(Foto: Divulgação)

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Mantendo-se firme no propósito de rir da situação política do país, o “Zorra” foi ao ar neste sábado (23) com um quadro sobre a votação ocorrida no último domingo (17), na Câmara dos Deputados, que decidiu pela abertura do processo de impeachment da presidente Dilma.

Na sátira, o elenco do humorístico apareceu na “Câmara dos Deuses” para comentar os motivos pelos quais Deus, interpretado por Nelson Freitas, foi citado pelos deputados durante a sessão plenária.

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“Tem uns políticos na terra de Tupã que se reuniram e tomaram decisões falando todo tempo em seu nome”, explicou Zeus (Cândido Damm) para o Criador. “Usaram o meu nome de novo”, comentou o Poderoso, que também disse não ter “bancada”. “Eu não autorizei, eles não me representam”, completou.

“Esse deputado aqui, que tem sete processos de peculato, formação de quadrilha, fraude, disse que votou pelo senhor”. “Eu não, juro que não foi”, responde Deus. “E esse aqui, que responde por falsificação de documentos, desvio de verba pública e ocultação de patrimônio, votou pelo senhor!” “Em mim, nada. Em vão”, suspirou.

Houve referências também ao deputado “da sobrancelha depilada”, que votou em nome de Deus, e “aquele da Interpol”, que não citou o nome Dele em vão. Por fim, diante da ideia de conversar com o “chefe” dos deputados na Câmara, Deus foi desaconselhado: “O chefe deles acha que é o senhor”.

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