Vivendo um personagem gay em Orgulho e Paixão, Juliano Laham declara torcida por beijo

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

04/09/2018 às 18:27 · Tempo de leitura: 3 minutos

Luccino (Juliano Laham) e Otávio (Pedro Henrique Müller) (Foto: Reprodução)

Luccino (Juliano Laham) e Otávio (Pedro Henrique Müller) (Foto: Reprodução)

No ar atualmente na novela Orgulho e Paixão, Juliano Laham tem tido grande repercussão nas redes sociais por conta de seu personagem Luccino. Na história, o jovem assumiu a homossexualidade e vive uma história de amor proibida com capitão Otávio (Pedro Henrique Müller). Após o ocorido, o rapaz acabou sendo expulso de casa pela família.

Durante entrevista concedida ao site de Hugo Gloss, Juliano Laham contou que tem recebido o apoio de inúmeros telespectadores que já viveram uma situação parecida. “Muitos jovens se identificam e dizem que se reconhecem naquilo que o meu personagem está vivendo. Outros relatam que a novela está mudando a forma dos pais encararem o assunto dentro de casa”, disse ele.

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E prosseguiu: “A orientação sexual das pessoas não pode ser julgada e nós já deveríamos ter aprendido isso. Como também já aconteceu de algumas pessoas virem com piadas preconceituosas. Mas eu simplesmente ignoro. Abstraio e não trago isto pra mim. Trago pra mim somente aquilo que de fato muda as pessoas. Isso para um artista é incrível.”

Juliano Laham contou ainda que tem sido grande a torcida dos telespectadores para que o beijo entre Luccino e Otávio aconteça. “A forma que o autor está abordando é muito bonita e interessante. A melhor coisa que pode acontecer com o Luccino é poder viver esse amor da melhor forma possível. Eu torço para que o beijo aconteça. Como telespectador acredito que vai rolar sim”, declarou.

Otávio (Pedro Henrique Müller) e Luccino (Juliano Laham) em “Orgulho e Paixão” (Foto: Reprodução/TV Globo)

Ele falou ainda sobre a importância desse atual trabalho: “A mensagem que quero passar é a da representatividade. A ideia de que não se pode julgar o amor do próximo, a orientação sexual do próximo. Percebi que os números nas minha redes sociais mudaram. Muitas pessoas deixaram de me seguir e de acompanhar o meu trabalho através da internet. Mas, honestamente falando, eu não me importo”.

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