Tente não se impactar com a carta psicografada de Zé Bonitinho, que expõe escuridão
Para quem não sabe, o comediante Jorge Loredo (1925-2015), o saudoso ator que encarnou o Zé Bonitinho em A Praça é Nossa, do SBT, volta do mundo dos mortos em psicografia. Para quem não lembra, Zé Bonitinho era o ‘perigote das mulheres’, que apesar de sua aparência magra e sem atrativos, seu ego era tão grande que com apenas um olhar ele hipnotizava as mais belas mulheres.
A princípio, a suposta carta psicografada de Zé Bonitinho, ou seja, do ator e comediante Jorge Loredo, renomado nome de A Praça é Nossa, surpreendeu o público. Acontece que a psicografia foi recebida pelo médium Manoel Souza Orestes, de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul, em 15 de junho de 2024.
Contudo, este receptor espírita mandou a suposta carta psicografada do comediante ao canal ‘O Espiritualista’, do YouTube, que publicou no dia 2 de novembro de 2024, em pleno dia de Finados. Primeiramente, o suposto espírito de Jorge Loredo destaca toda alegria pela oportunidade que teve no mundo dos mortos de se comunicar com os vivos naquela ocasião.
“A saudade é algo que transcende as fronteiras, pois sinto uma falta imensa dos meus filhos e da minha amada companheira Terezinha”, diz. “Confesso que nunca tive uma saúde muito boa. Quando criança, tive um problema na perna que demorou a se curar”.
“Mais tarde, enfrentei a batalha contra a tuberculose que, com muita luta, consegui [superar]”, revelou a psicografia do humorista.
Em seguida, o espírito de Zé Bonitinho conta que se entregou ao tabagismo por cerca de 50 anos de sua vida, e o referido vício em cigarro ocasionou a doença que motivou seu desencarne. “Quem fuma está a cada tragada cravando mais um prego no próprio caixão”, expôs o ator na psicografia.
Escuridão
A carta psicografada de Jorge Loredo relata que, no hospital, antes do desencarne, já via gente ao seu redor pensando que eram médicos. Porém, ao desencarnar lentamente, viu do lado de lá que aqueles rostos eram de guias que iriam mostrar o caminho do seu espírito.
No entanto, apesar de ser bem recebido, os maus tratos com o corpo devido ao tabagismo, fez com que os guias o levassem ao Umbral, com promessa de resgate futuro. Ou seja, o Zé Bonitinho, mesmo não querendo, teve que enfrentar o lugar sombrio para renovar sua alma e poder alcançar a paz necessária.
Então, ele descreve o Umbral com detalhes: “Pude sentir imediatamente o cheiro de enxofre e lama aos meus pés. Era tudo escuro. Um lugar terrível”. Mas, ao implorar para o guia o levar com ele, foi deixado pra trás, ficando em fúria: “Meus pensamentos eram repletos de ódio e raiva”.
“Não conseguia ver além disso. Aos poucos comecei a ouvir gritos, murmúrios e choros, e isso começou a me incomodar e assustar”. “De repente uma sombra enorme apareceu atrás de mim. Vestia roupas esfarrapadas e exalava cheiro de cigarro”.
Assim, Zé Bonitinho disse que a presença daquele espírito despertou uma vontade intensa de fumar. “Com uma voz rouca, ele disse que era hora de pagar minhas pendências”.
Por fim, o espírito do comediante foi levado ao Vale das Bonecas, no Umbral, onde ficam os viciados em drogas, passando pela purificação e resgate.
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