Adeus CNH em 2024: Lei de trânsito está em vigor com 5 motos que não precisam mais usar esse documento
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Fim da CNH para esses motoristas - Montagem TVFOCO
A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é fundamental para os motoristas brasileiros. Ela é emitida pelo Departamento de Trânsito (Detran) de cada estado. Nessa matéria, falaremos sobre uma nova lei em vigor que libera 5 motos que podem ser pilotadas sem precisar do documento.
Acontece que segundo o CTB, para pilotar veículos de duas rodas acima das 50cc, é preciso ter CNH do tipo A. Contudo, é preciso ficar atento, pois existe uma categoria de motos que não precisa cumprir essa exigência. Para esse tipo de condução, é necessária a ACC, a Autorização para Conduzir Ciclomotores.
Segundo a Resolução nº 996 do Contran, ciclomotores são veículos de duas ou três rodas, movidos por motor de combustão interna com cilindrada igual ou inferior a 50 cm³. Se tiver motor elétrico, a potência não deve exceder 4 kW (4.000 W) e a velocidade máxima não pode ultrapassar 50 km/h.
Conforme a nova lei, esses veículos devem ser registrados e licenciados normalmente, assim como os demais. Isso quer dizer que ciclomotores e motos elétricas precisam ser emplacados. Os ciclomotores precisam transitar com luz baixa acesa durante o dia e precisa usar capacete com viseira.
Zero Luna
A Zero Luna está entre os melhores modelos vendidos no país. Atende as resoluções dos órgãos reguladores, como a Resolução 465/2013 do CONTRAN, assim é classificada como uma bicicleta elétrica e não uma moto.
Ainda assim permite uma excelente experiência, principalmente para trajetos curtos. É equipada com motor de 350W e a bateria de chumbo-ácido de 48V 12Ah, o que permite uma autonomia de até 40 km e tempo de recarga de 6 a 8 horas.
Caloi Mobylete elétrica
A Caloi Mobylette voltou ao mercado. Mais moderna, agora a “motinha” que marcou a adolescência de muitos brasileiros vem com motor de 350W e bateria (bivolt) de íon-lítio, 36 V e 10.4 Ah. Tudo isso em uma carenagem simples, de 29,7 kg.
Apesar dos pedais para auxiliar na potência, o modelo não passa dos 25 km/h, características do segmento. Vale ressaltar que a nova Mobylete não pode trafegar em ciclovias e seu uso deve estar condicionado ao uso de capacete, mesmo que não exija a CNH.
Tailg Dyfly
A Tailg Dyfly é classificada como uma bicicleta elétrica, mas possui um estilo mais sofisticado, semelhante a uma pequena scooter. Com design inspirado na antiga Honda Dream, o modelo também conta com motor de 350W, mas a bateria é um pouco mais incrementada (48v 12ah de chumbo ácido), o que garante autonomia média de até 45 km.
Loop K1
O Loop K1 talvez seja o modelo com design mais curioso da lista. Apesar da aparência meio frágil, o fabricante garante que a motinha suporta até 120 kg de peso em sua estrutura. É um modelo dobrável e cabe em qualquer cantinho.
Tailg Júnior
A Tail Júnior chegou ao país com a proposta de ser uma alternativa para o meio urbano. Essa scooter elétrica possui diferentes tipos de motorização. O modelo que pode ser pilotado sem CNH possui motor 350-450 W, com bateria: 48v12ah, que permite uma velocidade máxima de 37 km/h. O tempo de carga varia entre 4 e 8 horas.
S1 Smart Bike
A S1 Smart Bike é o modelo de moto eletrificada sem CNH com maior autonomia no país. Com carga total, esse modelo pode rodar até 141 km. Um grande feito para o segmento. A S1 chegou ao mercado com diferentes opções de cores (branco, vermelho, preto, cinza e azul).
Também é a mais braba do seu nicho, podendo chegar aos 40 km/h em apenas 3,8 segundos.
Zero Luna (Foto: Reprodução/ Internet)
Caloi Mobylete elétrica (Foto: Internet)
Tailg Dyfly (Foto: Reprodução/ Internet)
Loop K1 (Foto: Reprodução/ Internet)
Tailg Júnior (Foto: Internet)
Quais os requisitos para tirar a ACC?
De acordo com informações do portal Auto Esporte, os requisitos para ter o documento são os mesmos da CNH A ou B. É preciso ter no mínimo 18 anos, ser alfabetizado, ter documento de identidade e CPF. Vale lembrar que o preço também varia de acordo com o estado, porém, a média de R$ 125.
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