Formol e farinha tóxica: Vigilância baixa ordem de PROIBIÇÃO contra 2 queridinhos das mulheres por risco fatal
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Vigilância reforça perigo ao utilizar dois produtos comuns (Fotos: Reproduções / Canva)
Vigilância baixa ordem de proibição em alimento e produto amado entre mulheres
Nesta sexta-feira, 21, iremos recordar duas medidas da Vigilância com a ordem de proibição de dois produtos queridinhos entre as mulheres. A medida ocorreu por conta dos riscos do formol, que podem levar a morte, e até uma farinha tóxica.
Primeiramente, iremos relembrar o caso envolvendo um tipo de farinha, que ocorreu no dia 21 de maio deste ano.
A Food and Drug Administration ( FDA ), Vigilância nos Estados Unidos, emitiu um alerta sobre os perigos da farinha de Tara.
A farinha de Tara é uma proteína vegetal, relativamente nova, feita a partir das sementes de Tara spinosa, uma árvore sul-americana.
De acordo com informações do portal The Mirror, a farinha de Tara não possuí segurança aos consumidores.
A FDA revelou que a farinha “não atende ao padrão Geralmente Reconhecido como Seguro (ou GRAS) e é um aditivo alimentar não aprovado”.
Sem uma certificação GRAS, um ingrediente ou aditivo é considerado adulterado, o que significa que não pode ser usado legalmente em alimentos nos Estados Unidos.
“Usos de ingredientes alimentares que não são GRAS, não autorizados como aditivos alimentares e não isentos de a definição de aditivo alimentar da Lei Federal de Alimentos, Medicamentos e Cosméticos (FD&C) são aditivos alimentares não aprovados. Alimentos que são, ou contêm, um aditivo alimentar inseguro são considerados adulterados”, disse a FDA.
O alimento adulterado e até mesmo inseguro pode ocasionar altos riscos à saúde, uma vez que não há comprovações do que o consumidor está ingerindo.
DOENÇAS
Em 2022, o FDA investigou o Daily Harvest depois que “400 relatos de eventos adversos” foram feitos, detalhando doenças causadas por seu produto de alho-poró e lentilha, que contém o ingrediente.
O Daily Harvest prontamente retirou o produto e conduziu sua própria análise, a farinha foi indicada como “possível contribuinte para as doenças”.
Porém, as pesquisas ainda não dão 100% de certeza de que a farinha é a responsável pelas doenças, segundo o portal The Mirror.
“Até o momento, a FDA não encontrou nenhuma evidência de que a farinha de tara tenha causado o surto; no entanto, levou a agência a avaliar o status regulatório deste ingrediente alimentar”, afirmou o comunicado de imprensa da Vigilância.
Desse modo, a FDA não pode retirar o produto do mercado, mas orienta aos consumidores sobre os possíveis riscos.
“Existem dados e informações científicas inadequadas que demonstram a segurança do seu consumo”, disse a vigilância.
Por fim, a FDA reforça que os fabricantes que usarem o ingredientes deverão ser “responsáveis por garantir que a sua utilização é segura e legal”, uma vez que a agência os incentivou a consultá-los.
FORMOL
No dia 20 de outubro do ano passado, a Vigilância dos Estados Unidos emitiu um comunicado sobre o uso do formol nos produtos alisadores de cabelo.
De acordo com informações da Folha de S.Paulo, a FDA propôs proibir produtos que contenham ou emitam formaldeído devido aos riscos.
O uso frequente de formol são atribuídos a um possível aumento no risco de desenvolver câncer de útero, altas taxas de leucemia mieloide e outros cânceres raros, que podem levar a morte.
Além disso, a FDA ressalta que o produto pode causar irritação nos olhos e garganta, tosse, chiado, dor no peito, dor de cabeça, asma, irritação da pele e reações alérgicas.
Desse modo, a Vigilância dos Estados Unidos pretende banir os produtos químicos, que utilizem o formol.
Vale lembrar que os alisadores com formol são proibidos pela Anvisa no Brasil desde o ano de 2019.
Como fazer uma denúncia anônima na Vigilância Sanitária?
No Brasil, a Anvisa, juntamente com a Vigilância Sanitária, são essenciais para a fiscalização de produtos e garantir a saúde do consumidor.
Inclusive, o consumidor pode realizar uma denúncia nos órgãos ao perceber que um produto está estragado.
Para fazer a denúncia na Vigilância Sanitária, o consumidor deverá entrar em contato com o serviço de atendimento por meio do telefone 156.
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