Adeus no Carrefour, Drogaria SP e+: Nova lei do CPF baixa proibição em varejistas e assusta os brasileiros
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Nova lei do CPF baixa proibição em varejistas e assusta os brasileiros - (Foto: Reprodução / Internet)
A nova lei do CPF chegou com os pés na porta pra aterrorizar milhares de brasileiros e você precisa saber agora mesmo
O uso do CPF em alguns estabelecimentos e até mesmo em notas fiscais tornou-se uma prática comum para a população. No entanto, ao divulgar seus dados em alguns locais, como em farmácias ou mercados, pode-se tornar um risco altíssimo para a sua segurança.
Diante disso, uma nova lei do CPF baixa proibição em varejistas e assusta os brasileiros. Acontece que, devido a frequência da pedida do documento em alguns estabelecimentos, os riscos passaram a ser altos.
Com isso, no estado de São Paulo, por exemplo, foi decretado a lei lei 17.301/2020, de autoria do deputado Alex de Madureira (PSD), que proíbe farmácias e drogarias a exigência do fornecimento do CPF dos clientes sem informar, de forma adequada e explícita, qual a finalidade da coleta desse documento. As informações são do portal ‘ICQT’.
Em caso de descumprimento da lei, a multa para o estabelecimento é de cerca de R$ 5,5 mil, podendo ser dobrada em situação de reincidência.
Além disso, de acordo com o site ‘fdr’, algumas varejistas ou comércios também estão dentro da lei, ao qual estão barradas de solicitar o documento do cliente sem explicar as devidas finalidades. O intuito do norma é preservar e assegurar a segurança do consumidor, para fins de prática de fraudes ou roubo de identidade.
Isso porque, para a surpresa de muitos, os devidos descontos prometidos na maioria das vezes por farmácias ou comércios, ‘não é real’. Conforme exposto por uma matéria do UOL, a jornalista esclarece: “O desconto [do CPF] não é real. Eu afirmo categoricamente […] O preço mais próximo do real é aquele que você paga depois que você dá o CPF”.
O site ainda expõe um exemplo de como isso funciona: uma caixa com 12 comprimidos de um genérico do anti-inflamatório nimesulida. Custava R$ 31,78 na RaiaDrogasil, em São Paulo, sem o CPF, em agosto de 2023. Já com o CPF, o preço despencava para R$ 8,50. Um desconto tentador de 73%.Já uma rede de hospitais privados pagou R$ 4,39 pela mesma caixa de nimesulida. Órgãos públicos, por sua vez, adquiriram o mesmo produto por R$ 1,08.
“Os R$ 31,78 da tabela que as farmácias cobram […] só estão lá para você dar o CPF”, afirma a jornalista.
Segundo o site, a ideia de conseguir o documento dos consumidores é uma forma de ‘marketing’, uma vez que ao fornecer o CPF, o banco de dados das farmácias será alimentado, ao qual é a base de uma operação para a maior rede de farmácias do país, como a RaiaDrogasil, ganhar dinheiro com anúncios.
Portanto, atente-se ao uso da sua documentação em alguns locai, além de também se precaver ao proporcionar a liberdade do acesso aos seus dados pessoais, não somente para se proteger de possíveis riscos, como também não beneficiar algumas organizações sem o seu consentimento.
CPF irregular bloqueia o Bolsa Família?
Além da inatividade nos bascos, o CPF desatualizado também pode corromper o Bolsa Família. Segundo o G1, desde janeiro deste ano, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social tem bloqueado o pagamento do Bolsa Família para usuários que estão com a documentação atrasada no Cadastro Único (CadÚnico).
O grande intuito é impossibilitar que o benefício seja pago para pessoas que não cumpram os requisitos estabelecidos.
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