O jornalista William Bonner surpreendeu um ex-colega (Foto: Reprodução)

O jornalista William Bonner surpreendeu um ex-colega (Foto: Reprodução)

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Um dos maiores nomes da televisão brasileira, William Bonner tomou uma atitude que deixou um ex-colega de Globo bastante revoltado

Desde que foi dispensado pela Globo e passou a fazer parte do time de integrantes da Band, o jornalista Luís Ernesto Lacombe não fez questão de esconder as cíticas que tem à antiga emissora. Na mais nova delas, ele acabou atingindo indiretamente nomes do jornalismo brasileiro, como o âncora do Jornal Nacional, William Bonner.

Isso porque Lacombe entrou no time daqueles que ficaram revoltados com a matéria apresentada por Willim Bonner no jornalístico que relaciona o presidente Jair Bolsonaro com o assassinato da vereadora Marielle Franco, no ano passado. “O presidente, acusado na reportagem, ainda que por um porteiro que vai ter que dar explicações”, disse ele.

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“O presidente que estava no Oriente Médio, com a equipe da TV Globo, não é ouvido. Decidiram transformar uma pré-pauta em matéria, criam uma narrativa confusa e não ouvem todos os lados da história, é algo muito absurdo”, prosseguiu Lacombe, não poupando nem um pouco sua antiga casa.

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Luís Ernesto Lacombe e Silvia Poppovic (Foto: Divulgação/Band)

Luís Ernesto Lacombe e Silvia Poppovic (Foto: Divulgação/Band)

Depois, acabou disparando contra William Bonner mesmo que indiretamente e sem citá-lo. “Eu digo sempre e repito: jornalista tem que ser imparcial, isento, curioso, desconfiado, ter sempre senso crítico, sempre. A gente tem que trabalhar com a realidade, com a verdade, com as histórias reais”, finalizou ele, que recentemente já havia acusado a Globo de hipocrisia.

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Lacombe não gostou de ver José de Abreu não ser punido pela emissora como outros colegas. “Há poucos anos, a Globo enviou para todos os seus funcionários, pessoas físicas e jurídicas, novas normas de compliance. Eu ainda estava na emissora e li tudo atentamente. Pois bem, essas normas foram aplicadas aos casos do William Waack, do José Mayer e do Mauro Naves”.

“Quem sou eu para pedir a cabeça de alguém? O José de Abreu diz que não conheço nada da Globo, emissora na qual trabalhei por 25 anos, que jornalismo é uma coisa, que produção artística é outra. Sim, quase sempre, funciona assim. Jornalista, por exemplo, não pode fazer propaganda, publicidade, para manter a isenção”, disparou ainda o ex-global.

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