, a expectativa é que a varejista consiga novamente se expandir no mercado nacional, abrindo mais e mais lojas físicas espalhadas por todo o Brasil.

A intenção é chegar em 50 lojas em 2024. “A gente está refundando a empresa. Já abrimos duas e vamos abrir mais três lojas neste mês de abril”, diz o CEO da empresa, Pedro Bianchi. Todas as unidades deverão ser aberta no estado de Minas Gerais. A expansão da varejista será suportada pelo desbloqueio de valores que haviam sido penhorados pela Justiça.
Por que a Ricardo Eletro mudou de nome?
Pedro Bianchi ainda explicou o motivo para a troca de nome da varejista. Segundo ele, é uma tentativa de dar um ar mais “coletivo” para a marca. “A gente quer tirar essa imagem de que a empresa era de uma pessoa e dar esse ar coletivo”, diz ele. Contudo, o real motivo seria a desvinculação do antigo dono. Ricardo Nunes.
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