Volante de R$ 18M está fora no Vasco da Gama; Veja mais

Na noite da última quarta-feira (21), o Vasco encarou a equipe do Flamengo pela 3ª rodada do Campeonato Carioca. Em um jogo muito movimentado, o Gigante da Colina acabou perdendo pelo placar de 1 a 0.

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Mas o que mais chamou à atenção nesta partida, não foi nem a derrota para o seu maior rival, e sim a expulsão de Cauan Barros. O jovem volante do Vasco, deu uma forte entrada em Carrascal, quando o jogo ainda estava 0 a 0.

Logo após essa expulsão, o Flamengo abriu o placar com o próprio Carrascal, e garantiu à vitória para a equipe do Rubro-Negro. Na sala de coletiva de imprensa, Fernando Diniz falou sobre a expulsão, e nomeou ela como ‘ridícula’.

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“É uma expulsão, para mim, ridícula, um negócio sem sentido. Eu sinceramente ainda não consegui entender. Teve um lance um pouco antes no primeiro tempo, com o Andrés Gómez, que o cara chuta no alto, pega no pé dele… eu nem acho esse lance para expulsão, mas esse (do Barros) foi muito menos. O cara está passando, não sei se o Barros tentou dar um “totó” no cara. Não tem nada, não tem força excessiva, risco de lesionar o jogador, nada. Aí tem uma câmera que eles pegam, que para, com a perna da chuteira do Barros perto da panturrilha”, disse.

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“Mas não tem força nenhuma ali, zero. É uma expulsão que condiciona muito o que poderia ser o segundo tempo. No primeiro tempo o Flamengo jogou melhor e, quando voltou o segundo tempo, a impressão é de que o jogo ia ser outro. Você vai ver que o campeonato vai acontecer, Carioca e Brasileiro, e o critério não vai ser o mesmo. Um lance como esse não vai acontecer a expulsão. Com aquela contundência ainda, com aquela vontade de expulsar, vai ser muito difícil acontecer”, criticou Diniz.

Afinal, o que disse Diniz sobre a derrota?

Contudo, mesmo após não concordar com a expulsão de Cauan Barros, Fernando Diniz reconheceu a superioridade do Flamengo ao longo dos 90 minutos. Confira:

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“Mas acho que o Flamengo jogou melhor que a gente no primeiro tempo. A gente não ficou à vontade para fazer o jogo que precisava. No segundo tempo, com um jogador a menos, a gente podia ter mais coragem para fazer o jogo que era necessário. A gente voltou para o segundo tempo com uma postura diferente, com correções, embora tenha sido só cinco minutos”, comentou.

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