Risco a saúde e proibição da ANVISA: A marca de macarrão arrancada com urgência das prateleiras dos mercados

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

14/08/2023 às 17:01 · Tempo de leitura: 3 minutos

Anvisa proibe marca de macarrão (Foto: Reprodução/ Internet)

Anvisa proíbe marca de macarrão e retira dos mercados 

Na tarde desta segunda-feira (14), o TV Foco traz mais informações e curiosidades sobre o dia em que a ANVISA proibiu uma marca de macarrão de ser comercializado.

Para quem não se recorda, em setembro de 2022, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a comercialização, distribuição e uso das massas alimentícias da empresa BBBR Indústria e Comércio de Macarrão, fabricados entre 25 de julho e 24 de agosto, segundo informações do site da ‘CNN Brasil’.

Guioza (Foto: Reprodução/ Internet)

Segundo a própria Anvisa, isso faz parte de uma investigação sobre o caso do propilenoglicol contaminado com etilenoglicol, que no caso, causou a intoxicação e a morte de alguns animais.

Vale destacar que segundo o mesmo site, o propilenoglicol contaminado foi fornecido pela empresa Tecno Clean Industrial.

Keishi (Foto: Reprodução/ Internet)

MAIS SOBRE O ASSUNTO

Sendo assim, a Anvisa identificou o uso do insumo contaminado como ingrediente na linha de produção de suas massas. E segundo dados, a empresa possui nome fantasia Keishi e é responsável pela produção de e comércio de vários tipos de massas de estilo orital, tais como udon, yakisoba, lamen, além de massas de salgados como gyoza.

Vale ressaltar que tanto a Anvisa, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e órgãos de Vigilância Sanitária locais, investigaram e inspecionaram as empresas envolvidas e afirma que as empresas após as mudanças continuaram sendo comercializados.

Vale ressaltar que na época, os produtos foram retirados do mercado.

Anvisa (Foto: Reprodução/ Internet)

O QUE É ETILENOGLICOL?

Nada mais é do que um solvente orgânico altamente tóxico que causa insuficiência renal e hepática quando ingerido, podendo inclusive levar à morte. Segundo informações divulgadas pela Anvisa, não há autorização para o uso dessa substância em alimentos.

Já no caso do aditivo alimentar propilenoglicol, é autorizado em alguns alimentos, mas, uma resolução da instituição determina que o uso não é permitido em categorias de massas alimentícias.

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