Vida nova para o "CQC"

19/03/2013 às 10:30 · Tempo de leitura: 2 minutos

O modelo do “CQC” está morto. O pessoal da bancada e campo está tentando extrair suco de pedra. Transbordam talento, mas entrevistar gente na rua perdeu a graça. O transeunte não tem criatividade, não chama a atenção, dá uma risadinha, fala algo mais leve e pronto. Com isso vamos desviando nossa atenção. No caso de artistas em festas, o que adianta? Som alto, o pessoal querendo se divertir, falam qualquer coisa e empurram o repórter para o lado. Nem o “Pânico” tem feito isso. Pararam por inanição e assim viram a audiência aumentar.

Esperava um “CQC” melhor, novo, quadros cheios de ideias recentes, vi o mesmo programa de 6 anos atrás. Quanto a Calabresa, ela realmente tem presença, é criativa, consegue se impor, transforma algo morto em pura risada.  Mesmo mostrando ansiedade, próprio das estreias, seu estilo veio carregado de simpatia e inteligência, nos manteve acordados, nos encheu de esperanças quanto a um novo caminho para o combalido “CQC”.

Tópicos nesse artigo:

Mais lidas

ver todas
  1. Neto discreto de Roberto Carlos é um dos homens mais lindos
  2. Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
  3. Lucimara Parisi, braço direito de Faustão, vive assim hoje
  4. Caiu da janela: Qual atriz morreu 2 dias após finalizar gravações na Globo?
  5. Henry Borel retorna em carta psicografada com mensagem chocante para mãe: “Ao invés de me proteger”