Atitude de Zé Neto com sertanejo famoso em bastidores de show choca e é algo que poucos teriam coragem
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
O cantor Zé Neto, dupla de Cristiano (Foto Reprodução/Instagram)
Zé Neto tem atitude inesperada nos bastidores de um show e público se choca com tamanha coragem
E no “Balanço Geral” desta quarta feira (19) Reinaldo Gottino e Fabíola Reipert, durante o quadro “Hora da Venenosa”, da Record, expuseram a atitude de Zé Neto ao se deparar com um famoso sertanejo, que estava afastado dos palcos, e que voltou para brilhar novamente na estrada da música.
Emoção tomou conta
Estamos falando de Milionário, dupla do falecido Zé Rico, que fez um sucesso absurdo na década de 90. Porém a colunista chocou a todos ao dizer a atitude que Zé Neto, dupla de Cristiano, teve para com o veterano:
“O Milionário está de volta aos Palcos, e o Zé Neto encontrou o cantor no camarim, eu não vou falar o que ele fez, quero que vocês vejam” – Iniciou ela
Em seguida, ela mostrou o vídeo aonde mostra a atitude de Zé Neto que deixou até Gottino de queixo caído pois poucas pessoas teriam essa mesma coragem:
“Ele beijou os pés do cantor!” – Exclamou Gottino
Em seguida Fabíola mostrou um trecho do vídeo aonde dá para ver claramente Zé Neto emocionado dizendo: “Você não sabe o que significa para mim”– Disse ele
Fabíola Reipert e Gottino na bancada da Hora da Venenosa (Foto Reprodução/Internet)
Zé Neto beija os pés de Milionário (Foto Reprodução/PlayPlus)
Zé Neto se emociona ao se encontrar com Milionário (Foto Reprodução/Internet)
Qual a trajetória musical de Milionário?
Milionário e José Rico se conheceram no início dos anos 70, na cidade de São Paulo. Os dois estavam hospedados no “Hotel Rio Preto”, famoso por receber jovens que queriam se tornar músicos. Foi nesse estabelecimento que eles se conheceram e Romeu criou o apelido de Milionário para combinar com José Rico.
Em 1973, os dois gravaram algumas canções caipiras pelo selo Continental/Chantecler. Datam desse período clássicos como “De longe também se ama”, composta por José Rico e Jair Silva Cabral e “Paraná querido”, de Paulinho Gama e Goiá.
Os dois se destacaram no cenário musical por conta das músicas raiz com influências externas e o uso de harpas, trompetes e acordeom. Eles também mostravam referências para outros ritmos, como os da cultura mexicana, cigana, paraguaia e gaúcha.
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