William Bonner revolta ex-colega da Globo com atitude e verdade vem à tona: "Absurdo"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
William Bonner causou polêmica ao falar sobre caso em comunidade e eleitores de Jair Bolsonaro ficaram ofendidos (Foto: Reprodução)
O jornalista William Bonner surpreendeu um ex-colega (Foto: Reprodução)
Um dos maiores nomes da televisão brasileira, William Bonner tomou uma atitude que deixou um ex-colega de Globo bastante revoltado
Desde que foi dispensado pela Globo e passou a fazer parte do time de integrantes da Band, o jornalista Luís Ernesto Lacombe não fez questão de esconder as cíticas que tem à antiga emissora. Na mais nova delas, ele acabou atingindo indiretamente nomes do jornalismo brasileiro, como o âncora do Jornal Nacional, William Bonner.
Isso porque Lacombe entrou no time daqueles que ficaram revoltados com a matéria apresentada por Willim Bonner no jornalístico que relaciona o presidente Jair Bolsonaro com o assassinato da vereadora Marielle Franco, no ano passado. “O presidente, acusado na reportagem, ainda que por um porteiro que vai ter que dar explicações”, disse ele.
“O presidente que estava no Oriente Médio, com a equipe da TV Globo, não é ouvido. Decidiram transformar uma pré-pauta em matéria, criam uma narrativa confusa e não ouvem todos os lados da história, é algo muito absurdo”, prosseguiu Lacombe, não poupando nem um pouco sua antiga casa.
Luís Ernesto Lacombe e Silvia Poppovic (Foto: Divulgação/Band)
Depois, acabou disparando contra William Bonner mesmo que indiretamente e sem citá-lo. “Eu digo sempre e repito: jornalista tem que ser imparcial, isento, curioso, desconfiado, ter sempre senso crítico, sempre. A gente tem que trabalhar com a realidade, com a verdade, com as histórias reais”, finalizou ele, que recentemente já havia acusado a Globo de hipocrisia.
Lacombe não gostou de ver José de Abreu não ser punido pela emissora como outros colegas. “Há poucos anos, a Globo enviou para todos os seus funcionários, pessoas físicas e jurídicas, novas normas de compliance. Eu ainda estava na emissora e li tudo atentamente. Pois bem, essas normas foram aplicadas aos casos do William Waack, do José Mayer e do Mauro Naves”.
“Quem sou eu para pedir a cabeça de alguém? O José de Abreu diz que não conheço nada da Globo, emissora na qual trabalhei por 25 anos, que jornalismo é uma coisa, que produção artística é outra. Sim, quase sempre, funciona assim. Jornalista, por exemplo, não pode fazer propaganda, publicidade, para manter a isenção”, disparou ainda o ex-global.
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