Desde que terminou o casamento com Virginia Fonseca, Zé Felipe está sempre no centro dos holofotes
O ano de 2025 foi movimentado para Zé Felipe. O cantor seguiu brilhando nos palcos fazendo show por todo o Brasil, anunciou separação de Virginia Fonseca após seis anos. Além disso, engatou um relacionamento relâmpago com Ana Castela.
Isso porque em julho começou a repercutir nas redes sociais que ele estaria vivendo um affair com a Boiadeira, mas eles assumiram o romance apenas em outubro. No entanto, no final de dezembro, mais uma vez Zé Felipe veio a público confirmar o fim do namoro.
Ocorre que 2026 já começou e ele segue no olho do furação. O cantor teve uma reação inusitada após um médico sugerir um tratamento íntimo nesta quinta-feira (22/1). Zé Felipe, usou as redes sociais para dizer que iria se submeter a uma sessão de ozonioterapia.
QUAL FOI A REAÇÃO DE ZÉ FELIPE COM SUGESTÃO DE MÉDICO?
No entanto, o famoso desistiu após o especialista informar como o procedimento seria feito. O profissional da área da saúde relatou que o tratamento deveria ser feito pelo ânus.
Ao descobrir o procedimento, o filho de Leonardo deixou a clínica na hora. Ele fez questão de compartilhar a situação com os seguidores.
“Galera, fui fazer ozonioterapia. É bom, já fiz algumas vezes. Cheguei pra fazer ozonioterapia e o cara [médico] disse: ‘Então, hoje a gente vai fazer via ânus’. [Respondi] ‘Ah é? Então vou só ali no banheiro rapidinho antes’. Vazei”, disparou o famoso.

AFINAL, O QUE É OZONIOTERAPIA?
Para quem não sabe, ozonioterapia é uma terapia auxiliar que usa uma mistura de oxigênio e ozônio (O₃) para ajudar a oxigenação, estimular o sistema imunológico e agir como anti-inflamatório, analgésico e servindo para melhorar a circulação.
O procedimento pode evitar problemas respiratórios, câncer, hérnia de disco, dores na coluna, esclerose múltipla e até mesmo diabetes.
Porém, vale destacar que não existe nenhuma comprovação científica sobre os benefícios do tratamento de acordo com informações do portal CNN Brasil.
O procedimento é autorizado no Brasil pelo Ministério da Saúde desde 2018, mas como terapia complementar em casos de doenças cardiovasculares, para alívio da dor, cicatrização de feridas e doenças inflamatórias crônicas.
O fato é que o CFM (Conselho Federal de Medicina) divulgou que o procedimento ainda é de caráter experimental. Portanto, esse é o motivo desse procedimento causar bastante polêmica.

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