"Vem aí mais um campeão de indecência!"
Celso Portiolli apresenta o "Domingo Legal" (Foto: Divulgação)
“ele não sente vergonha do que mostrou para todo o país?”
Quando pensamos em uma tarde de domingo vendo TV, vem que ideia? Baixaria, certo?! E não tem como pensar outra coisa. Quando uma grande rede, poderosa, aliás, passa uma hora mostrando um sujeito, charlatão, dizendo que prevê o futuro e, para não ser perguntado na hora, diz que é somente quando sonha, esta rede não merece nossa atenção. E ela sozinha consegue servir de exemplo das porcarias que há em todos os canais.
Como um apresentador simpático e familiar é capaz de nos mostrar tanta baixaria? Chegando em casa, olhando para sua família, ele não sente vergonha do que mostrou para todo o país? Duvido! Mas o que importa, então? Os 200 mil no contracheque. Nós, não nos fazendo de bobos, o deixamos à ver navios com seu terceiro lugar. Só que não é um terceiro bom, é terceiro lixo, lá embaixo, que só não está mais baixo por que as outras redes também tem a mesma cara de pau.
O pior mesmo ocorre quando fazemos uma retrospectiva e vemos tudo isso há anos. Não é questão de apresentar baixaria, isso até é bom para aliviar as tensões. É curioso ver algo leve, uma reportagem como fazia o “Homem do Sapato Branco”, que brincava com Inri Cristo e outros entes deste naipe. Isso é aceitável. O problema é quando a baixaria se torna charlatanismo, aí é caso de polícia.
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