William Bonner já se livrou por pouco de ser levado pela polícia e agora sabemos o que aconteceu com o âncora

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

18/11/2022 às 11:47 · Tempo de leitura: 2 minutos

Após ter salário divulgado para todos verem, William Bonner ganha 'novo programa' na grade da Globo

William Bonner passou por grande sufoco durante uma cobertura urgente do “Jornal Nacional”, da TV Globo, envolvendo a polícia

William Bonner já passou por poucas e boas para fazer o trabalho que realiza na Globo. O âncora do “Jornal Nacional” entregou no livro “Jornal Nacional – Modo de Fazer”, de 2009, que quase foi preso no Vaticano, enquanto cobria o velório do Papa João Paulo II, em 2005.

Através do livro que ele mesmo escreveu, o jornalista explica que existia uma multidão fora do comum no evento, o que acabou dificultando a circulação da imprensa pelas ruas. O comunicador tentava chegar ao local mais próximo do caixão antes da entrada ao vivo no “Jornal Nacional” quando acabou sendo ameaçado por guardas.

AMEAÇA

William Bonner pediu ajuda aos policiais que faziam a segurança do local para conseguir passar pela multidão por um atalho, mas o problema é que os oficiais não o deixaram passar por cima da barreira e ainda fizeram ameaças. “Se o senhor passar para o lado de cá, será preso imediatamente”, disse um deles.

AJUDA DIVINA

O âncora do “Jornal Nacional”, que estava desesperado para levar um bom conteúdo para o ar, não teve alternativas, entretanto, freiras que estavam a caminho da cerimônia decidiram ajudar. Uma delas era brasileira e ainda auxiliou a chegada do jornalista até o local. Ela estava espantada ao se deparar com o profissional, que é sem dúvidas um dos mais conhecidos do Brasil.

“E as freirinhas da iam, agora alegres, pedindo licença aos peregrinos. E os peregrinos iam se espremendo para abrir passagem. E eu ia trilhando o rastro que elas deixavam. Por alguns instantes, a via Paolo VI foi o mar vermelho de gente. Eu era Moisés. As freirinhas, meu cajado”, escreveu William Bonner na obra sobre o “Jornal Nacional”.

William Bonner na cobertura da morte do Papa João Paulo II, no Vaticano (Foto: Reprodução/Memória Globo)

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