Aproveitando a entrevista de Aguinaldo Silva, lembrei da forma como foi escolhido o tema para a série global, A Casa das Sete Mulheres. Procurando um tema, Maria Adelaide Amaral lembrou de um livro entregue à ela pela escritora gaúcha Letícia Wierzchowski. Lá estava o escrito, na estante, perdido no esquecimento mas pronto para virar aventura nas mãos de gente como Jayme Monjardim.

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Não temos como saber quando nossas idéias serão aproveitadas, se em deteminado site elas veicularão pelo mercado, se tal entrevista para o jornal trará às claras nossa imagem. Vemos isso na história de Paulo Coelho. Seu enorme sucesso no espinhoso mundo dos livros veio da total dedicação do autor. Era ele quem conferia se os exemplares estavam sendo enviadas em quantidades suficientes para as livrarias, se a qualidade das edições estavam sendo mantidas, se suas entrevistas eram o suficiente para a divulgação.

Seu Barriga não deixou por menos, Danilo, no Agora é Tarde, falando sobre a formação em medicina do artista, quis saber qual a razão para ter desistido de ser médico. “Se continuasse nas duas profissões eu seria um artista medíocre, tive a necessidade em me dedicar a apenas um campo!”

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Foi esta dedicação à literatura que fez Letícia entregar um de seus livros para a pessoa certa, talvez uma em dezenas de roteiristas famosos da tv. Em uma destas tentivas, lá estava ela, sendo lembrada e vendo sua obra em evidência.

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Em um domingo como este, ficam experiências para vc começar a segunda cheio de gás quanto a realização de seus sonhos. Sempre lembrando o quanto é importante se dedicar profundamente à eles.

Texto: @cleomarsantos

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