Veja agora o que deu “certo” e o que deu “errado” na TV brasileira em 2011:

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O que deu Certo:

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Tapas & Beijos (Globo): Com roteiro de Miguel Paiva e boas atuações de Fernanda Torres e Andrea Beltrão, a série retrata brasileiro comum sem a chatice do politicamente correto. O público se identifica com as caricaturas. Tomou o lugar do Casseta & Planeta.

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Divã (Globo): Com Lilia Cabral, a série foi gravada como se fosse cinema, com movimentos e enquadramentos de câmera não muito comuns na TV, misturava comédia com drama na medida certa e tratava as mulheres de forma digna. Pena que durou pouco.

Esquenta (Globo): Regina Casé conseguiu emplacar um programa popular aos domingos misturando diversos ritmos musicais e atrações. Sertanejo e samba conversam como iguais. Lembra programas já apresentados por Regina, como o Muvuca, mas é muito melhor.

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Rebelde (Record): A concorrência pode até dizer que a versão brasileira da novela mexicana, na casa dos oito pontos, não é um estrondo no Ibope. Mas o que falar dos shows lotados, da repercussão na internet e das dezenas de produtos licenciados?

Agora É Tarde (Band): Desde o primeiro programa, Danilo Gentili mostrou-se um bom apresentador e entrevistador. Conduziu os bate-papos de forma leve, sem esquecer as perguntas mais incisivas. Não foi agressivo nem ingênuo. Começou com duas edições por semana, passou a três e vai virar diário em 2012.

O Astro (Globo): Mesmo com apenas 60 capítulos, teve barriga. Mas a novela das onze da Globo conseguiu impedir que A Fazenda alcançasse a liderança. E veio para ficar. Em 2012, tem mais duas.

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Pan de Guadalajara: Pela primeira vez a Record transmitiu um grande um grande evento esportivo com exclusividade. A Globo boicotou a competição, a escondendo de seus telejornais, mas teve de voltar atrás diante da repercussão negativa.

Com informações do jornalista Daniel Castro