Cansado de ver seu “nome sujo”? A dica de hoje traz cinco passos simples que ajudarão a se livrar das dívidas facilmente

As dívidas entre idosos vêm crescendo e já fazem parte da realidade de muitos brasileiros. Mesmo com uma renda mais previsível, como aposentadorias, o aumento do custo de vida e decisões financeiras mal planejadas acabam dificultando o controle do orçamento.

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Ainda assim, nem todos chegam a ter o nome negativado, o que mostra que muitos tentam manter as contas minimamente organizadas.

Nesse cenário, a Lei do Superendividamento, criada em 2021, surge como uma importante aliada. Ela permite que o consumidor renegocie todas as suas dívidas de forma conjunta, buscando condições mais justas.

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Para pessoas com mais de 60 anos, há uma proteção extra: o valor total das dívidas não pode comprometer mais do que 25% da renda mensal, garantindo maior segurança financeira.

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Além disso, cobranças consideradas abusivas, aquelas que colocam o consumidor em desvantagem excessiva, podem ser contestadas. Caso não haja acordo direto com a empresa, o idoso pode procurar o Procon ou até centros de conciliação para buscar uma solução.

Aliás, há, iclusive, cinco passos que ajudam os idosos a fugirem das dívidas. Veja logo mais a aseguir a partir de infromações do portal UOL.

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5 passos para se livrar das dívidas

1) Identifique a causa raiz das suas dívidas.

Observar a causa raiz de uma dívida é muito importante para resolvê-la, pois, além de definir uma melhor solução, reforça um conceito importante: melhor que sair das dívidas é sair dela e, principalmente, não entrar em outras.Teresa Tayra, educadora financeira

2) Nunca empreste seu nome ou crédito para terceiros, mesmo que a pessoa seja de extrema confiança.

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“Muitas vezes, o aposentado é usado por amigos e parentes para tomar empréstimos, já que bancos e financeiras oferecem facilidades com desconto direto no pagamento.”

3) Verifique se a dívida é para ajustar um problema pontual ou se é algo recorrente.

Se for pontual, trate com negociações específicas. Mas se for recorrente, identifique ações na sua rotina e nos comportamentos de consumo que sejam eficazes, não apenas para o momento atual, mas também para modificar seus hábitos.

4) Se a dívida é consequência de abuso de juros em alguma negociação anterior, informe-se sobre qual o valor dos juros que está sendo aplicado.

Se forem abusivos, procure o Procon, que inclusive tem um serviço para superendividados.

5) A inflação divulgada nos jornais nem sempre reflete a inflação na realidade da vida do aposentado.

Ela pode ser bem maior. Então, sempre observe se o padrão de vida está dentro de suas rendas para ajustar com escolhas alternativas.