Tudo o que você precisa saber sobre a carta psicografada de Zé do Caixão anos após suas morte
Antes de mais nada, é muito importante explicar que Zé do Caixão é o famoso personagem do cineasta brasileiro José Mojica Marins.
A saber, o famoso acabou sendo um ícone do cinema de horror nacional, conhecido por sua cartola, unhas compridas e um olhar cético e niilista.
Em suma, ele era um agente funerário obcecado por criar o “filho perfeito” para perpetuar seu sangue, algo que ele busca incessantemente em sua trilogia de filmes de terror que o imortalizou. Contudo, já não está mais entre nós.
Agora, anos após a sua morte, Zé do Caixão acaba de surgir em uma carta psicografada expondo nada não, nada menos que uma mensagem do umbral. A carta em questão acabou sendo divulgada pelo canal no YouTube Conexão Espiritual.
Carta psicografada
“Fui um homem que viveu para desafiar os limites da vida. Eu era o Zé Do Caixão para o mundo. Mas por dentro era só o Mojica. Para mim, o céu é o inferno eram invenções. Eu achava que ao falar da morte eu dominada o medo. Mas hoje eu sei que eu não controlava nada.
“Quando a morte chegou, ela chegou sem aviso. Não haviam personagens para me proteger. Só o silêncio e depois algo que eu jamais poderia prever. A sensação era de estar preto em dois mundos. Era como se o tempo não passasse, esse era o meu umbral”, diz.
E então seguiu com seu relato sobre o umbral: “Vi rostos conhecidos, homens e mulheres arrogantes. Alguns riam enquanto os outros apenas choravam. Eu também chorei. Lembrei de momentos da minha juventude onde eu era apensar um menino”, diz. Veja a carta completa:
Quando morreu o Zé Do Caixão?
A saber, José Mojica Marins, o icônico Zé do Caixão, morreu no dia 19 de fevereiro de 2020, aos 83 anos, em São Paulo.
Ele faleceu devido a uma broncopneumonia após ficar internado no Hospital Sancta Maggiore. O cineasta foi o pioneiro do cinema de terror no Brasil.
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